segunda-feira, outubro 20, 2008

O meio século de Viggo Mortensen


O aniversariante do dia é… rufam os tambores… o “rei” Viggo “Aragorn” Mortensen!!!
É verdade este senhor, muito charmoso por sinal, completa hoje mais um ano de vida, desta feita, completou meio século de vida, 50 aninhos, muito bem conservados por sinal. :D
Aqui deixo o seu percurso:
Viggo Mortensen não só é actor de cinema, como de teatro, é pintor, fotógrafo, poeta e músico de jazz.
O papel que catapultou Mortensen para a fama foi a personagem Aragorn na Trilogia do Senhor dos Anéis. Filho de um americano e de uma dinamarquesa, passou a maior parte de sua infância na Argentina, na Venezuela e na Dinamarca. Por isso, sabe falar fluentemente inglês, espanhol e dinamarquês, para além de que percebe o português falado.
Além disso, Mortensen é um cavaleiro distinto, e até exigiu que o argumento do O Senhor dos Anéis fosse reescrito para aumentar suas cenas que ele montaria a cavalo. Quando não estava em gravações, fazia questão de manter o seu cavalo por perto, para aumentar os laços de confiança entre eles. Esta dedicação de corpo e alma chamou a atenção de Peter Jackson diversas vezes, houve vezes em que conversava com Mortensen chamando-o repetidamente de Aragorn, e o actor, tão imerso na personagem, nem sequer notava. Além disso, numa das cenas de batalha, Viggo Mortensen fez questão de continuar as gravações mesmo depois de ter perdido, acidentalmente, um dos dentes.
No início dos anos 80, Viggo era camionista na Dinamarca, mas retornou a Nova York, onde nasceu, para estudar interpretação.
Mortensen começou a dar cartas no cinema, em 1996, com uma participação em Retrato de uma Senhora, como um dos homens que seduziam Nicole Kidman. Dali, passou a actuar com outras grandes divas do cinema: foi comandante da soldada Demi Moore em G.I. Jane, de 1997; seduziu e quase matou Gwyneth Paltrow em Um Homicídio Perfeito, de 1998; e sobreviveu à clínica de reabilitação ao lado de Sandra Bullock na comédia romântica 28 Dias, de 2000.
Pouca gente sabe, mas para interpretar o artista de Um Homicídio Perfeito, Viggo Mortensen pintou os próprios quadros que foram usados no filme. Como fotógrafo, Mortensen também já exibiu o seu espólio em diversas exposições Além disso, já lançou três CDs de Jazz e, antes da fama, publicou o livro de poemas Ten Last Night.
Todo este esforço como artista foi recompensado. Em 1999, Mortensen foi avisado, à última hora, que o actor Stuart Townsend não poderia assumir o papel de Aragorn na trilogia do Senhor dos Anéis. E eu digo, ainda bem que o Viggo estava disponível!!!! :D
Eleito pela People uma das 50 pessoas mais bonitas em 2002, Mortensen permanece um solteiro convicto. O casamento de dez anos com Exene Cervenka terminou em 1997, deixando-lhe o filho Henry Mortensen.

Digam lá que este homem aos 50 anos não faz inveja a muitos meninos com metade da sua idade?

domingo, outubro 19, 2008

Keane – Perfect Symmetry


O novo álbum dos Keane era um acontecimento que esperava com enorme ansiedade. Estava com grandes expectativas, pois cada álbum que eles lançam eu desejo ouvir logo nas primeiras horas após o seu lançamento. É incrível que é das poucas bandas que me desperta esta curiosidade desenfreada.
Este Perfect Symmetry tem um nome que lhe cai na perfeição, aliás perfeição poderá ser a tradução exemplar para lhe chamar. Desde os primeiros minutinhos em que o ouvi, fiquei coladinha e de ouvido super atento.
É um álbum com músicas mais alegres, muito mais animadas, do que algumas dos seus antecessores. E desde há uma semana que me faz companhia horas a fio.
O single de apresentação, Spiralling, de início não me cativou muito, mas cada vez que a voltava a ouvir mais eu gostava dela, até que se tornou irresistível. O próximo single, previsto para sair ainda durante este mês, dá pelo nome de Lovers Are Losing e é uma das minhas músicas favoritas de todo o álbum. Destaco ainda a música que dá nome ao álbum, Perfect Symmetry.
Os Keane contam já com 3 álbuns e cada um melhor que o outro. Mesmo o anterior, Iron Sea, que de início me pareceu uma pequena desilusão, depressa se tornou num CD que me acompanha para todo o lado. Não é à toa que eles são uma das minhas bandas favoritas nos dias que correm.
Muito por culpa de um outro “vício” meu, com muita pena minha, não irei vê-los ao Coliseu (local bem escolhido!!!) no dia 12 de Novembro. Talvez na proximidade desse dia assista a um outro espectáculo que anseio ver ainda mais, só para não sentir a falta deste concerto.
E para alegrar, ainda mais, os meus dias, deixo aqui Lovers Are Losing performed by Keane.


Keane – Lovers Are Losing

I dreamed I was drowning
In the river Thames
I dreamed I had nothing at all
Nothing but my own skin

I dreamed I was drifting
On the howling wind
I dreamed I had nothing at all
Nothing but my own skin

Slipped away from your open hand
Into the river
Saw your face looking back at me
I saw my past
And I saw my future

You take the pieces of the dreams that you have
'Cause you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But anyway you look at things and try
The lovers are losing

I dreamed I was watching
A young lover's dance
I reached out to touch your hand
But I was watching from a distance

We cling to love like a skidding car
Clinched to the corner
I try to hold on to what we are
The more I squeeze the quicker we all are

You take the pieces of the dreams that you have
'Cause you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But anyway you look at things and try
The lovers are losing

I dreamed I had nothing at all (nothing but my own skin)
I dreamed I had nothing at all (nothing but my own skin)
I dreamed I had nothing at all (nothing nut my own skin)
I dreamed I had nothing at all

You take the pieces of the dreams that you have
'Cause you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But anyway you look at things and try
The lovers are losing

You take the pieces of the dreams that you have
'Cause you don't like the way they seem to be going
You cut them up and spread them out on the floor
You're full of hope as you begin rearranging
Put it all back together
But in the final reckoning
We're trying
The lovers are losing


Keane - Lovers Are Losing

Max Payne em antestreia


O cinema actualmente peca um pouco (para não dizer, muito) pela falta de originalidade que vem assolando as cabeças dos argumentistas e dos realizadores. Vivemos uma época que parece estar mais virada para as séries de TV do que para o cinema, já que ainda vão saindo séries curiosas e até originais, mas em termos de cinema, só se houve falar em adaptações de livros ou séries, remakes, e pouco mais do que isso.
Tanto é, que descobri que o próximo filme do Mark Wahlberg será mais uma adaptação de um livro que já li, Visto do Céu (The Lovely Bones, no original, livro de Alice Sebold). Confesso que fiquei curiosa quanto a esta adaptação. Vamos a ver como se safam.
Max Payne é mais um exemplo de uma adaptação, desta feita de um videojogo. Fiquei a saber que este jogo é equiparado ao Matrix do cinema, ou seja, o Max Payne foi tão revolucionário no seu género quando saiu no mercado quanto o Matrix o foi para o cinema.
Acerca do jogo, pouco ou nada sabia. Apenas o conheci por intermédio do meu irmão, que jogava naquilo incessantemente. Ao jogo The Fall of Max Payne (o 2º jogo desta saga) apenas agradeço uma coisa, o facto de ter uma excelente banda sonora. Foi com este jogo que conheci os grandes Poets of the Fall.
O filme despertava-me algum interesse, por ser um género de filme que actualmente me dá prazer ver e pelo facto de ser a adaptação desse jogo que me marcou por causa da banda sonora. Tinha uma vaga esperança que os Poets, também, fizessem parte da banda sonora do filme. Uma vez que eles fizeram a banda sonora do 2º jogo. Vou ter de ver o 2º filme (que de certeza será produzido muito em breve), para conferir se se mantiveram fiéis ao original.
Quanto ao argumento do filme, eu que não tenho qualquer referência ao jogo, achei que estava muito exagerado e artificial, mas no âmbito de um videojogo, e segundo o especialista em Max Payne, o filme conseguiu manter-se muito fiel ao original. Não sei se sim, se não. O que é certo é que não me convenceu como filme. A ver o próximo, que o final deu o mote para isso, será mesmo na expectativa de ouvir os Poets. :p
As personagens chegam a ser desinteressantes e as interpretações também deixam muito a desejar, a fotografia, também, não é das melhores. As cenas de acção foram gravadas em planos que nos deixam muito confusos e perdidos na cena.
Resumindo, não vão ao cinema com grandes expectativas, eu saí de lá um bocado frustrada. :(

Ficha Técnica
Título original: Max Payne
Realizador: John Moore
Descrição: Baseado num jogo de vídeo, "Max Payne" é a história de um polícia que decide deixar o trabalho para cuidar da sua família. Mas, no seu último dia no cargo, a sua mulher e o bebé são brutalmente assassinados. Max, cego pelo desejo de vingança, está disposto a tudo para encontrar o responsável pelo assassinato. A sua obsessiva investigação leva-o numa viagem pelo terrível mundo das trevas. E Max já não tem nada a perder…
Actores: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Beau Bridges
Género: Drama, Thriller
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 100 minutos
Classificação: Maiores de 16 Anos
Classificação (de 0 a 10): 5


Max Payne trailer

sábado, outubro 18, 2008

Este blog vicia – o prémio


Este blog anda a ficar muito popular! Já são 3 prémios que este meu cantinho tão singelo ganhou. Desta vez foi a menina CSS que me atribuiu o prémio de "Este blog vicia".
Agradeço desde já este prémio, que aceito com muita honra e orgulho.


Fiquei incumbida de eleger os meus 5 blogs viciantes. Escolha difícil esta, pois todos os blogs que constam da minha lista de favoritos, são muito viciantes.
Sem qualquer ordem de preferência e sem detrimento de todos os outros blogs que visito diariamente, aqui fica a minha eleição:

Flávio – http://flaviosworld.blogspot.com/
JPT – http://ratododeserto.blogspot.com/
Margarida – http://infusoes.blogspot.com/
Papiro – http://www.refugiodossonhos.blogspot.com/
Susana – http://serendipb.blogspot.com/

Aproveito para agradecer a todos os que por aqui passam todos os dias e fazem com que valha a pena continuar com este cantinho, que tanto me dá prazer manter.

sexta-feira, outubro 17, 2008

A Verdadeira Treta


Até que enfim consegui ir ver esses 2 excelentes actores cómicos, que são José Pedro Gomes e António Feio. Desde que comecei a acompanhar as suas desaventuras como Zezé e Toni na Conversa da Treta, que queria ir vê-los e ainda não tinha tido disponibilidade. Esta semana, finalmente, consegui realizar este meu desejo.
Consegui juntar o útil ao agradável, conhecer o Casino de Lisboa e ver esta peça cómica. Achei o Casino um grande luxo, imponente, onde me senti pequena no meio de tamanha beleza e até ostentação. Um belo espaço de lazer.
O Auditório dos Oceanos é o palco da peça. Pensei que fosse muito mais pequeno do que é na realidade, mas ali no casino tudo para mim me pareceu imenso.
Ainda o pano não tinha corrido e já eu estava a rir ao som das vozes destas 2 personagens. O casino tem tudo, só lhe falta tecto de abrir. ;)
O ponto de partida para a treta puxa treta, desta vez, recaiu sobre o acto de se ir ao multibanco levantar dinheiro.
Daqui deriva tudo e nada, desde o tema da educação, à saúde, os assaltos às caixas multibanco, o carjaking, passagens de obras literárias portuguesas recitadas pelos próprios, a EMEL ou a ASAE (que algum dia se arrisca a ser fechada pela própria ASAE!!!), até temos direito a um concerto em directo, entre muitas outras loucuras... tudo misturado com os seus trocadilhos linguísticos.
Acho que o espectáculo só perde um pouco por ser tão tarde. Uma pessoa que depois de um dia de trabalho, tem de esperar até às 22 horas, para se rir um bocado, acho um exagero!
No final, ainda deu para assistir a um bocadinho da apresentação do espectáculo de forças combinadas do Duo Love Story em pleno Arena Lounge.
Com já larga carreira internacional, este duo actuou em diversos teatros e festivais na Alemanha, em Berlim, Hanover ou Dusseldorf, bem como no Festival de Shizuoko e no Festival International du Cirque de Monte-Carlo. Actuaram no casino até dia 15.
Eles dão um espectáculo visual incrível. Tive pena de não conseguir ver toda a sua actuação.
Quem ainda não teve a sorte de ir ver esta comédia, não perca. No final terá uma pequena surpresa. ;)
O grande problema de passar uma excelente noite como esta, num dia de semana, é o dia seguinte…

Ficha Técnica
Título: A Verdadeira Treta
Encenação: António Feio e José Pedro Gomes
Em cena: Auditório dos Oceanos no Casino de Lisboa
Descrição: Em a "A Verdadeira Treta", Zezé e Toni vão levantar dinheiro a uma caixa Multibanco e, como conversa puxa conversa, ou melhor, no caso deles, como conversa da treta puxa conversa da treta, passam uma infinidade de tempo a falar de tudo e mais alguma coisa. Desde o preço do petróleo, às operações plásticas, desde a paranóia com a segurança, até à educação, à saúde, passando pelo aumento dos juros, tudo é esmiuçado pela óptica arrevesada e demente destes dois mamíferos da famosa espécie: "Chico-Espertus Lusitanus". Uma raça que, infelizmente para uns, e, felizmente para outros, está muito longe da extinção. A aventura "Conversa da Treta" começou no Auditório Carlos Paredes, em 1997, e desde então já correu o país, esgotou o Coliseu dos Recreios várias semanas, foi um programa de rádio, uma série televisiva. O DVD, o livro e o filme vieram mais tarde confirmar o sucesso da dupla.
Em 2008, apresentam "A Verdadeira Treta", um regresso à essência da "filosofia do disparate" que já fez rir milhares de espectadores...que há muito reclamavam por mais!
Elenco: António Feio e José Pedro Gomes
Textos: Eduardo Madeira e Filipe Homem Fonseca
Género: Comédia
Classificação: Maiores de 12
Classificação (de 0 a 10): 7,5

segunda-feira, outubro 13, 2008

Fame no Tivoli


Felizmente que o novo país está a acordar para o mundo dos musicais. Temos, cada vez mais, um leque variado de musicais à nossa disposição. Portugal tem vindo a ser visitado pelas grandes companhias que dão cartas pelo mundo fora. Mas melhor do que isso é, o facto de cá dentro, se conseguir produzir grandes adaptações de musicais mundialmente famosos.
No fim-de-semana fui ver o Fame, que está em cena até final do mês, no Teatro Tivoli. Foi algo inesperado, pois não estava sequer a ponderar a hipótese de o ir ver, mas foi muito agradável o convite. Não só incluiu uma ida ao Tivoli, como um jantar muito animado, com pessoas que nutrem o mesmo interesse e que são muito animadas.
Quanto ao espectáculo em si, depois de ter em mente um musical de Filipe La Féria, é complicado não fazer críticas ou reparos a outros musicais. O Fame, de uma forma geral, está interessante, mas existem diversas falhas, muitas delas, falhas de infra-estrutura, incluindo, a acústica do próprio teatro e a disposição de lugares. A música, tocada ao vivo e dirigida pelo maestro Nuno Feist, estava demasiado alta em relação às vozes dos actores, que eram abafadas pela própria música. O facto de termos os diálogos em português e as músicas cantadas em inglês, faz com que se perca algo no argumento. Se as cenas de diálogo, muitas vezes, eram imperceptíveis (devido ao som), quando se passava à música era mesmo quase impossível perceber o que ali se cantava. Talvez não tenha tido sorte com o lugar onde me instalei, longe, muito acima do palco e muito próximo do topo do teatro.
Apesar de todos estes condicionantes, gostei da peça. Admiro muitos dos actores que protagonizam este musical, têm performances extraordinárias, onde para além de encantarem com as suas vozes, dançam de nem penas em cima do palco.
Houve uma cena extremamente engraçada que não estava prevista, o professor Mr. Myers (Alexandre Ferreira) esbarrou, literalmente, com o espelho que estava a entrar em cena. Foi hilariante e deu azo a risota completa na plateia.
Destaco a excelente performance da personagem Tyrone, interpretada por Filipe de Albuquerque. Não sei se foi a influência de ter ainda muito presente a personagem da série, mas o que é certo é que foi a melhor personagem masculina em palco.
A personagem feminina que mais gostei foi a Carmen Diaz, apesar de não me lembrar nela na série (confesso que é uma série que tenho poucas recordações, à excepção de vagas imagens e do Tyrone!). A Vanessa Marques é realmente uma grande cantora, com uma voz muito bonita.
Na parte da comédia, tenho a dizer que me diverti imenso com a personagem interpretada pelo Jonas, um mulherengo (de garganta!), que deu origem a algumas cenas bem divertidas. A Joana Dias, tal como o Jonas, antiga aluna da escola da OT, também interpreta um papel muito cómico.
Tenho pena de não ter sentido mais emoção nas cenas dramáticas, não sei se pelo facto de estar longe do palco, ou se essas cenas não foram interpretadas com o dramatismo que se impunha.
No final da peça, ainda houve oportunidade de ver alguns dos actores. O Jonas foi muito simpático ao se dispor para tirar fotos com as meninas mais animadas da "festa". Ainda ficámos a saber que peça estará no Porto, num futuro muito próximo. Por isso, pessoal do norte se não tiverem oportunidade de ver este Fame aqui em Lisboa, já sabem onde poderão encontrá-los. Eu sei de alguém que lá estará novamente!!! ;)

Ficha técnica
Título: Fame, O Musical
Encenador: Francisco Santos
Em cena: Teatro Tivoli
Descrição: Nick é um rapaz atraente, dedicado à representação, que fez alguns trabalhos profissionais. Serena é uma estudante insegura e emocional. O seu ídolo é Meryl Streep. Joe é um jovem latino cheio de energia. É o "palhaço" da turma sempre mais interessado em impressionar os seus colegas do que os professores. Carmen é uma jovem terrivelmente ambiciosa que procura atingir os seus objectivos de qualquer maneira e a todo o custo. Tyrone é o estudante negro que vem das ruas de Nova York e que se transforma no melhor bailarino da escola. Devido á sua fraca preparação literária tem dificuldades acrescidas que o levam a tomar uma atitude defensiva e provocante. Iris é atraente e tem formação de bailado. Embora de início tenha uma atitude "snob" com o decorrer do tempo sente necessidade de "entrar no grupo". Mabel é uma estudante cujo apetite vai impossibilitá-la de atingir os seus objectivos. Com humor vai conseguir ultrapassar as suas frustrações mudando de curso tornando-se actriz. Schlomo é um músico sensível e sincero. Filho de um compositor famoso, ele acredita no seu talento, mas perante os colegas não consegue revelar-se. Lambshpos é uma baterista bem disposta, sempre pronta a tocar Rock'nRoll. Goody é outro elemento da banda com espírito positivo. Miss Sherman é uma professora de Inglês dedicada. Parece ser autoritária, até irredutível nas suas convicções, mas tem como objectivo principal preparar os seus alunos para a vida real. Miss Bell é uma professora de dança bem intencionada, exigente, que coloca a dança acima de todas as outras disciplinas pois acredita que isso será o melhor para os seus alunos. Mr. Myers, professor de teatro, ensina técnicas de representação provocando e desafiando os seus alunos a revelarem-se interiormente. Mr. Sheinkopf é o tradicional professor de música. Técnica perfeita, Bach e Mozart são os seus temas preferidos.
Elenco principal: Filipe de Albuquerque com Tyrone, Vanessa Marques como Carmen, Fernando Fernandes com Nick, Jonas como Joe, Alexandre Ferreira como Mr. Myers
Género: Musical, Dança
Classificação: Maiores de 6
Classificação (de 0 a 10): 7

sexta-feira, outubro 10, 2008

Eagle Eye em antestreia


Olhos de Lince foi a tradução que deu este Eagle Eye. Fui vê-lo com grandes expectativas, não só pelo facto de ter visto um trailer promissor, como pela participação de Billy Bob Thornton e principalmente pelo Shia LaBeouf.
Sim, este rapaz de 22 anos é para mim o Cristiano Ronaldo de Hollywood, muito jovem e já a dar cartas no mundo do cinema. Tem uma presença muito agradável, tem grande expressividade e tem talento, que se for bem explorado, terá um grande sucesso daqui para a frente.
Este filme não será o melhor para se avaliar as suas capacidades representativas, uma vez que tudo se passa a 1000 à hora, nem dá tempo para se apreciar ou perceber se existe alguma complexidade naquela personagem. Sim, é um daqueles filmes que se espirramos, perdemos uns segundinhos e pronto, ficamos à nora.
De repente, quase do nada, existem cenas de acção vertiginosas, exageradas mesmo, em se fica colocado à cadeira, e logo depois temos cenas mais comedidas. O filme vive destes altos a baixos em termos de velocidade na acção. No entanto, todo o argumento é contado de forma alucinante, foi imprimido um ritmo muito acelerado em todos os diálogos, o que faz com que se perca a profundidade do argumento.
A ideia também já não é original o suficiente para surpreender. Não deixando de ser um tema actual, coloca-nos a pensar sobre a evolução tecnológica. Um Big Brother à escala mundial, é o que aqui se apresenta. Pior é pensar que esta ideia surgiu da cabeça do tão criativo Steven Spielberg.
É nos apresentado um rapaz que recebe em casa um arsenal de material ligado ao terrorismo, e logo de seguida atende um telefonema a dizer que acabou de ser activado e a voz do outro lado começa a dar instruções, a partir daqui a sua vida muda completamente. Até aqui fica-se muito empolgado para tentar perceber o que acaba de se passar. Mas com o avançar da acção, à medida que se vai percebendo o que está por detrás desta trama toda, fica-se um pouco desiludido. Pelo menos eu falo por mim. Nem o final me satisfez…
Acho que se o argumento fosse um pouco mais comedido, onde houvesse tempo para explorar as personagens, os diálogos fossem menos vertiginosos, só se teria ganho com isso.
Mas se é acção pura e dura que se procura num filme, este fará as delícias de qualquer um.

Ficha Técnica
Título português: Olhos de Lince
Título original: Eagle Eye
Realizador: D.J. Caruso
Descrição: Jerry e Rachel são dois estranhos que se cruzam por causa de um estranho telefonema de uma mulher que não conhecem. Ameaçando a sua família e amigos, essa estranha mulher manipula Jerry e Rachel, fazendo deles meros peões do seu jogo diabólico. Eles tentam fugir, mas a estranha controla todos os seus passos, antecipando cada movimento.
Actores: Shia LaBeouf, Michelle Monaghan, Rosario Dawson, Billy Bob Thornton, Michael Chiklis
Género: Drama, Acção
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 118 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 7


Eagle Eye trailer

segunda-feira, outubro 06, 2008

Em forma com a Wii Fit



Depois de ser tentada pelo meu queridíssimo irmão, fui “obrigada” a comprar a Wii Fit.
Parece que depois de me decidir nesta aquisição, tudo à minha volta me incitava para a comprar. Até essa data, pouco ou nada sabia sobre a consola, depois tentei-me informar e onde quer que fosse, só ouvia falar dela, era anúncios na rádio, era reportagens na TV, passatempos aqui e ali… ou seria eu que já andava obcecada pela consola?!?! >_>
É curioso como a plataforma nos consegue dizer a nossa idade física, mediante alguns dados que nos vai pedindo. Pensei que estivesse em muito pior forma do que aquela que aparentemente estou. Só me classificou com mais 2 anos do que aquilo que realmente tenho. Quanto ao peso, também estou no patamar ideal, eheheh
Parecendo que não, aquilo puxa bem pelo físico, mesmo os jogos do Pack Sports, sem serem os exercícios da Wii Fit, deixam uma pessoa com “os bofes de fora”. Escusado será dizer que já ando cheia de dores musculares. :p
A diversão está garantida, e já agora, espero que agora me consiga colocar em forma.


Wii Fit trailer

PS: Eu que já dizia poucas vezes: weeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, agora ninguém me cala!!!

domingo, outubro 05, 2008

Get Smart – Olho Vivo


Lembro-me perfeitamente quando a série, Get Smart, passou na TV. Na altura achava-lhe piada, pois o Maxwell Smart era um daqueles trapalhões engraçados e gostava imenso da personagem da 99.
O filme que foi agora produzido com base nessa série é uma visão que decorre nos tempos de hoje, mas com influências daquela época.
A Anne Hathaway consegue mesmo fazer-me lembrar a 99 original e até o Steve Carell, que até à data nunca me tinha inspirado confiança, conseguiu interpretar um Max mais ou menos convincente, mas confesso que preferia o original. De qualquer forma, achava-o um grande palhaço, e agora tenho uma visão um pouco diferente. Não sou grande fã do seu tipo de humor, mas acho que conseguiria ver alguns filmes dele, coisa que até aqui eu não pensaria fazer.
O filme é engraçado, conseguindo ainda aliar a sátira a alguns filmes conhecidos. Há cenas ridículas e super puxadas, como em tudo, mas existem outras que nos fazem rir à grande. Os efeitos especiais também, estão muito bem conseguidos, e as interpretações são todas muito regulares. Continuo a destacar o papel da Anne, que está maravilhosa neste papel.
É um filme algo previsível, mas se não tivermos grandes expectativas e apenas procurarmos uns minutos de boa disposição, o filme não irá desiludir.

Ficha Técnica
Título português: Get Smart – Olho Vivo
Título original: Get Smart
Realizador: Peter Segal
Descrição: Crescemos todos a rir-nos com ele: o agente Maxwell Smart e a sua habilidosa falta de talento para a espionagem e a sua sedutora, divertida e muito mais jeitosa colega, a agente 99. Max regressa aos ecrãs, agora com o actor Steve Carrel a vestir o fato e Anne Hathaway a calçar os saltos altos da agente 99.
Smart tem como missão contrariar a última tentativa de dominação mundial, perpetrada pelo sindicato do crime conhecido como KAOS.
Quando a sede da agência CONTROL é atacada e a identidade dos seus agentes comprometida, o Chefe (Alan Arkin) não tem outra escolha a não ser promover Maxwell Smart, que sempre sonhou trabalhar com o famoso agente 23 (Dwayne Johnson, mais conhecido como "The Rock", estrela do "wrestling").
No entanto, Smart vai ser parceiro do único agente cuja identidade não foi comprometida: a encantadora mas letal veterana agente 99.
Cada vez mais próximos da KAOS, Smart e 99 descobrem que o colaborador Siegfried (Terence Stamp) e o seu assistente Shtarker estão a planear ganhar dinheiro com a sua rede de terror. Com a sua pouca experiência de campo, Smart - armado apenas com alguns "gadgets" e o seu entusiasmo desenfreado - terá de conseguir derrotar a KAOS se quiser salvar o dia.
Actores: Steve Carell, Anne Hathaway, Dwayne Johnson, Alan Arkin, Terry Crews
Género: Comédia, Acção
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 110 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 6


Get Smart trailer

sábado, outubro 04, 2008

Weeeeeeeeeeeeee


A felicidade que é chegar a casa e ter à espera esta linda surpresa… Ainda estou emocionada!
Desta vez, não comprei os direitos de autor, pelo que, Ruben, podes pedir-me uma indemnização se quiseres, estou disposta a pagar só para divulgar esta preciosidade.
Obrigada à Estrela e claro ao Ruben, por fazer com que a chama nunca esmoreça.


Foi na velha infância nas férias do Verão
Eu brincava ao lenço e ela olhava-me das escadas
Um olhar envergonhado como um pequeno sol
No meio de um Inverno sem saber para onde ir
Verdes anos guardados no meu coração
A brisa da Primavera
Quente como o toque da tua mão
O pátio da escola o nosso ponto de encontro
De noite à janela sorrindo um para o outro.

O tempo não volta atrás
A chuva até pode cair
Mas eu… ainda te sinto aqui
Nada impede de lembrar
Mesmo que seja o nosso fim
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre… o melhor de ti.

Longas são as noites que eu passo sem dormir
Frias são as lágrimas que não me deixam mentir
Um jardim secreto no silêncio desse olhar
Uma alma no deserto louca por te amar
Passeio de canoa, um filme que fizemos
Na margem do rio
A marcas de amor nos demos
Cenário do passado
Um tempo que desejo
Amanhecer junto a ti sob a luz do Tejo.

O tempo não volta atrás
A chuva até pode cair
Mas… ainda te sinto aqui
Nada impede de lembrar
Mesmo que seja o nosso fim
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre… o melhor de ti.

Ainda me lembro das roupas que trazias
Da pulseira às mil e uma cores
E o livro do Patinhas
Que eu tanto pedi.

O tempo não volta atrás
A chuva até pode cair
Mas eu… ainda te sinto aqui
Nada impede de lembrar
Mesmo que seja o nosso fim
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre… o melhor de ti.

O tempo não volta atrás
A chuva até pode cair
Mas… ainda te sinto aqui
Nada impede de lembrar
Mesmo que seja o nosso fim
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre o melhor de ti
Fica sempre… o melhor de ti.

sexta-feira, outubro 03, 2008

E quando…


… tudo que possamos dizer, é usado contra nós, o que é que resulta?
Resulta que fico vermelha que nem um tomate, mas principalmente, resulta em risota geral.
Cada vez dou mais graças, por ter ido parar àquele local de trabalho.
A minha outra vida ficou para trás e já me parece tão distante…

quinta-feira, outubro 02, 2008

Burn After Reading em antestreia


Depois do último, grande, filme dos irmãos Coen, No Country For Old Man, passei a estar mais atenta aos filmes por eles realizados. Ainda não vi muitos, mas este Destruir Depois de Ler sempre me despertou muita curiosidade, por diversos factores. Primeiro é um filme dos Coen, depois tem o George Clooney, o John Malkovich, a Tilda Swinton e principalmente, porque tem o Brad Pitt.
Estive alguns anos de “burro” com o Brad Pitt, mas desde que o vi em Snatch, voltei a adorar os seus papéis. Depois do cigano desvairado e alucinado, temos agora um personnal trainer cabeça de vento e sem um pingo de inteligência. A sua personagem é tão estúpida, que nos coloca a rir às gargalhadas com a sua figura e com os seus diálogos sem nexo… George Clooney é um marshall mulherengo que, apesar de casado, engata tudo o que use saia (gostava de saber porque o colocaram neste papel!). Mais uma vez contracena com Tilda Swinton, com a qual tem um caso, isto enquanto personagens do filme, claro. Por sua vez John Malkvich, marido de Tilda, é um analista da CIA alcoólico que, ao ser despedido, resolve escrever as suas memórias. São precisamente estas memórias desinteressantes que dão origem a toda a confusão à volta da qual se desenrola o argumento. Temos ainda uma empregada de ginásio, interpretada por Frances McDormand, que se encontra desesperada por arranjar dinheiro para fazer umas cirurgias plásticas.
Aliás, todo o filme é um verdadeiro non sense, uma estupidez pegada, mas é isso que nos faz chorar a rir, como me aconteceu por diversas vezes.
Os Coen já nos habituaram a personagens parvas, estranhas e alienadas. Esta é mais uma de suas comédias que não foge ao ritual.
Cada uma das personagens é mais desvairada que a outra, todas têm uma loucura muito particular e todas formam um ciclo de parvoíce.
É estúpido, mas gostei do filme!!!

Ficha Técnica
Título português: Destruir Depois de Ler
Título original: Burn After Reading
Realizadores: Ethan Coen e Joel Coen
Descrição: Os irmãos Coen voltam a assinar uma comédia depois do negro e muito premiado "Este País Não é Para Velhos". "Destruir Depois de Ler" foi o filme de abertura na última edição do Festival de Veneza e conta com um elenco de luxo: John Malkovich, Tilda Swinton, Brad Pitt e os habitués na filmografia Coen, Frances McDormand e George Clooney.
Malkovich é um ex-agente da CIA que, depois de ser despedido pela agência, resolve escrever e compilar as suas memórias, documentando segredos do Governo. A mulher (Swinton), que o trai com outro homem, decide deixá-lo e resolve tentar roubar o disco que contém o único exemplar do precioso e perigoso trabalho. Mas, por engano, o disco vai parar às mãos de dois pouco escrupulosos empregados de um ginásio (Pitt e McDormand). Os dois planeiam explorar ao máximo a sua descoberta, vendendo a informação e conseguindo com isso pagar uma almejada cirurgia plástica. A CIA envia então um agente (Clooney) para recuperar o disco e resolver o assunto, custe o que custar. É claro que a sucessão de hilariantes acontecimentos não tarda a começar.
Actores: George Clooney, Tilda Swinton, Frandes McDormand, Brad Pitt, John Malkovich
Género: Comédia
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 96 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 7


Burn After Reading trailer

terça-feira, setembro 30, 2008

Sem Ti


Obrigada, Susana e Pedro.

The Tudors



Numa altura em que as séries vão regressando aos poucos, ainda não me contentando com isso, dou por mim a iniciar mais uma, The Tudors.
Sei que a RTP já passou a série, mas na altura foi transmitida em maratonas de vários episódios e eu só apanhei alguns, poucos, episódios. Desde essa altura que desejava ver a série por completo, até porque gosto muito do actor que dá vida ao rei Henrique VIII, Jonathan Rhys Meyers.
Nunca fui muito chegada à História na escola (desculpa, Papiro!!!), mas desde que deixou de ser uma obrigação estudá-la, tenho-me interessado muito mais pelos factos históricos. Não é à toa que adoro visitar castelos e imaginar a vida das pessoas naquela época. Os filmes históricos e de época, também, me têm vindo a impressionar cada vez mais, vai daí, nada melhor que começar a ver esta série.
A falar a verdade não conheço nada da história deste monarca, apenas a sua fama de mulherengo. A série retrata bem essa realidade.
Estou nesta altura a meio da 1ª temporada e estamos a entrar na fase “Ana Bolena”. Chego à conclusão que quero ver o filme “Duas Irmãs, um Rei”, pois esta história está bem interessante.
Sei que o argumento da série não é fiel aos factos verídicos, está muito mais adaptado ao interesse do público. A história que nos é apresentada sobre o casamento da irmã do rei de Inglaterra com o suposto rei português, é totalmente ficcionada e ainda bem pois não gostei da forma como retrataram a corte portuguesa. É bom saber que nessa altura o rei que governava em Portugal era o rei D. João III e era ainda um rei muito jovem, mais jovem que o próprio Henrique VIII. :p
Outra questão que se levanta, são os parâmetros de beleza da altura e os de agora. Depois de ver pinturas dos protagonistas reais desta história, dá para perceber que as personagens retratadas na série não são, nem de perto, parecidas fisicamente. Hoje em dia uma série para ter algum sucesso tem de ser “impregnada” de “glamour” e seria impensável chamar actores que fossem parecidos com as figuras da época. Valha-nos o guarda-roupa e os cenários para nos transportar para aquele tempo.
Tirando estes pormenores, estou a adorar a série. O Jonathan já provou mais do que uma vez que é um excelente actor e aqui não me desilude nem um bocadinho. Aliás, um dos pontos fortes da série é precisamente o elenco, personagens bem estruturadas, credíveis e carismáticas.
A série conta já com 2 temporadas, estando já uma 3ª agendada para a Primavera de 2009.


The Tudors: Making a King

domingo, setembro 28, 2008

Ele está de volta!!!


Quem?!? O Emanuel, está claro!!!!!
As saudades que eu já tinha deste menino... Adorei voltar a vê-lo e a ouvi-lo.
Para os mais distraídos, começou na RTP1 o novo programa chamado "A Minha Geração". Hoje tivemos direito a uma voltinha pelos anos 80, mas o maior privilégio foi voltar a ver o Emanuel da Operação Triunfo em palco. Era ele entrar em palco e os ruídos de aplausos no público faziam-se logo ouvir.
Ele merece, isto e muito mais. Ele brilhou, ele sobressaiu de entre o resto dos cantores, ele mais uma vez, reinou.



PS: A Ritinha lá estava no público e que linda!!!!

Nissan Tiida


Este já é meu!!!

sábado, setembro 27, 2008

Carlos Paião, 20 anos depois


Foi com enorme satisfação que, por estes dias, ouvi a boa nova. Após 20 anos da morte de Carlos Paião, será editado um álbum com as melhores músicas alguma vez compostas / interpretadas por este grande senhor da música que desapareceu cedo demais.
A novidade é que os clássicos terão agora versões completamente novas e serão interpretados por bandas e músicos da actualidade.
Estou cheia de curiosidade para colocar os meus ouvidos neste CD, que irá estar à venda nas lojas já na próxima 2ª-feira.
Pela pequena amostra que já ouvi, este disco promete. E eu prometo ouvi-lo com muita atenção.

Aqui fica o alinhamento:
01. Rui Veloso – Cinderela
02. Tiago Bettencourt e Mantha – Pó de Arroz
03. Donna Maria – Vinho do Porto
04. F – Cegonha
05. Pólo Norte – Eu não sou Poeta
06. Per7ume – Versos de Amor
07. Balla – Não há duas sem três
08. Mesa – Senhor Extraterrestre
09. Loto – Telefonia
10. M.A.U. – Ga-gago
11. Sam The Kid – Playback (Instrumental)
12. 4Taste – Playback
13. Oioai – Discoteca
14. The Vicious Five – Zero a Zero

quinta-feira, setembro 25, 2008

Hoje sinto-me...


... simplesmente, feliz!!!

terça-feira, setembro 23, 2008

Desafio: Os meus 10 +


O Flávio deixou-me em maus lençóis… lançou-me um desafio que é muito complicado ultrapassar. Eleger os meus 10 actores favoritos? Tarefa muito difícil.
Numa lista inicial contei mais de 20 actores e a lista continuava a engordar… Depois de muito ponderar e de ficarem mais de 20 actores de fora, aqui fica a lista possível.
E tenho a salientar que esta lista enorme, só contemplava os actores de cinema, nem sequer incluí actores de séries, ou actores portugueses. Senão…
Sem qualquer ordem de precedência, por ordem alfabética:

Christian Bale

Clive Owen

Edward Norton

Eric Bana

Gerard Butler

James McAvoy

Jared Leto

Johnny Depp

Jude Law

Viggo Mortensen


PS: Flávio, quando eu te apanhar!!! Just kidding. ;)

domingo, setembro 21, 2008

Mamma Mia, que musical!!!


O filme já estreou há mais de 2 semanas e quando fui ver, na 6ª-feira, a sala ainda se encontrava cheia até às costuras. Com bilhete comprado com quase 2 horas de antecedência, já não havia muita escolha de lugar! Eu que não gosto de salas apinhadas, este género de filme é sempre mais aprazível ver em conjunto, pois ouvimos as reacções de um maior nº de pessoas.
Acho que se as pessoas não estivessem perfeitamente instaladas nas suas cadeiras, teriam saído pela sala fora a dançar e a cantar por ali fora. É que o filme é tão apetecível que dá mesmo vontade de dançar. À falta de oportunidade optou-se por trautear as músicas e bater o pezinho ao ritmo da música. Eu ainda acrescentei um largo sorriso ao longo de todo o filme, de tal forma que no final do filme me doía a face. :p
Começo por referir que as músicas dos Abba, as mais conhecidas, sempre me alegraram os dias. Cá em casa sempre se ouviu esta banda sueca e eu não poderia fugir ao bichinho. Assim, não só este filme, como o próprio musical, sempre me despertaram uma enorme curiosidade (e agora que ando numa onda de musicais, ainda mais!). Claro que estou influenciada pelo impacto, muito recente, que tive ao vê-lo, mas mesmo assim posso dizer que convicção que é um dos meus musicais favoritos de todo o sempre, e eu que adoro musicais já vi uns quantos. Ok, não saber que história estava por detrás do musical, poderá ter ajudado ao encanto, mas isso é bom, não é?
É impressionante como todas as músicas se encaixam com primor no argumento. Melhor, o argumento está escrito para ir ao encontro das letras das músicas, mas é extraordinário como a musicalidade resulta na perfeição. Aliás, as cenas que são musicalizadas são as melhores ao longo do filme.
O grande destaque só pode ir para a Meryl Streep, que com a sua idade está extraordinária. Tomara eu, chegar à sua idade com aquela jovialidade e elasticidade. A forma como a vestiram, faz lembrar uma adolescente autêntica, já para não falar na sua forma de pensar e agir. Qual é a diferença entre a chegada das amigas da filha à ilha e a chegada das suas próprias amigas? Nenhuma!! (quando virem, sabem do que falo) ;)
A actriz que faz de sua filha, Amanda Seyfried, foi escolhida a dedo, não só pela musicalidade da sua voz, mas também pela beleza e ternura.
Já o Pierce Brosnan, prefiro vê-lo a empunhar uma arma como James Bond, do que a cantar. Vá lá, não canta assim tão mal… Mas só pelo prazer de o ver no final… já valeu a pena ele participar no filme. É de partir a rir!!!
E as paisagens?!? Deslumbrantes!!! As músicas cantadas escada acima, escada abaixo, sempre com o mar e com muita luz como pano de fundo, numa ilha grega esquecida pelo homem, mas onde, mesmo com muita falta de dinheiro, todos são felizes.
Se me perguntarem qual a cena/música que mais gostei de ver representada, não saberei responder. Posso apenas dizer que visualmente a que melhor resultou (para mim) foi a Dancing Queen (só apetecia levantar da cadeira e sair a dançar atrás das personagens do filme), mas a que mais emoção me provocou foi a The Winner Takes It All (e talvez a S.O.S.) e a mais divertida a Super Trouper, isto sem falar do final do filme, que… Vejam!!!

Ficha Técnica
Título: Mamma Mia!
Realizador: Phyllida Lloyd
Descrição: "Mamma Mia!" foi um dos musicais mais vistos e aplaudidos (por 30 milhões de pessoas em 170 cidades pelo mundo), ao som da música dos Abba. Agora, vai provavelmente tornar-se o grande filme de Verão.
Donna (Meryl Streep) é uma mãe solteira e independente que gere um pequeno e idílico hotel numa ilha grega. A filha Sophie (Amanda Seyfreid) vai casar e para o casamento Donna convida as suas melhores amigas. Mas Sophie, que secretamente sonha encontrar o pai, faz também três convites inesperados. À ilha chegam três homens (Colin Firth, Pierce Brosnan e Stellan Skarsgard) que pertenceram ao passado de Donna, sendo que qualquer um deles pode ser o pai de Sophie. Em 24 horas, Donna desespera e tudo pode acontecer, até porque com um casamento por perto o romance anda no ar.
Actores: Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth
Género: Comédia, Musical
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 108 minutos
Classificação: Maiores de 6 Anos
Classificação (de 0 a 10): 9


As melhores músicas de Mamma Mia!

quinta-feira, setembro 18, 2008

Tempestade Tropical em antestreia


Nunca fui adepta de actores patetas e trapalhões, gosto de comédias, mas daquelas que ainda têm uma história para contar. Longe vão os tempos que me deliciava a ver filmes paródia. Tirando o Ases Pelos Ares, Aonde Pára a Polícia, ou o Aeroplano, poucos me terão arrancado umas boas gargalhadas. No entanto, o Ben Stiller é uma excepção à regra. Gosto dele como actor cómico, não só porque me faz realmente rir, mas principalmente porque faz vários tipos de comédia, não se deixando ficar pela comédia fácil e barata. Claro que há filmes e filmes, e nem tudo o que ele faz, sai bem à primeira, mas no geral, tem a sua piada.
Ontem fui ver o seu mais recente filme, Tempestade Tropical, onde aliás acumula várias funções, actor, realizador, argumentista, produtor e o que mais houvesse.
Ver um filme num dia de semana à noite é sempre um desafio, já que depois de um dia de trabalho, é muito provável que o sono apareça. Mas não foi o caso deste filme. O ritmo é algo acelerado e se não estamos atentos, com a entrada e a saída de personagens de cena, é provável que nos percamos um pouco nos diálogos.
É um filme cheio de actores conhecidos (deve ser a comédia com maior nº de actores conhecidos do ano) e até improváveis. E digo isto porque, até mais de metade do filme, não reconheci uma das personagens do filme, e digo que depois de o reconhecer fiquei pasma pela sua caracterização. Acho que descobrimos uma nova faceta neste actor. E não, não me estou a referir ao Robert Downey Jr., embora ele também esteja muito bem “camuflado”.
Temos um filme dentro de outro filme que, às tantas, deixa de ser filme para passar a ser bem real e eles (personagens) nem se dão conta. Tudo o que parece que é, muitas vezes não é bem assim. As cenas de acção assemelham-se a um verdadeiro filme de acção, as cenas de comédia muitas delas são hilariantes, de fazer chorar a rir, embora haja muitas que são nojentas e até despropositadas…
Foi engraçado chegar ao final do filme e ouvir os comentários das pessoas. Eram todos do tipo: “Este Ben Stiller, não existe!”, ou “É um filme mesmo à Ben Stiller”. Eu acrescento: É um filme que entretém, que nos pode arrancar umas valentes gargalhadas e que dentro de género está porreiro…

Ficha Técnica
Título original: Tropic Thunder
Título português: Tempestade Selvagem
Realizador: Ben Stiller
Descrição: Ben Stiller, Jack Black e Robert Downey Jr. são os protagonistas de "Tempestade Tropical" e também os protagonistas do filme dentro do filme. Confusos? Eles são três actores caprichosos, egocêntricos e, supostamente, talentosos actores que são contratados para protagonizarem o filme de guerra mais caro de sempre. Tugg Speedman (Stiller) é a estrela, mas uma estrela em queda, depois de uns quantos fracassos comerciais. Jeff Portnoy (Black) é um cómico que quer ser levado a sério e Kirk Lazarus (Downey Jr.) é um actor do Método e, este sim, leva-se tão a sério que resolve submeter-se a um tratamento para ficar negro, porque um filme de guerra tem de ter um afro-americano. Quando os custos de produção disparam, o estúdio decide cancelar o filme. Mas o realizador recusa-se a parar a rodagem e leva o elenco para as florestas do Sudoeste Asiático, onde pode fazer um filme inspirado no "cinema-verdade". Só que aí, estes actores armados em exército poderoso vão encontrar vilões que não são a brincar, que têm armas a sério e que magoam a valer.
Actores: Ben Stiller, Robert Downey Jr., Jack Black
Género: Comédia
Ano de Lançamento: 2008
Duração: 107 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 8


Tropic Thunder trailer

segunda-feira, setembro 15, 2008

Becoming (sweet) Jane (Austen)


Mais um filme que me deixou sem palavras. Este fim-de-semana foi rico em termos de filmes. Ontem vi o Becoming Jane, a suposta história da vida da escritora britânica Jane Austen.
Eu sou tão duhhhh, que vi todo o filme na boa. Só no final percebi que aquela Jane de apelido Austen, era a famosa escritora… Mas não foi isso que fez o filme perder o seu encanto.
Pouco se sabe sobre a vida de Jane Austen e tudo o que é retratado no filme baseia-se em especulações e em cartas endereçadas a sua irmã. E sendo verdade o âmago deste argumento, fiquei a admirar ainda mais esta grande senhora, que era uma mulher à frente de seu tempo, que nunca se acomodou perante a sociedade da época.
Segundo, o filme a história de amor de Jane foi a sua grande inspiração para a escrita dos seus 6 romances, todos eles de grande sucesso.
Adorei a forma como nos foi apresentada esta linda história de amor, não só os protagonistas são muito “glamourosos”, como acho que têm uma química tão intensa que me arrepiei por diversas vezes. Como é que apenas um olhar entre estes 2, me fazer friozinho na barriga?
O filme está repleto de diálogos emotivos, cheios de frases maravilhosas, que nos deixam extasiados.
Já tinha adorado o James McAvoy no Atonement, um outro filme de época, e desde aí que ando de olho no rapaz. Cheio de talentos, digo eu. E sendo a 2ª vez que o vejo num filme do género, digo que ele fica muitíssimo bem naquelas vestes… ;)
A Anne Hathaway surpreende-me cada vez mais. Ela já não a menina que fez de princesa, nem tão pouco enfeitiçada Ella. Desde o seu papel em Brokeback Mountain que a consigo ver de outra forma, como uma Actriz, e tão encantadora!
Fiquei com uma vontade enorme de ler os seus romances. Sim, é um erro crasso, mas nunca li um único romance dela. É que para além de nunca ter lido um livro de Jane, ainda nem sequer um filme baseado nos seus livros, vi. É desta!!!
Os seus romances são tão adorados, que todos eles já mereceram honras de ser adaptados ao cinema ou à TV. Há falta de mais livros a adaptar, fez-se e muito bem, um filme baseado na sua vida, ainda que com muitas dúvidas de que tudo se tenha passado desta forma.
Eu só sei que o filme terminou e eu estava lavada em lágrimas.

Ficha Técnica
Título original: Becoming Jane
Título português: A Juventude de Jane
Realizador: Julian Jarrold
Descrição: Jane Austen (Hathaway) acredita no amor. Os seus pais (Walters e Cromwell) pretendem que ela case por dinheiro e na Inglaterra de 1795 essa é a entrada, no mundo, para uma jovem mulher. Mas quando a rapariga de 20 anos conhece o jovem encantador irlandês, Tom Lefroy (McAvoy), a sua inteligência e arrogância despertam a curiosidade de Jane e o seu mundo vira-se de pernas para o ar. Poderá Jane dar-se ao luxo de rejeitar a oferta do sobrinho de Lady Gresham (Smith), opor-se à autoridade dos pais e desafiar as convenções sociais?
Actores: Anne Hathaway, James McAvoy, Julie Walters, Maggie Smith
Género: Drama, Romance
Ano de Lançamento: 2007
Duração: 120 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 9


Becoming Jane trailer

sábado, setembro 13, 2008

Into The Wild


Estou esmagada… acho que é isso mesmo que sinto depois de ver o filme Into The Wild. Meses a adiar, meses a tentar ver o filme, para finalmente hoje, numa altura em que procuro algo que me leve o pensamento para bem longe, ficar assim, perturbada (no melhor dos sentidos), ao ver esta obra do grande Sean Penn.
Quem diria que Emile Hirsch, o rapaz inocente de The Girl Next Door, se iria transformar no grande actor que aqui revelou ser? Uma interpretação tão impressionante, quanto real e ao mesmo tempo tão encantadora. O filme é todo ele, claro que as outras personagens servem de suporte, mas é ele o foco.
Um argumento escrito de forma exemplar por Penn, baseado no livro de Jon Krakauer, o jornalista que seguiu durante 3 anos o rasto de Christopher McCandless. Este jovem que depois de terminar a faculdade decide deixar a sua vida de mordomia, para se lançar na natureza e apenas viver do que ela lhe podia oferecer, cujo único plano seria alcançar o Alasca.
Não há simplesmente nada que se possa repreender neste filme. As paisagens que nos são apresentadas, são um complemento aos pensamentos de Chris que diz quem lê o livro, fica com uma vontade enorme de ver o filme. As interpretações dos actores de suporte estão muito bem conseguidas. A banda sonora original escrita por Eddie Vedder, que se encaixa na perfeição com todo o ambiente vivido e as paisagens agrestes. O argumento fenomenal cheio de citações e frases que nos deixam a pensar sobre o que a sociedade se tornou, sobre as relações humanas, sobre a solidão, mas sobretudo sobre uma vida selvagem levada ao extremo. E depois temos o Emile.
Depois de ver fotos do verdadeiro Chris, dá para perceber que todo o filme foi estudado ao mais ínfimo pormenor. Apesar do Emile não ser muito parecido fisicamente com o Chris, a roupa, os óculos e até o Autocarro Mágico são um retrato fiel da realidade.
O filme tem o dom de me embriagar, ao ponto de me despertar um desejo interior de fazer uma incursão naquela paisagem, viver uma vida desprovida de coisas materiais, ou pelo menos viver uma vida longe do quotidiano rotineiro que nos agasta todo o santo dia.
Um aparte. Sempre que ouvia falar no filme, Into The Wild, apenas me vinha à lembrança a música The Mission dos 30 Seconds To Mars. É só conhecer-se a letra, para se perceber o porquê. ;)
Um filme com o carimbo de qualidade do blog TheStarIsMe.

Ficha Técnica
Título original: Into The Wild
Título português: O Lado Selvagem
Realizador: Sean Penn
Descrição: Into the Wild é baseado numa história verídica e no bestselling literário de Jon Krakauer. Depois de se formar na Universidade de Emory em 1992, Christopher McCandless (Hirsch), estudante de topo e atleta, abandona as suas posses, oferecendo as suas poupanças de 24 mil dólares à caridade, para ir viver para o Alasca. Ao longo do seu caminho, Christopher encontra uma série de personagens que dão forma e sentido à sua vida.
Actores: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Catherine Keener, Vince Vaughn, Kristen Stewart
Género: Drama, Aventura
Ano de Lançamento: 2007
Duração: 140 minutos
Classificação: Maiores de 12 Anos
Classificação (de 0 a 10): 10


Eddie Vedder - Hard Sun (Music Video)

Apocalyptica dão-me a conhecer Cristina Scabbia


Há anos que não ouvia os Apocalyptica e nem o seu regresso ao nosso país pelas mãos do RiR (que as rádios fizeram o favor de não transmitir!!!!) me levou a consultar o seu reportório.
Ontem, ao ouvir uma música solta do seu último álbum, Worlds Collide, fiquei tão entusiasmada que tive de ir verificar o álbum completo. No geral é bom, embora seja um pouco “duro” demais para o meu gosto mais “delicado”, mas tem músicas muito boas, umas somente instrumentais, outras com letra como este S.O.S. (Anything But Love) cantado por uma menina chamada Cristina Scabbia.
Foi paixão ao primeiro acorde. Adoro o embalo da música, mas adoro ainda mais o timbre da voz da Cristina. Ela é a vocalista da banda rock gótico italiana de nome Lacuna Coil. Este nome diz-me alguma coisa, mas mesmo depois de ouvir o último álbum deles, não consigo perceber onde já o ouvi.
Deixei de acompanhar a música dos Apocalyptica logo após o sucesso do seu álbum de estreia, Plays Metallica by Four Cellos. Lembro-me perfeitamente que em meados da década de 90 eles vieram actuar num festival de Verão e os ouvi via rádio. Na altura já gostava imenso da sua música forte, onde tocavam os êxitos dos Metallica em violoncelo. Só eles me conseguiam fazer ouvir o som deste instrumento, que para mim sempre tinha estado ligado à música mais clássica. Sei que para mim foram um marco na música pela originalidade que imprimiam na sua música.
Agora passados 12 anos da edição desse álbum, é um prazer ouvi-los, num registo mais hard do que estava habituada, mas ainda assim com vontade de continuar a redescobrir a sua discografia mais antiga. É muito bom saber que estes 4 violoncelistas se tornaram nuns músicos de corpo e alma.
A prova disso, é esta música…


Apocalyptica & Cristina Scabbia – S.O.S. (Anything But Love)

Apocalyptica & Cristina Scabbia – S.O.S. (Anything But Love)

Bound to your side and trapped in silence
Just a possession
Is this sex or only violence
That feeds your obsession

You send me to a broken state
Where I can take the pain just long enough
Then I am numb – then I just disappear

So go on infect me
Go on and scare me to death
Tell me I asked for it
Tell me I'll never forget
You could give me anything but love
Anything but love

Does it feel good tonight
Hurt me with nothing
Some sort of sick satisfaction
You get from mindfucking

Stripped down to my naked core
The darkest corners of my mind are yours
That's where you live
That's where you breathe

So go on infect me
Go on and scare me to death
Dare me to leave you
Tell me I'll never forget
You could give me anything but love
Anything but love

Without any faith
Without any light
Condemn me to live
Condemn me to lie
Inside I am dead

So go on infect me
Go on and scare me to death
I'll be the victim
You'll be the voice in my head
You could give me anything but love
Anything but love

Balanço


A pedido de muitas famílias (o JPT!!!), vou fazer um balanço destas 2 primeiras semanas de vida nova.
É bom pertencer a um grupo de pessoas que mais parecem amigos de longa data. É bom trabalhar num ambiente onde qualquer coisa, mínima que seja, pode derivar numa risota geral. É bom reencontrar pessoas de vidas passadas. É bom poder almoçar à beira rio, com uma vista excelente. É bom poder esticar as pernas depois de um almocinho destes, quem diz esticar as pernas, pode dizer, ir às compras. É bom ter chefes que todos os dias nos perguntam como estão a correr as coisas. É bom ter chefes que são danados para a brincadeira. É bom trabalhar sem a pressão e o stress que eu vinha acumular. É bom conseguir descontrair durante o dia, para desanuviar.
Resumindo, é bom viver esta nova vida.
Mas como nem tudo são rosas, existe um senão… o trânsito que apanho ao sair depois de um dia de trabalho. Vai valendo o pôr-do-sol, a nova paisagem, a música e o telemóvel, para fazerem companhia.

quinta-feira, setembro 11, 2008

O estado das coisas


Como são as coisas… Tudo acontece em catadupa e eu nem posso fazer nada contra. De um minuto para o outro descubro que os Keane vêm novamente tocar ao Coliseu de Lisboa, logo depois vem-me aos ouvidos que os Extreme tocam no mesmo local dias antes, já para não falar que o Lemonheads vêm ao Santiago Alquimista e depois o elenco do WSS está a mudar constantemente?
Tudo isto depois de combinar uma ida ao teatro para ver a A Verdadeira Treta e de pensar seriamente em ir ver o Cabaret. Isto não é normal!!!
E o euro-milhões que não há meio de me sair… :(

E quando…


… estamos paradas no trânsito, ao nosso lado se coloca um carro cheio de gajos, com a música a tocar em altos berros, e nos começam a fazer sinais para chamarem a nossa atenção, como chicos espertos que são, o que é que dá vontade de fazer? Partir para a estalada, é claro. Manquem-se!!!

Ainda se fosse alguém como este menino... ;)


PS: A desculpa esfarrapada que eu usei para colocar aqui uma foto gira, eheheh!!!

domingo, setembro 07, 2008

Pedro Bargado a embalar-me… com a sua melodia


Se há coisa que me arrependo de não ter conseguido fazer quando tive oportunidade, foi de não ter ido ver o Pedro Bargado na pele de Judas em Jesus Cristo Superstar.
Numa tentativa de me redimir, tentei travar conhecimento com a sua música… e hoje posso dizer que me roo todinha por ainda não ter visto um musical interpretado pelo Pedro.
Estou ansiosa para que o novo musical do Filipe La Féria estreie no Politeama, o West Side Story. Soube que está previsto começar em Novembro, mas os mais optimistas falam que poderá ser ainda antes disso. Seja como for, quero que chegue rápido, pois o Pedro tem uma voz lindíssima. A provar isso vou deixar aqui uma música que foi difícil escolher entre tantas maravilhosas que ele tem.
O que mais me apraz é o timbre da voz dele, uma voz cheia de garra, conjugada com a sua dicção perfeita e a melodia da música que acompanha a sua voz numa união divinal. E isto resume-se à sua voz, pois a sua presença em palco e o seu talento para a representação, deve ser a cereja no topo do bolo.
Depois de ver uns vídeos gravados no Chuva de Estrelas onde ele interpretou tão bem o seu Prince, nem queria acreditar que era ele. Lembro-me dele e particularmente da sua actuação, mas nunca conseguiria associar o Pedro àquele Prince. Quanto à Academia de Estrelas, que ele partilhou com o Ruben Varela, não me recordo nada deles, até porque nunca acompanhei o programa. Hoje, arrependo-me de não o ter visto, pois saíram dali grandes talentos, que a seu tempo têm vindo a ser muito bem aproveitados.
Então aqui fica uma bela amostra da voz do Pedro.



Pedro Bargado – Estás Aqui, Eu Sei

Olho nos teus olhos
Vejo palavras sem voz
Sinto o silêncio
Será a falta de nós?
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
Estou à tua espera
Mantenho a chama acesa
E pra mim
Estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...

Mais ninguém ainda
Me conheceu melhor,
Melhor que tu!
Mais ninguém ainda,
Que como eu te soubesse de cor!
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
E pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar
E pra mim
Estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...

Estou à tua espera
Mantenho a chama acesa por ti...
Tenho a certeza
Não foste embora eu sei
Pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar
E pra mim estás aqui
Não te consigo apagar
Tão perto
Não perdi a luz desse olhar...

sexta-feira, setembro 05, 2008

O aniversário de Freddy Mercury


Posso afirmar que uma das bandas mais míticas para mim, são e sempre serão, os Queen. É verdade que este ano já passam 16 anos da morte do seu vocalista, mas o Freddy Mercury ainda hoje faz parte da minha cultura musical. Ele para mim é eterno, pois ainda hoje ouço as suas músicas com o mesmo entusiasmo que há 20 anos atrás.
A sua morte marcou-me profundamente, lembrando-me ainda desse dia como se fosse, hoje. Eu estava ainda no secundário, talvez no 8º ano, e estávamos a ter uma aula de Educação Visual. Foi uma aula muito interessante, onde se passou a hora inteira a falar sobre os Queen e sobre o Freddy, em particular. Por ironia do destino, a nossa professora desse dia, também já hoje não se encontra entre nós.
Ainda hoje sei que ele morreu em Novembro de 1991, apenas não consigo precisar o dia sem uma pequena pesquisa na internet.
Hoje, penso que pela primeira vez, li o seu verdadeiro nome, Farokh Bommi Bulsara e nasceu em Zanzibar.
E porque hoje ele faria 62 anos se fosse vivo, aqui deixo uma das suas músicas que mais me emociona, em sua homenagem, Who Wants To Live Forever… a falar a verdade, ele sempre viverá para sempre, atrás da sua música.


Queen - Who Wants To Live Forever

Mas como é tão difícil escolher uma só música dos Queen e como sempre vi o The Show Must Go On como uma mensagem que o Freddy nos quis deixar para a posterioridade, aqui fica mais este hino…


Queen - The Show Must Go On

segunda-feira, setembro 01, 2008

Apelo… JCS wanted!!!


Ora bem. Os papéis desta vez vão-se inverter. Vou-vos pedir a vocês que comentem e escrevam sobre o que foi o musical Jesus Cristo Superstar no Portimão Arena.
Tenho imensa pena de não ter ido assistir, e agora já não há como. A peça terminou ontem, e gostaria muito de saber o que acharam.
Como foi ontem? Muita lágrima a cair? Muitos abraços de despedida? Muitas surpresas antes e depois do espectáculo? Vá lá, contem-me tudo, não me escondam nada…
Estou ansiosa para saber mais novidades sobre o novo musical do sr. La Féria, West Side Story. Pelo que li, os protagonistas serão o Pedro Bargado e a Anabela, a ver se se confirma esta informação, mas penso que tenha sido o próprio La Féria a revelá-la. A ver se é desta vez que vou vislumbrar as actuações destes 2 grandes actores.
Que ele comece e depressa, no Politeama!!!