quarta-feira, dezembro 29, 2010

Balanço do ano de 2010

O ano velho está a chegar ao fim. Altura mais do que ideal para compilar o melhor do ano. As minhas categorias são as que a seguir se reportam.

Música
Banda revelação: A Silent Film
Artista a solo revelação: Adam Lambert
Banda do ano: Thirty Seconds to Mars
Banda promissora: Livingston
Melhor regresso: Take That
Álbum do ano: For Your Entertainment do Adam Lambert
Artista a solo português: David Fonseca
Álbum português do ano: Páginas de um Dia dos Dr1ve
Concerto do ano: U2 em Coimbra
Concerto português: David Fonseca no Coliseu de Lisboa
Vídeo do ano: Kings & Queens dos Thirty Seconds to Mars

Cinema
Filme do ano: Inception
Realizador do ano: Christopher Nolan
Actor do ano: Johnny Depp
Actriz do ano: Angelina Jolie
Banda sonora do ano: Inception
Filme português do ano: Contraluz

Televisão
Série do ano: Dexter
Maior vício do ano: Entourage
Actor do ano: Michael C. Hall
Actriz do ano: Julia Stiles
Apresentador do ano: Ryan Seacrest

Teatro
Musical do ano: Fado – História de um Povo
Peça do ano: Apanhados na Rede
Actor do ano: José Raposo
Encenador: Filipe la Féria

Em termos musicais, o ano de 2010 foi riquíssimo. Espero que o próximo ano a qualidade se mantenha.
O mesmo não se pode dizer das restantes categorias. No cinema foram muito poucos os filmes que realmente me empolgaram, conto 3 ou 4 somente. Nas séries não me consegui entusiasmar com nenhuma série nova e o teatro já foi mais original e promissor.

Posto isto, quero desejar a todos um excelente ano de 2011 e que o ano traga muita felicidade a todos (sim, porque a crise só nos chateia quando precisamos reclamar, né!?!?). =p

Até para o ano.

sábado, dezembro 25, 2010

sábado, setembro 11, 2010

Teste via HTC Desire


O meu primeiro post através do meu novo brinquedo: o HTC Desire. Isto é 1 vício autêntico!!!!!!

Published with HTC Desire

terça-feira, agosto 10, 2010

Calor abrasador

Sou só eu, ou está verdadeiramente calor?!?!?
É que nem o ar condicionado no escritório consegue arrefecer o escritório. Em edifícios modernos, todos envidraçados, a levar com o sol abrasador o dia inteiro, como é que querem que com temperaturas tão elevadas se consiga um clima fresco? Desculpa da empresa de climatização: a temperatura do rio atingiu os 30º (o rio é que fornece a água para refrigeração do edifício), pelo que não se consegue conservar a água fresca para a refrigeração, nem mesmo de noite.
Sobre a zona da grande Lisboa parece pairar uma nuvem de calor, de fumo, de pó, de poluição, sei lá. O certo é que o céu há muito deixou de ser azul, para se tornar laranja acinzentado.
E dormir à noite, sem ar condicionado em casa é uma aventura. Janelas todas abertas, estores não corridos para ver se corre alguma arejem e mesmo assim se transpira por todos os poros do corpo.
Nota mental: no próximo ano se houver uma onda de calor deste calibre, comprar um ar condicionado, mesmo que nem me dê muito bem com ele!!!!

Deixo uma música a condizer com o tempo (acabei de descobrir esta versão da música Sandra que amei!!!):

segunda-feira, agosto 09, 2010

O aniversariante do dia: Eric Bana

Quem diria que este Deus Grego tem já 42 anos feitos hoje?!?!
O último filme que vi dele foi A Mulher do Viajante no Tempo e tenho a dizer que é muito muito lindo!

sábado, julho 31, 2010

Contraluz

A morte de António Feio, um dos grandes actores, encenadores e humoristas português deixou-nos a todos mais ou menos abalados. A mim, devo confessar que me deixou de coração muito apertado. Desde muito cedo que o acompanhei, na TV principalmente e mais recentemente no teatro. O facto de ter tornado pública a sua doença e de sempre a ter enfrentado de frente, foi um grande exemplo de coragem e que o aproximou do publico ainda mais.
A mim, mesmo depois da sua morte, continua a inspirar-me e levou-me inclusivamente à sala de cinema ver o filme do primeiro realizador português a filmar em Hollywood.
Aos anos que não via um filme português no cinema, devo confessar que não são muitos os filmes portugueses que me fazem ir ao cinema. Mas não tenho culpa que a grande maioria seja relacionado com temas que estão esgotados pelo nosso dia-a-dia, como a corrupção, sexo, drogas, crime, etc, etc.
Contraluz, é um filme contado nalguns flashbacks muito bem conseguidos. A mensagem que nos transmite é muito bonita. E o que me fez adorar mesmo muito o filme foi a fotografia, as paisagens, umas agrestes, outras muito harmoniosas, as cores do meio ambiente, a (contra)luz e a banda sonora (o tema final é dos Santos e Pecadores). Um argumento simplista e original, que resulta num todo fechado.
E no final, o filme é dedicado ao próprio António Feio.
May your soul rest in peace!

domingo, julho 25, 2010

Fim-de-semana cinematográfico

Este fim-de-semana foi produtivo em termos de cinema. Vi 3 filmes, acabei com uma "birrice" e meia e quase ia apanhando uma constipação... xD

6ª-feira noite de Inception. O hype que se gerou em torno do filme deixou-me deveras curiosa e ainda não sabia eu que o filme era do Christopher Nolan (o mesmo do Memento, facto que eu estava alheia). O facto do Leonardo DiCaprio ser o actor principal deixava-me de pé atrás, mesmo depois de ter adorado os seus papéis em O Aviador, O Diamante de Sangue e Body of Lies. Aquela carinha de puto nunca me deixava ver o grande actor que se escondia atrás das feições de menino. O facto é que ele cresceu, perdeu aquela expressão e agora sim, está feito um actor de verdade.
Inception, que em português recebeu mais uma tradução exemplar de A Origem, é até ao momento o meu filme eleito como Filme do Ano, quiçá dos últimos anos. O Nolan já provou diversas vezes as armas que tem e continua a fabricá-las como se não houvesse amanhã. Começo a elegê-lo o meu realizador favorito a par com o Tim Burton. Inception é mais uma obra-prima. Nem consigo decidir-me se prefiro o Memento se este Inception. De histórias originais e que aparentemente nunca antes foram contadas o Nolan percebe e bem. Sim, quando se pensava que já tudo tinha sido escrito e que pouco ou nada poderia surpreender, eis que nos chega uma história sobre sonhos. Sonhos, algo que todos nós conhecemos bem e que conseguimos identificar nas várias cenas do argumento, as sensações, a desordem e confusão dos sonhos, os pequenos factos sobre os sonhos, de como nunca sabemos como vamos parar a determinado destino no sonho, até aos pequenos actos que nos levam a acordar de um sonho… tudo está patente neste argumento genial.



Sábado, foi dia de Shrek. Parece que é a última aventura, o que acho muito bem. Não gostaria de ver gasta a “imagem” deste ogre. Já este, que apesar de divertido e claro, com mais uma história moral por trás, poderia ter sido deixado na gaveta. O filme está giro, muito engraçado, apenas não acrescentou nada de novo à história, reforçou a história de amor entre o Shrek e a Fiona, mas não vai muito além disso. Valeu pelo facto de voltarmos a revisitar todas as personagens que adoramos ver, desde o Pinóquio, ao Homem Biscoito, os 3 Porquinhos, o Burro (claro!) e o Gato das Botas, aqui com uns belos quilos a mais… e os filhos do Shrek, que são um amor! E a moral da história: nunca damos o devido valor ao que temos, até perdermos tudo.



Domingo, Shutter Island que ainda não tinha visto. Aqui a minha “birrice” ia além da que nutria pelo DiCaprio, o Sorsese é/era também um ódio predilecto. Não tenho visto muitos filmes deste realizador é bem verdade, mas os que vejo nunca me conseguiram cativar o suficiente para dizer que gosto dos seus filmes. Apenas O Aviador até à data me tinha surpreendido. O Shutter Island apesar de não me ter surpreendido a 100%, 50% do final adivinhei-o só por ver o trailer, os outros 50% agradaram-me bastante, por ter ido mais além daquilo que eu havia idealizado. Tenho pena do “meu” Mark Ruffalo não ter brilhado mais no argumento.



Ahhh, quanto à constipação… refiro-me ao ar condicionado da sala de cinema na 6ª-feira. Parecia que tão depressa estávamos no Pólo Norte como de seguinte chagávamos ao Equador. Quase mereceram uma nota minha no livro de reclamações. No dia seguinte, logo de início pedi para regularem a temperatura da sala, já a prever algum episódio idêntico.

sexta-feira, julho 16, 2010

Se pudesse...

... hoje estaria em Gaia, no Festival Marés Vivas. Sim, os meus rapazes queridos estão por lá hoje e deram um concerto fabuloso... os A Silent Film!!! A falar a verdade estaria lá muito por culpa deles, mas por arrastos estaria a ver David Fonseca e Placebo (os quais nunca vi, o que é uma grande falha!!!).
Pena foi o concerto não ter sido transmitido, estava a contar com isso, mas nada...
Depois de uma semana de fugir, stress atrás de stress, aborrecimento atrás de aborrecimento, o que eu não dava para ter ido até à Praia do Cabedelo, para ver, ouvir e estar um bocadinho com a banda.
Ontem saiu a notícia triste de que o Lewis saiu da banda, alegadamente devido a questões pessoais. Aqui há uns anos vi também o Alec John Such sair dos Bon Jovi e não foi fácil conceber a banda sem um elemento fundador. Acho que não será fácil ver os A Silent Film sem o Lewis. Espero que tudo esteja bem com ele.
Há pouco na Comercial a Arroja entrevistou a Susana e Salu, as maiores fãs da banda em Portugal. Foi muito fixe ouvi-las!!!
Desta vez quem foi a portadora da minha pequena lembrança para a banda foi a Susana. Lembrei-me de comprar um Pirilampo Mágico e oferecer aos ASF, tudo porque a minha música favorita se chama Firefly in my Window. Achei que eles iam gostar da associação e pelo feedback que recebi, parece que gostaram. =)

Se pudesse #2... estaria também no Meco, no Super Bock Super Rock, para ver os Keane e os Pet Shop Boys. Ao menos o concerto do Keane está a ser transmitido da íntegra… Gostaria que fizessem o mesmo com o dos Pet Shop Boys, mas duvido um bocado.
Os Keane estão a fazer uma setlist do best… claro que sou suspeita, adoro-os e conheço todas as músicas, mas aos primeiros acordes consigo identificar cada música. Músicas como Bend and Break, Nothing in My Way, Stop for a Minute, Spiralling, Perfect Symmetry, Somewhere Only We Know ou Crystal Ball.
A relação da banda com o público português já vem de longa data, eles adoram tocar cá e nós adoramos tê-los cá. Espero que voltem muito em breve, pois tenho uma curiosidade imensa para os ver ao vivo, coisa que ainda não aconteceu… =(

terça-feira, julho 13, 2010

Dia Mundial do Rock

Em 13 de Julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, concertos em simultâneo desde Londres e Filadélfia. O objectivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois locais), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transmitido em directo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 com uma nova edição, com uma estrutura maior e concertos num maior número de países com o objectivo de pressionar os líderes do G8 a perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.
Desde então o dia 13 de Julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Fonte: wikipedia

Para comemorar os 25 anos deste enorme acontecimento e o próprio dia do Rock, aqui deixo a actuação dos U2 no Live Aid de 1985.

₪ ø lll .o· em Portugal

Depois de um concerto fantasma, que nunca se chegou a confirmar, os Thirty Seconds to Mars (₪ ø lll .o·) que tinham já anunciado no seu site oficial que viriam actuar no Alive! 2010, agora é para valer. A 16 de Dezembro vão voltar a abrilhantar o palco do Pavilhão Atlântico.
A minha entrada já está garantida!!!
Prevê-se um final de ano em beleza. Aliás, este ano não me posso queixar de todo. Todas as bandas que mais desejava ver ao vivo, já vi ou vou ainda ver. Apenas ficam de fora os Bon Jovi, que tenho uma grande fé que venham cá no ano que vem.

domingo, julho 11, 2010

O aniversariante do dia

Mr. Richie Sambora faz hoje uns gloriosos 51 anos, carregados de sucessos musicais.
Um dos maiores guitarristas que conheço actualmente, que acumula a função de backvocals nos Bon Jovi e mais... faz até solos vocais nos seus concertos. Isto já para não falar dos 2 álbuns a solo, onde não só toca como ninguém, como canta maravilhosamente.
E parece que para o ano vamos ter mais um álbum a solo. Estou ansiosa... Bem, mais ansiosa estou para que confirmem um concerto por cá... xD

sexta-feira, julho 09, 2010

Apocalyptica here I go!!!

Eu já lá estou. Bilhetes comprados, lugar garantido e uma grande expectativa de ver os Apocalyptica.
Pouco mais de uma semana depois dos U2 em Coimbra, irei-me deslocar à Aula Magna para assistir a um espectáculo que me parece irá ser brutal!!!! =D

terça-feira, julho 06, 2010

Ainda se lembram…???

… da série Full House (série que em português recebeu o nome de Que Família), uma série muito “cute” que passou nos finais dos anos 80 na RTP e que apresentou ao mundo as gémeas Olsen?
Foi uma das séries que mais gostei de ver e que mais me marcou. Se hoje gosto imenso de sitcoms talvez o deva à família Tanner. Durante 8 temporadas seguimos os passos do pai Danny, das suas 3 filhas e do uncle Jesse e do Joey.
No outro dia, esbarrei novamente com a série e mal dei por mim, estou agarrada. Como pode? Uma série com mais de 20 anos me voltar a prender desta forma? Esta é uma daquelas séries que é completamente intemporal e que comparo em alguns parâmetros a Gilmore Girls. Uma série familiar, do mais simples possível que possa existir, muito terna, com personagens que nos cativam e com as quais nos identificamos e revemos em determinadas acções. Esta é a chave da longevidade da série.
É incrível como ainda não foi sequer editada em DVD por terras lusas. Tudo se edita hoje em dia, só o que interessa fica na gaveta… enfim, já começamos a estar a habituados…
O lado negativo de voltar a ver esta série é que me faz lembrar que passou muito tempo e que tenho mais 20 anos em cima. No outro dia, por mera curiosidade, fui ver o que andam a fazer os actores. Descobri que a DJ e a Stephanie são hoje mulheres feitas e cheias de filhos, já para não falar que o Danny e o Joey estão um bocadinho acabados. Safa-se o uncle Jesse (o “meu” John Stamos), que continua giríssimo e super recomendável. Tem tido algumas participações em séries de TV, mas actualmente tem uma carreira na Broadway como actor nalguns musicais. Cheguei a ver algumas séries por causa dele e ainda me falta, pelo menos, a última temporada do ER, que apenas vi trechos quando passou na RTP2.
Com tudo isto só tenho uma coisa a dizer: “Have mercy!!!” – words by uncle Jesse.



E assim são eles:



PS: De salientar que este post foi escrito no escritório, em offline, durante um apagão que durou perto de 2 horas. Uma manhã perdida, sem energia, internet, rede ou ligação às máquinas necessária para se trabalhar…

segunda-feira, julho 05, 2010

Sem PC...

Ora se o blog já andava meio que ao abandono, agora que o teclado do meu PC pifou, pior ainda. Um portátil com pouco mais de 6 meses e já com defeito... enfim, vou sentir saudades dele. Até voltar do arranjo, voltei ao meu antigo, que só trabalha a carvão!!! =S

segunda-feira, junho 21, 2010

Portugal 7 - 0 Coreia do Norte

Uma imagem que vale mais do que mil palavras...

quarta-feira, junho 16, 2010

O aniversariante do dia é… Emmanuel Moire

E porque se justifica, neste dia em que o Manu faz 31 anos, aqui fica a merecida homenagem.
Saudades de ouvir esta voz linda com este sotaque francês que me toca cá dentro.
Joyeux anniversaire, mon cher Manu!

domingo, junho 13, 2010

Fez ontem...

... 2 anos.
Saudades, tantas, tantas, tantas!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, junho 08, 2010

A Silent Film after show

A noite não terminou no final do concerto, não senhor, longe disso.
Fazendo um pequeno enquadramento.
Desde que descobri que a banda tem um twitter oficial, protagonizado pelo Spencer (o baterista da banda), que me tenho correspondido com ele(s) e não raras as vezes me têm respondido. Mas longe de mim pensar sequer que eles iriam fixar o meu nome!!!
Na 4ª-feira antes do concerto, tal como havia dito no post anterior, eles estiveram na rádio Comercial para o programa Night Stage. Pedi à Ana Isabel Arroja para lhes enviar um beijo meu e que os iria ver no dia seguinte na Aula Magna. Ela fez-me a vontade, referiu-se a mim dizendo que a TheStarIsMe, ou seja, a Stella (é mais fácil para eles fixarem esse nome do que o meu nome em português) uma grande admiradora deles, lhes enviava um beijo e desejos de um grande concerto. Surpresa das surpresas… eles identificaram-me automaticamente, acrescentando que adoravam conhecer-me. Eu ia morrendo, obviamente!!! É indescritível a sensação de 1º ser referida na rádio e 2º ser reconhecida por uma das minhas bandas do momento!!!
A história da “piana Ana Patrícia”, que fiz referência no post anterior, advém dessa noite. O piano que os acompanha, 2º eles, é do sexo feminino e não a tinham baptizado ainda. Ficou a chamar-se “Ana Patrícia”, por causa da Ana Isabel Arroja e da Patrícia Pereira, as animadores desta noite. Hilariante!!!
No final do concerto, quando fui para cumprimentar a banda, o meu nervoso miudinho aumentou. Estar com eles, ter de falar inglês… Mas já me haviam avisado que eles eram impecáveis.
Chegara a vez de autografarem o meu bilhete. Cumprimentei-os com um: “Hi, I’m Stella!” O Spencer reconheceu o meu nome de imediato, de tal forma que foi ele que chamou o resto da banda e me apresentou a eles. Todos me reconheciam de nome… Fiquei para morrer de alegria, confesso que não esperava de todo!!!
Muito conversadores, muito atenciosos, muito queridos. Até a foto de grupo tive direito…
Mais recentemente, enviei-lhes um cartão a felicitá-los, acompanhado da nossa foto de grupo autografada por mim. Em troca, recebi outra foto com uma mensagem deles que, mais uma vez me deixou sem respiração.


Só sei é que estes meninos de Oxford ganharam uma eterna admiradora, pelo seu talento e pelo seu carinho!!! =)

PS: Agradeço imenso à Salu. ;)

segunda-feira, junho 07, 2010

A Silent Film @ Aula Magna

É certo que o concerto já foi há quase um mês atrás mas impõe-se um relato mais ou menos elaborado. =)

Numa Quinta-feira à noite. Cidade Universitária, mais precisamente Aula Magna. 21:35 entram em cena uns portugueses desconhecidos, pelo menos para mim, os Kaviar. Num rock frenético conseguiram aquecer o público e arrancar algumas reacções ao público, apesar da noite estar reservada para os rapazes A Silent Film, vindos directamente de Oxford na sua “comitiva” via estrada, não fosse o vulcão irlandês pregar-nos a todos uma partida.
No intervalo entre as bandas, houve espaço para estar com uma pessoa que já há muito queria conhecer e se revelou ser uma querida e que no final do concerto me levaria até onde nunca sonhei ir…
Com os ânimos prontos para a banda da noite, entram uns A Silent Film logo a abrir com Feather White. O Robert (o vocalista) presenteia-nos logo de início sentado à sua “piana” Ana Patrícia, baptizada na noite anterior aquando da sua entrevista na rádio Comercial com a Ana Isabel Arroja e a Patrícia Pereira. Mas já lá vamos… No final, um “Olá” e um “Boa noite” em bom português foi por ele pronunciado.
Seguiu-se Sleeping Pills e Julie June, a balada lindíssima que o Robert, mais uma vez, tocou ao piano. Para música seguinte, que foi entoada pela banda e pelo público, estava reservada a já bem conhecida Driven By Their Beating Hearts. A primeira fila do público nunca esmoreceu e foi sempre das mais efusivas (sim as “Number Ones” estavam lá!!!!), tal como eu, que curtia um pouco mais atrás com as letras e com os aplausos sempre merecidos.
Anastasia, The Stage Is Your Life, (Y)our Potencial, foram alguns doces apresentados por eles, músicas que não estão incluídas, nem no CD de estreia, nem no EP de apresentação, e nos foram apresentadas por eles e vão sendo agora reveladas ao vivo. A Six Feet of Rope and Revenge era inevitável ser revisitada. Foi banda sonora do filme The Butterfly Tattoo, no qual os A Silent Film participaram fazendo o papel deles próprios. Depois eis chegada mais uma música muito esperada e cantada pela banda ao mesmo tempo que o público os acompanhava, You Will Leave A Mark.
Num dos momentos mais altos da noite, digo eu que adorei a actuação, vimos surgir sozinho em palco o Robert, simplesmente ao piano, para nos presentear com a inspiradíssima Aurora. A sonoridade do piano que eles tanto apreciam, dá uma valente elegância à música. Aliás, eles próprios dizem que sempre escreveram música com o piano sempre bem presente.
Sei que talvez eleger uma música favorita de entre tantas tão boas que eles têm, poderá não ser muito justo, mas é verdade que cada vez que ouço Firefly in My Windows rejubilo e sou capaz de largar tudo o que estou a fazer só para a ouvir com a devida atenção, apesar de já saber a sua letra de trás para a frente. Por isso, quando eles a tocaram no palco da Aula Magna todos os meus sentidos ficaram presos nessa actuação. O facto de estar a ficar sem bateria na máquina assustou-me, pois não queria de modo algum deixar de registar este momento em vídeo. O que vale é que a máquina aguentou até ao final e ainda consegui filmar a Thirteen Times The Strength que se seguiu à Born Slippy.
Para o encore estavam reservadas a lindíssima Lamplight e a terminar, nada mais a propósito do que a End of It All.
Confesso que achei o concerto curtinho. Quando se está a adorar vê-los em palco, ver que eles se divertem e que adoram fazer aquilo, sabe sempre a pouco.
Felizmente, a noite não terminou aqui…

Os vídeos da praxe, estão no meu canal do You Tube:



Alinhamento:
01. Feather White
02. Sleeping Pills
03. Julie June
04. Driven By Their Beating Hearts
05. Anastasia
06. The Stage Is Your Life
07. (Y)our Potencial
08. Six Feet of Rope and Revenge
09. You Will Leave A Mark
10. Aurora
11. Firefly in My Window
12. Born Slippy
13. Thirteen Times The Strength
14. Lamplight
15. End of It All

PS: I must thank to Spencer for the setlist. =)

Back...

Depois de uma semaninha de praia ininterrupta, estou de volta, ainda que continue de férias.
Espero ter inspiração e disposição para escrever, já que tenho imensas histórias que gostaria de partilhar aqui.
Até já!

sexta-feira, maio 28, 2010

De passagem...

Ainda por cá ando, ainda que a meio gás, ou talvez a nenhum gás. E como tenho tido acontecimentos bem dignos de relato!!! xD
Já comecei uma review do concerto dos A Silent Film na Aula Magna, mas ainda não está como eu gostaria...
Os relatos sobre a noite de ontem no Rock in Rio também terão de ficar para segundas núpcias. Só sei é que, apesar das mazelas de ontem, dores musculares, surdez temporária e afins, tudo valeu a pena e já voltava para aquele recinto, outra vez, para ver de novo os Xutos & Pontapés, os Snow Patrol e, claro, os Muse. Noite fantástica, ontem!!!
Mas agora vou relaxar, uma semaninha de férias na praia, o que muitas vezes corresponde a mais cansaço físico do que descanso propriamente, mas será um cansaço do bom... e relax ao máximo. Por isso, até daqui a uma semana, talvez menos no que ao twitter e facebook diz respeito, que eu não devo conseguir estar muito tempo longe da WWW. xD

PS: Fiquei nostálgica, ver os vídeos de ontem fazem-me querer voltar atrás no tempo. Ontem por esta hora estava aos pulos no meio de 83 mil pessoas a esgoelar-me com os Snow Patrol!!!

PS2: Por acaso alguém gravou os concertos do Rock in Rio ontem à noite? Não os querem divulgar na net? Eu iria agradecer imenso!! xD

sábado, maio 15, 2010

Day 20: My favorite song at this time last year

20 dias depois, 20 músicas depois, 20 posts depois, eis-me chegada ao último dia deste desafio, que me deu um gozo enorme cumprir. Houve dias mais fáceis do que outros e olhando dia-a-dia, hoje talvez nem tivesse escolhido determinadas músicas, mas qualquer delas é digna de constar aqui.
Para finalizar o desafio, a minha música favorita há um ano atrás. Confesso que tive de ir ao baú das recordações do ano passado para me avisar a memória. Descobri várias que andava a ouvir no ano passado por esta altura e tal como nessa altura, foi difícil escolher uma só música do menino Emmanuel Moire, mas lá me decidi por esta Plus Que Jamais, ao som de violinos e tudo!!!
Nem acredito que já passou um ano desde esta minha pequena pancada pela música do Manu (e por ele também, confesso!).



Emmanuel Moire - Plus Que Jamais
Je veux y croire,
il a peut-être raison,
il me fait voir,
enfin d’autres horizons,
et je l’entends,
comme jamais auparavant,
il ne voit,
que l’important et le vrai,
si c’est là,
qu’il veut aller je le suivrai.

Tout ce que j’attendais,
est devant moi je suis prêt,
mon cœur bat plus fort,
et à bras-le-corps,
nuit et jour où que j’aille,
tout ce que j’attendais,
je le veux plus que jamais,
mon cœur n’est plus lourd,
il se bat toujours,
pour un amour sans faille.

Mon cœur se blesse,
c’est peut-être un mauvais jeu,
si je le laisse,
me conduire là où il veut,
avec le temps,
j’apprendrai ce qu’il ressent,
il ne voit,
rien au devant mais il sait,
Si c’est là,
qu’il veut aller je le suivrai.

Tout ce que j’attendais,
est devant moi je suis prêt,
mon cœur bat plus fort,
et à bras-le-corps,
nuit et jour où que j’aille,
tout ce que j’attendais,
je le veux plus que jamais,
mon cœur n’est plus lourd,
il se bat toujours,
pour un amour sans faille.

Ne lui dit pas,
qu’il s’est trompé de ciel,
j’ouvre les bras,
déjà mon cœur bat des ailes,
il se bat,
pour vivre un amour éternel.

Tout ce que j’attendais,
est devant moi je suis prêt,
mon cœur bat plus fort,
et à bras-le-corps,
nuit et jour où que j’aille,
tout ce que j’attendais,
mon cœur n’est plus lourd,
il se bat toujours,
Pour un amour sans faille, sans faille,
un amour sans faille.

Tout ce que j’attendais,
à toujours été si près
je tournais autour,
en voulant toujours
vivre un amour
sans faille,

ce que j’attendais,
tout ce que j’attendais,
plus que jamais.

sexta-feira, maio 14, 2010

Day 19: A song that makes me laugh

A Wrecking Ball dos Lifehouse é uma música que tem qualquer coisa que nem sei explicar. Só o nome da música me faz rir, a letra é muito engraçada e a música é das minhas favoritas do seu último álbum Smoke & Mirrors. Razões suficientes para constar nesta categoria...
E vendo bem, já só falta mais uma música para chegar ao final do desafio... Acho que vou sentir a falta! =P



Lifehouse - Wrecking Ball
I'm alone, wandering in your space
Waiting for a sign of life
Looking so out of place
Then you whisper to me, it doesn't matter what you say
I feel the weight against the wind
The demolition of me caving in

And I'm always swinging on this wrecking ball
While you're building up and breaking down my wall
You push and pull, you give and take
And thru it all I gravitate to you

I'm a fool, a mechanical tool for you
You've got all the switches and levers to blow my cool
And when you know I'm broken
That's when you come shining thru
You set me up to knock me down
And leave my shattered pieces on the ground

And I'm always swinging on this wrecking ball
While you're building up and breaking down my wall
(I'm not ready to break)
You push and pull, you give and take
And thru it all I gravitate to you

You set me up to knock me down
And leave my shattered pieces on the ground

And I'm always swinging on this wrecking ball
While you're building up and breaking down my wall
(I'm not ready to break)
You push and pull, you give and take
And through it all I gravitate to you

quinta-feira, maio 13, 2010

Day 18: A song that I want to play at my funeral

Nunca tendo acompanhado o American Idol, vou conhecendo alguns dos ex-correntes que têm talento e que têm vindo a vingar mais ou menos no meio musical. O Chris Daughtry é um desses talentos.
"Conheci-o" a cantar uma belíssima versão da "Wanted Dead or Alive" dos Bon Jovi, ainda enquanto concorrente do concurso, o que lhe custou uma digressão com os próprios Bon Jovi aquando do lançamento do seu primeiro trabalho com a sua banda.
E porque esta Home é uma das que mais me tocou sempre, seria a música ideal para ser tocada no meu funeral.

PS: Nem de propósito, estava a terminar de escrever o post, quando o próprio Chris aparece no Twitter!!! xD



Daughtry - Home
I'm staring out into the night,
Trying to hide the pain.
I'm going to the place where love
And feeling good don't ever cost a thing.
And the pain you feel's a different kind of pain.

Well I'm going home,
Back to the place where I belong,
And where your love has always been enough for me.
I'm not running from.
No, I think you got me all wrong.
I don't regret this life I chose for me.
But these places and these faces are getting old,
So I'm going home.
Well I'm going home.

The miles are getting longer, it seems,
The closer I get to you.
I've not always been the best man or friend for you.
But your love, remains true.
And I don't know why.
You always seem to give me another try.

So I'm going home,
Back to the place where I belong,
And where your love has always been enough for me.
I'm not running from.
No, I think you got me all wrong.
I don't regret this life I chose for me.
But these places and these faces are getting old,

Be careful what you wish for,
'Cause you just might get it all.
You just might get it all,
And then some you don't want.
Be careful what you wish for,
'Cause you just might get it all.
You just might get it all, yeah.

Oh, well I'm going home,
Back to the place where I belong,
And where your love has always been enough for me.
I'm not running from.
No, I think you got me all wrong.
I don't regret this life I chose for me.
But these places and these faces are getting old.
I said these places and these faces are getting old,
So I'm going home.
I'm going home.

quarta-feira, maio 12, 2010

Day 17: A song that I want to play at my wedding

Há uma música dos Poets of the Fall que tem uma letra lindíssima e que eu adoraria ouvir no meu casamento, All The Way/4U. A letra diz tudo...
Agora só gostava era de ver estes meninos cá em Portugal, é algo que desejo imenso!!!



Poets of the Fall - All The Way/4U
Seems to matter what I do, so I'm saving this 4U
Cos it seems to be the last piece there is
And you haven't had a chance yet to taste this
Fragments of a life you shouldn't miss

Seems to matter what I say, so I'll hold my tongue at bay
And rather use my mouth to kiss your frown away
So your doubts no longer darken your day
So you can hold your head up high come what may

So please remember that I'm gonna follow through all the way

Cos it seems to matter where I go, I will always let you know
That the place where I am is never far
You know, you're not alone, don't be alarmed
I'll find you no matter where you are

So please remember that I'm gonna follow through all the way

Oh my love, if it's all I can do, I'll take the fall 4U
Cos I will soar when I lay down with you and give my all 4U

terça-feira, maio 11, 2010

Day 16: A song that I listen to when I'm sad

Não é que não ouça a música de hoje em qualquer altura, ouço sim, porque adoro-a tanto, tanto... mas é só porque é uma música propícia para aquele estado de espírito meio nublado... e o que é melhor do que esta Drawn Out dos Dishwalla para aconchegar a alma?



Dishwalla - Drawn Out

So the lines are lost
On the smallest details
Of the life that we tossed
Pushed out over the rail
And the wounds run deep
Through the one man so bad
He's fallen beneath
The touch of your hand

And its all drawn out
There's nothing inside
And nothing to hold
Nothing to find
Its wearing' me out
This feeling inside
I'm all drawn out

And the promise we break it
And the reasons we fake it
Bring us farther apart
From the love that we make
As the poisonous time
Leaves us gasping for air
We run for the past
But were already there

And its all drawn out
There's nothing inside
And nothing to hold
Nothing to find
And its wearing me out
This feeling inside
And its all drawn out
Its all drawn out
I'm all drawn out

segunda-feira, maio 10, 2010

Day 15: A song that I listen to when I'm happy

Uma banda que descobri muito recentemente, tem músicas muito alegres e que me deixam muito bem disposta. Eles vão estar cá na próxima 5ª-feira e já tenho bilhete para os ir ver à Aula Magna. Apresento hoje os A Silent Film.
Pelo que percebi eles adoram o nosso país, já foram protagonistas de um Concerto Mais Pequeno do Mundo pela Comercial, vieram ao Alive o ano passado, este ano vêm à Aula Magna, a Guimarães e já estão confirmados para mais um festival de Verão.
O seu álbum de estreia, The City That Sleeps, é deveras muito interessante. É daqueles álbuns que ouço todas as músicas quase sem distinção. A Firefly in My Wondow é provavelmente a música que melhor me soa ao ouvido, embora todas as outras sejam também fantásticas.


A Silent Film - Firefly In My Window

PS: Eu bem que pesquisei a letra da música, mas não a encontrei em parte alguma... =S

domingo, maio 09, 2010

Day 14: A song that I listen to when I'm angry

Quando estou furiosa, fula, piurça, desvairada e fora de mim, só me apetece ouvir música agressiva e guitarradas fortes. E existe uma banda, infelizmente pouco conhecida por estas bandas, que me acompanha há 20 anos e que é a banda eleita sempre que ando enraivecida com alguma coisa ou com alguém.
Estive para publicar a música Life's a Bitch dos Hardline, mas confesso que não é a minha favorita. Hot Cherie é também ela agressiva e esta sim, é uma das que mais gosto de ouvir sempre.
Cabelos longos e desgrenhados, sim o estilo do final dos anos 80 e 90 ainda hoje me deixa louca. Belos tempos!!! =D



Hardline - Hot Cherie
It's been too long since the last rain
Still the stars sizzle hotin the sky,
And there undressed in the shadows
Stands my sweet Cherie hiding from July.

And all night you kept me up
Up all night hoping that I could
Make you mine

You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
Isn't my love, strong enough
I'm ready to rock you long and rough.
You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
I'm going crazy (yeah).

I can't wait, for October
When the breeze, from the lake, she's blowing cold.
Well maybe she'll need me, for some shelter
When the campfire dies and the tall tales have been told (yeah).

And all night, I've been working, overtime
Hoping that I could make you, mine.

You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
Isn't my love, strong enough
I'm ready to rock you long and rough.
You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
I'm going cra-a-a-aa-zy.

GUITAR SOLO

And all night, I've been working, overtime
Hoping that I could make you, mine.

You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
Isn't my love, strong enough
I'm ready to rock you long and rough.
You're getting me hot, Cherie
I want what you've got all over me.
Isn't my love, strong enough
I'm ready to rock you long and rough.

You're getting me hot, Cherie
Cherie (Che-rie-ay-yeah).
You're getting me hot, Cherie (you're getting me hot baby, Cherie)
Isn't my love, strong enough
I'm ready to rock you long and rough.

sábado, maio 08, 2010

Na terra dos estudantes

Coimbra mood...

Day 13: A song from my favorite album

Nesta categoria reside um grave problema, parece-me que já publiquei uma música do meu álbum favorito num destes dias que passou... e já que o universo musical que me agrada é tão vasto, não irei repetir nem músicas ou bandas, para que isto seja algo interessante. E já que ainda não publiquei nenhuma música portuguesa, aproveito da melhor forma esta oportunidade.
Between Waves foi eleito o meu álbum favorito, também do meu músico português favorito, o multifacetado David Fonseca. Já aqui divulguei inúmeras vezes o quanto aprecio este rapaz, pela música, pela criatividade, pela originalidade, pela postura, pela disponibilidade para com as pessoas, pelo carinho que sempre demonstrou para com o público e pela forma como lida com o mundo em geral.
Não sendo a minha música favorita do álbum, Little Things II é talvez a 2ª melhor música deste álbum, já que a minha favorita já foi aqui várias vezes destacada.



David Fonseca - Little Things II
We wanted so much more
We headed right into the sun
We chased the dragon right to his door
Now look how fast did we burn

We ran wild through the haze
In such a fast and different pace
We held those glasses high for so long
Now look how tired and sad we’ve become

And then you’re gone, I’m moving on
But those little things they can find me
The curtain falls and there’s no applause
And those little things follow behind me

And now we play the game
We face each other taking aim
Tearing down those walls one by one
Now look how fast they came down

And then you’re gone, I’m moving on
But those little things they can find me
The curtain falls and there’s no applause
And those little things follow behind me

I pick up the phone, the ringing tone
Every little sound it comes and finds me
Those TV reruns, couch cigarette burns
Still, those little things come and grab me
Now won't you try to find me?

And then you’re gone, I’m moving on
But those little things they can find me
The curtain falls and there’s no applause
And those little things follow behind me

I pick up the phone, the ringing tone
Every little sound it comes and finds me
We shake hands and make other plans
And still those little things come and grab me
Now won't you try to find me?

sexta-feira, maio 07, 2010

Day 12: A song that describes me

Esta música não me descreve propriamente, apenas define uma parte de mim. Aquela parte que depois de levar porrada da vida tenta dar a volta por cima e aproveitar cada pedra que aparece no meu caminho e tirar algum partido das agruras da vida.
Esta música dos Savage Garden, You Can Still Be Free, é um pouco uma lição de vida que tento ter sempre presente. Voar, voar livremente e libertar-nos do passado... "free to fly tonight".



Savage Garden - You Can Still Be Free
Cool breeze and autumn leaves
Slow motion daylight
A lone pair of watchful eyes
Oversee the living
Feel the presence all around
A tortured soul
A wound unhealing
No regrets or promises
The past is gone
But you can still be free
If time will set you free
Time now to spread your wings
To take to flight
The life endeavour
Aim for the burning sun
You're trapped inside
But you can still be free
If time will set you free
But it's a long long way to go

Keep moving way up high
You see the light
It shines forever
Sail through the crimson skies
The purest light
The light that sets you free
If time will set you free

Sail through the wind and rain tonight
You're free to fly tonight
And you can still be free
If time will set you free
And going higher than the mountain tops
And go high like the wind don't stop
And go high
Free to fly tonight
Free to fly tonight

quinta-feira, maio 06, 2010

Day 11: A song that no one would expect me to love

Às vezes consigo ser uma verdadeira caixinha de surpresas! Costumo dizer que sou uma menina do rock, porque é realmente o estilo musical com o qual mais me identifico, com o rock e com a grande maioria das variantes do rock, do mais calmo ao mais duro. Mas como sou mais ou menos ecléctica, ouço de quase tudo um pouco, inclusivamente o estilo de música que deixo hoje aqui.
O David Bisbal é um rapaz que me ficou no ouvido, desde 2001 quando foi participante da Operação Triunfo espanhola. Aliás, não só o Bisbal me ficou gravado, mas o Bustamante (também ele David) e a Chenoa também sobressaíram no programa, ou não tivessem todos ficado nos lugares cimeiros do concurso.
Este rapaz que passados quase 10 anos de se tornar uma estrela da pop, continua ainda hoje a dar cartas na música e cada álbum de lança é mais um sucesso na certa.
Acho que nunca foi tão difícil escolher uma música de alguém para colocar aqui. Gosto muito de imensas músicas e os vídeos dele são sempre deslumbrantes. Ai aqueles caracóis... ai aquela voz... Ave María!!!!
Escolho Esta Ausencia porque a música e a letra são lindas e o vídeo nem se fala... Ele canta com umas "ganas" que parece mesmo que está a sentir cada palavra. Não sei se é a minha música favorita, mas o conjunto letra / música / vídeo faz com que esta música seja digna de referência.



David Bisbal - Esta Ausencia
Despertar en el frio abismo de tu ausencia
Es rogar por las horas perdidas en mi habitacion
Recordar cada lagrima que fue tan nuestra
Me desangra el alma, me desangra el alma

Es andar el sendero que escribimos juntos
Es tocar un silencio profundo en el corazon
Escapar por las brechas de un amor profundo
Es mentir de nuevo por negar tu ausencia

Coro:
Esta ausencia tan grande
tan dura, tan honda
Que quiebra en pedazos
Mi razon.

Esta ausencia desnuda
De dudas y sombras
Me clava tu amor

Esta ausencia que duele
En el fondo del alma
Que quema por dentro
Mi sueño y mi calma

Coro 2:
Esta ausencia de hielo
De piel, de silencio
Que corta las horas sin piedad

Esta ausencia infinita
De noches y dias
No tiene final

Fue tan facil decir
Que el adios sanaria
Las espinas clavadas
En tu alma y la mia

Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volveras, volveras.

Ya lo ves, tu partida no condujo a nada
Porque nada hace el tiempo a la sombra de mi soledad
Ya lo ves, derrotado y sin hallar la calma
Que daria por verte y olvidarlo todo.
(coro)

Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volveras

Y me desangra tu partida
Y tu recuerdo hace temblar mi corazon
Como olvidarte si no quiero
Porque es que amor sin ti yo muero
(coro 2)

Esta ausencia me grita
Que se acaba la vida
Porque no volveras, volveras, volveras

PS: Eu poderia continuar a surpreender se dissesse que gosto imenso de algumas músicas dos Anjos, do Miguel & André e até da Miley Cyrus... mas isso fica no segredo dos deuses... ou não!!!!!!!!!!!

quarta-feira, maio 05, 2010

Day 10: A song from my favorite band

Escolher a banda favorita, nesta altura do campeonato é muito fácil, só podia ser os Thirty Seconds to Mars. O problema é mesmo escolher a música favorita.
A minha música favorita por eles tocada é uma cover da música Stronger do Kanye West. Este ano fizeram mais uma cover inesperada da música Bad Romance da Lady Gaga. Simplesmente odeio a música original, no entanto amo de paixão a versão dos 30STM (óbvio!!!),
Mas se é para escolher uma música da minha banda minha favorita, tenho de escolher uma música escrita por eles. E como é tarefa impossível escolher uma só, vou escolher 3, uma de cada álbum.
Enjoy it!!!

1º álbum: 30 Seconds to Mars - Echelon


2º álbum: A Beautiful Lie - Was it a Dream


3º álbum: This is War - Closer to the Edge

terça-feira, maio 04, 2010

Day 09: A song that makes me fall asleep

Tenho um fascínio pela música do sr. Vangelis. Ele parece fazer música do nada e quase sempre acerta em cheio. Quando preciso de descanso, refrear a cabeça, limpar os pensamentos e a alma, simplesmente relaxar, recorro à música dele.
Uma música muito calminha que é também uma das que mais gosto é esta Hymn.
Até apetece cantar a letra da música The Voice Of Enigma dos Enigma (outra que dá para relaxar):
(...)
We will take you with us // into another world // into the world of music // spirit and meditation
Turn off the light // take a deep breath and relax
Start to move slowly // very slowly // let the rhythm be your // guiding light
(...)

segunda-feira, maio 03, 2010

Day 08: A song that I can dance to

Música "dançável" é coisa que normalmente não ouço muito, mas não posso negar que até gosto de um pouco de trance e de músicas remixadas por DJs como Tiësto ou o Andy Blueman, de quem destaco esta Roots de Airbase. Existe uma parte da música que é um verdadeiro hino aos meus ouvidos. Adoro mesmo esta música.
Desde que descobri este DJ, tenho ouvido com alguma frequência as suas músicas e não me canso de o ouvir.


Airbase - Roots (remixed by Andy Blueman)

domingo, maio 02, 2010

Day 07: A song that reminds me of a certain event

Hoje nem preciso de descrição. A música Starlight dos Muse faz-me lembrar este evento inesquecível (e faz-me também lembrar que em menos de um mês voltarei a vê-los no Rock in Rio).
Este vídeo foi feito por mim, daí a qualidade de imagem não ser a melhor. E o cartão de memória terminou mesmo no finalzinho da música! xD



Muse - Starlight
Far away
This ship is taking me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die

Starlight
I will be chasing the starlight
Until the end of my life
I don't know if it's worth it anymore

Hold you in my arms
I just wanted to hold
You in my arms

My life
You electrify my life
Let's conspire to ignite
All the souls that would die just to feel alive

But I'll never let you go
If you promised not to fade away
Never fade away

Our hopes and expectations
Black holes and revelations
Our hopes and expectations
Black holes and revelations

Hold you in my arms
I just wanted to hold
You in my arms

Far away
This ship is taking me far away
Far away from the memories
Of the people who care if I live or die

And I'll never let you go
If you promise not to fade away
Never fade away

Our hopes and expectations
Black holes and revelations
Our hopes and expectations
Black holes and revelations

Hold you in my arms
I just wanted to hold
You in my arms
I just wanted to hold

Dia da Mãe


Para a minha melhor amiga, para a mulher que me criou, me deu e continua a dar
todo o seu carinho, para a melhor mãe do mundo, para a minha MÃE.

sábado, maio 01, 2010

Day 06: A song that reminds me of somewhere

Por incrível que pareça a Come As You Are dos Nirvana faz-me lembrar a Escola Secundária que frequentei durante 6 anos. Muito vivi naquele recinto, muitas saudades me trazem esses tempos, muitas recordações ainda trago comigo desses tempos. E a recordação que esta música me trás é do Clube de Rádio que havia na escola por volta do meu 10º ano, onde 2 dos meus colegas de turma colocavam música em cada um dos intervalos entre aulas.
A bem dizer, a selecção de música da rádio escolar não era muito alargada e todo o santo dia passava Come As You Are, às vezes mais do que uma vez por dia. Confesso que nunca me importei nada de a ouvir repetidas vezes. A influência da música dos Nirvana era tal na minha vida que cheguei a usar um look meio desmazelado ao bem estilo dos Nirvana. xD
Hoje, decorridos que estão 16 anos desde a morte de Kurt Cobain, a sua música continua a viver na minha memória.



Nirvana - Come As You Are
Come as you are, as you were, as I want you to be.
As a friend, as a friend, as an old Enemy.
Take your time, hurry up, choice is yours, don't be late.
Take a rest, as a friend, as an old memory.

Memory ah, Memory ah, Memory ah.

Come doused in Mud, soaked in Bleach, as I want you to be.
As a trend, as a friend, as an old Memory ahhh.

Memory ahh, Memory ahh, Memory ahh.

Chorus:
And I swear that I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun

Memory ahh, Memory ahh, Memory ahh, Memory ahh. (Don't have a Gun.)

Chorus:
And I swear that I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun
(Memory ahh, Memory ahh)

Um pouco de humor


sexta-feira, abril 30, 2010

Day 05: A song that reminds me of someone

A música de hoje tem um significado mais do que especial. Faz-me lembrar uma pessoa que foi muito importante para mim, ainda que tenha tido muito poupo tempo para apreciar a sua companhia. The Final Countdown dos Europe era a sua música favorita, por isso terá sempre um lugar muito bem guardado no meu coração.
Na altura em que a música europeia reinava no seu continente de origem e quando ainda não éramos bombardeados com toda a música (boa e má!!!) vinda das Américas, os Europe foram uns revolucionários e deixaram a sua marca no mundo da música. Ainda hoje os ouço como antes ouvia. O último álbum deles (depois de terem anunciado várias vezes a sua separação), Last Look at Eden está muito bom. É verdade que estive alguns (muitos) anos sem os ouvir, mas agora retomei.
E não acho que seja nenhum "guilty pleasure", não tenho problema algum em dizer que gosto e sempre gostei imenso da música dos Europe. Piroso? Nem um bocadinho!!!



Europe - The Final Countdown
We're leaving together
but still it's farewell
and maybe we'll come back,
to earth, who can tell?

I guess there is no one to blame
we're leaving ground (leaving ground)
will things ever be the same again?
It's the final countdown.

The final countdown.

Oh, We're heading for Venus (Venus)
and still we stand tall
cause maybe they've seen us
and welcome us all, yeah
with so many light years to go
and things to be found (to be found)
I'm sure that we'll all miss her so
It's the final countdown.

The final countdown.

The final countdown (final countdown).

oh...oh

The final countdown.

Oh, it's the final countdown.

The final countdown.

The final countdown. (final countdown)

Oh, it's the final countdown
we're leaving together

The final countdown
we'll all miss her so
It's the final countdown (final countdown)
Oh, it's the final countdown

quinta-feira, abril 29, 2010

Ginástica laboral

Ontem, no âmbito do Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, tivemos uma visita inesperada no escritório. Tivemos uma aula de ginástica laboral, com direito a professora e foto de grupo.
Para quem passa o dia inteiro sentada a uma secretária, ao computador, com as costas todas tortas, a olhar para o monitor, com a mão o dia todo em cima do rato, os exercícios que ela nos convidou a executar foram óptimos para aliviar alguma tensão muscular.
Foi divertido ver o open-space cheio de pessoas a ginasticar.
O que é certo é que depois desta pequena sessão de ginástica, senti-me muito mais descontraída e a tensão que sinto muitas vezes nos ombros e nos pulsos aliviou e bastante.
Com o terraço imenso que existe lá no escritório (com uma vista sobre o rio lindíssima), bem que se podia implementar um dia por semana para se ter uma aula destas. Aposto que o trabalho iria render muito mais. Isso e trabalhar numa esplanada à beira rio debaixo de umas árvores, para afugentar o calor! xD

Day 04: A song that makes me sad

A música de hoje deixa-me nostálgica e com uma sensação de vazio... Não é que não goste da música, adoro-a, mas só a consigo ouvir quando estou mais "pra cima". Se estou de mau humor ou com a moral lá em baixo, ouvir a Book of Days da Enya, seria agravar ainda mais o meu estado deprimido.



Enya - Book of Days
One day, one night, one moment,
my dreams could be, tomorrow.
One step, one fall, one falter,
east or west, over earth or by ocean.
One way to be my journey,
this way could be my Book of Days.

Ó lá go lá, mo thuras,
an bealach fada romham.
Ó oíche go hoíche, mo thuras,
na scéalta nach mbeidh a choích.

No day, no night, no moment,
can hold me back from trying.
One flag, One fall, One falter,
I'll find my day may be, Far and Away.
Far and Away.

One day, one night, one moment,
with a dream to believe in.
One step, one fall, one falter,
find a new earth across a wide ocean.
This way became my journey,
this day ends together, Far and Away.
This day ends together, Far and Away.
Far and Away.

quarta-feira, abril 28, 2010

Day 03: A song that makes me happy

A escolha de hoje nem foi assim tão difícil.
If Today Was Your Last Day dos Nickelback tinha de estar nesta categoria. A letra da música é incrível e a música em si transmite "alto astral", dá-me ânimo. É só ouvir esta música que fico logo bem disposta.
Os Nickelback são uma das bandas que mais tenho ouvido nos últimos tempos, o álbum Dark Horse é para mim o melhor que já fizeram até à data. Para além da que destaco hoje, também Gotta be Somebody, Never Gonna be Alone e I'd Come for You são músicas que merecem ser ouvidas over & over again.



Nickelback - If Today Was Your Last Day
My best friend gave me the best advice
He said each day's a gift and not a given right
Leave no stone unturned, leave your fears behind
And try to take the path less traveled by
That first step you take is the longest stride

If today was your last day and tomorrow was too late
Could you say goodbye to yesterday?
Would you live each moment like your last
Leave old pictures in the past?
Donate every dime you had, if today was your last day?
What if, what if, if today was your last day?

Against the grain should be a way of life
What's worth the price is always worth the fight
Every second counts 'cause there's no second try
So live like you're never living twice
Don't take the free ride in your own life

If today was your last day and tomorrow was too late
Could you say goodbye to yesterday?
Would you live each moment like your last?
Leave old pictures in the past?
Donate every dime you had?

And would you call those friends you never see?
Reminisce old memories?
Would you forgive your enemies?
And would you find that one you're dreaming of?
Swear up and down to God above
That you'd finally fall in love if today was your last day?

If today was your last day
Would you make your mark by mending a broken heart?
You know it's never too late to shoot for the stars
Regardless of who you are

So do whatever it takes
'Cause you can't rewind a moment in this life
Let nothing stand in your way
'Cause the hands of time are never on your side

If today was your last day and tomorrow was too late
Could you say goodbye to yesterday?
Would you live each moment like your last?
Leave old pictures in the past?
Donate every dime you had?

And would you call those friends you never see?
Reminisce old memories?
Would you forgive your enemies?
And would you find that one you're dreaming of
Swear up and down to God above
That you'd finally fall in love if today was your last day?

terça-feira, abril 27, 2010

Day 02: My least favorite song

2º dia do desafio...
Presumo que a música menos favorita seja a música que menos gosto, ou seja, a que mais odeio. Neste capítulo elejo 2 músicas que para mim são as maiores aberrações que já surgiram no mundo da música. Uma delas sei que me vão espancar, na outra nem tanto...
As músicas são tão mazinhas que nem vou colocar os vídeos, não vale mesmo a pena, ficam apenas os links, pois não me responsabilizo por danos causados nos tímpanos de quem as oiça.
1. Umbrella da Rihanna... o que é aquilo?!?!? Quase me dá náuseas, acreditem.
2. I Got a Feeling dos Black Eyed Pies... eu bem que lhes colocava os olhos negros por fazerem música tão má. E hino da Selecção Portuguesa? Why?!?!? O que tem o cu a ver com as calças?!?! Poupem-me!!!!!

segunda-feira, abril 26, 2010

Day 01: My favorite song

Começamos logo com uma escolha bem difícil. O que é para mim hoje A minha música favorita, amanhã já não será, tudo depende do meu estado de espírito, da banda que me toca no momento, da frequência com que ouço determinada música... and so on...
Por isso mesmo escolhi uma música intemporal e que desde a minha adolescência me prendeu e ainda hoje deliro a ouvi-la. É uma música que nem sequer teve direito a ser single, por isso nem existe vídeo oficial, o que é uma pena.
Santa Fe data de 1990 e faz parte o 1º álbum a solo do Jon Bon Jovi, Blaze of Glory e foi banda sonora do filme Young Guns II (Jovens Pistoleiros 2). Já lá vão 20 anos, portanto.
Aqui deixo uma música, que se não for a que mais ouvi na minha vida, anda lá muito próximo.



Jon Bon Jovi - Santa Fe
They say that no man is an island
And good things come to those who wait
the things are here or there just to remind me
every dog will have his day

The spirits they intoxicate me
I watched them infiltrate my soul
They try to say it's too late for me
Tell my guns I'm coming home

I swear I'm gonna live forever
Tell my maker he can wait
I'm riding somewhere south of heaven
Heading back to Santa Fe
It's judgment day in Santa Fe

Once I was promised absolution
There's only one solution for my sins
You gotta face your ghosts and know
With no illusions
That only one of you is going home again

And I blame this world for making
A good man evil
It's this world that can drive a
Good man mad
And it's this world that turns a killer
Into a hero
Well I blame this world for making
A good man bad

Now I ain't getting into heaven
If the devil has his way
I swear I'm gonna live forever
Heading back to Santa Fe
Got debts to pay in Santa Fe
It's judgment day in Santa Fe
( oh lord have mercy)
Solo

So I say a prayer
When I need it most
To the Father, Son
And the Holy Ghost
And I'll sign it from a sinner
With no name

When I meet my maker
Will he close the book
On the hearts I broke
And the lives I took
Will he walk away
'Cause my soul's
too late to save

Now I ain't getting into heaven
If the devil has his way
I swear I'm gonna live forever
Heading back to Santa Fe
I Got debts to pay in Santa Fe
It's judgment day in Santa Fe

20 músicas em 20 dias

Um desafio muito giro que vi no blog da Maria.
Vamos a ver se tenho imaginação para levar este desafio até ao fim.
Já agora, alguém me quer acompanhar e aceitar este desafio, também?

Cada diz é dedicado a uma música com determinado significado. A saber:
Day 01: My favorite song
Day 02: My least favorite song
Day 03: A song that makes me happy
Day 04: A song that makes me sad
Day 05: A song that reminds me of someone
Day 06: A song that reminds me of somewhere
Day 07: A song that reminds me of a certain event
Day 08: A song that I can dance to
Day 09: A song that makes me fall asleep
Day 10: A song from my favorite band
Day 11: A song that no one would expect me to love
Day 12: A song that describes me
Day 13: A song from my favorite album
Day 14: A song that I listen to when I'm angry
Day 15: A song that I listen to when I'm happy
Day 16: A song that I listen to when I'm sad
Day 17: A song that I want to play at my wedding
Day 18: A song that I want to play at my funeral
Day 19: A song that makes me laugh
Day 20: My favorite song at this time last year

domingo, abril 25, 2010

Michael Bublé no Pavilhão Atlântico

É bom ver como Portugal está no mundo. É um país que de ano para ano melhora bastante em termos de espectáculos a nível geral. Mas há o reverso da medalha, com tanto espectáculo digno de visita, é difícil ir a tudo o que se gostaria e há que fazer escolhas.
Só este ano já investi uma pequena fortuna em espectáculos, teatro, concertos e o habitual cinema, claro!!!
O último investimento foi no concerto do Michael Bublé a acontecer dia 2 de Novembro no Pavilhão Atlântico. É a 1ª vez que visita o nosso país e o povo estava ansioso por o ver por cá. O 1º concerto esgotou em pouquíssimos dias e o 2º (dia 3 de Novembro) está muito próximo de esgotar.
Confesso que não morro de amores pelo estilo de música dele, o último álbum dele nem sequer o achei por aí além, o anterior sim, é muito bom. No entanto, gosto imenso do Michael, tem pinta, tem personalidade e muito carisma. Parece-me que dá valentes espectáculos de entretenimento. E é precisamente à procura disso que vou, um grande espectáculo.
No facebook foi criado um grupo que se intitula "Vamos tod@s vestid@s com camisa e gravata ao concerto do Bublé!!!". A ideia a ir para a frente é muito engraçada. Não me importo nada de aderir. xD
Só para comemorar a vinda dele a Portugal, vamos ouvir Haven't Met You Yet. Um vídeo que acho que está fabuloso e que me pôs a rir no final, da 1ª vez que o vi.



Michael Buble - Haven't Met You Yet

I'm not surprised, not everything lasts
I've broken my heart so many times, I stopped keeping track
Talk myself in, I talk myself out
I get all worked up, then I let myself down

I tried so very hard not to lose it
I came up with a million excuses
I thought, I thought of every possibility

And I know someday that it'll all turn out
You'll make me work, so we can work to work it out
And I promise you, kid, that I give so much more than I get
I just haven't met you yet

I might have to wait, I'll never give up
I guess it's half timing, and the other half's luck
Wherever you are, whenever it's right
You'll come out of nowhere and into my life

And I know that we can be so amazing
And, baby, your love is gonna change me
And now I can see every possibility

And somehow I know that it'll all turn out
You'll make me work, so we can work to work it out
And I promise you, kid, I give so much more than I get
I just haven't met you yet

They say all's fair
In love and war
But I won't need to fight it
We'll get it right and we'll be united

And I know that we can be so amazing
And being in your life is gonna change me
And now I can see every single possibility

And someday I know it'll all turn out
And I'll work to work it out
Promise you, kid, I'll give more than I get
Than I get, than I get, than I get

Oh, you know it'll all turn out
And you'll make me work so we can work to work it out
And I promise you kid to give so much more than I get
Yeah, I just haven't met you yet

I just haven't met you yet
Oh, promise you, kid
To give so much more than I get

I said love, love, love, love
Love, love, love, love
(I just haven't met you yet)
Love, love, love, love
Love, love
I just haven't met you yet

segunda-feira, abril 19, 2010

The Last Song – A Melodia do Adeus

Mais uma adaptação ao cinema de um livro de Nicholas Sparks. Desta vez, o próprio Sparks escreveu o argumento ainda antes de editar o livro final.
Comecei a ler o livro uma semana antes do filme estrear, já convencida de que não iria conseguir ir à estreia e ainda menos à antestreia. Mas o que é facto é que o livro entusiasmou-me de tal modo que consegui ir vê-lo logo na antestreia.
O facto de ter a história bem fresca na cabeça, deu para perceber muitas alterações de história, tudo em prol de um argumento mais simples e focado nas personagens principais, o que me faz pensar que foi uma aposta mais do que ganha. O livro tem alguns pormenores que a serem aproveitados no filme, o tornaria muito longo, enfadonho e disperso.
A história pode não ser original de todo, quem lê Nicholas Sparks já está habituado ao seu estilo inconfundível e quando o lê já sabe que tem perante si uma história de amor muito bonita, mas que poderá ter um final não muito floreado. The Last Song – A Melodia do Amor conta-nos a história de 2 irmãos, Ronnie e Jonah, que vivem em Nova Iorque e vão passar as férias de Verão em Tybee Island na Georgia, uma terrinha costeira, onde nada se passa. Com a separação dos pais, os irmãos pouco contacto têm tido com o pai, mas Jonah está entusiasmado com o reencontro. O mesmo não se pode dizer da rebelde e inconformada Ronnie que é arrastada para a companhia do pai e tudo faz para tornar a sua estadia um incómodo. No entanto, o Verão trás consigo novas aventuras, umas mais agradáveis que outras, aventuras que farão Ronnie ver a sua vida de forma diferente e que a farão crescer como pessoa.
Quase que posso classificar o filme de uma comédia muito bem disposta, com cenas muito engraçadas e cómicas, onde existem cenas mais dramáticas e cheias de carga emocional. Eu que sou um coração de manteiga, derramei muitas lágrimas, mas já o tinha feito com o livro, pelo que não foi nada de novo. E bem vi que não fui a única a sair da sala de cinema com os olhos e o nariz vermelhos. =P
Não tinha qualquer opinião sobre a Miley Cyrus (famosa com a sua personagem Hannah Montana), nunca a tinha visto representar ou sequer cantar. A minha Ronnie imaginária foi já idealizada na figura física da Miley, pelo que esteve muito próximo da minha fantasia, tirando a madeixa roxa do cabelo… Tal como adorei a evolução da Ronnie no livro, a Ronnie / Miley também esteve bem, a meu ver.
O Jonah, o irmão mais novo de Ronnie, interpretado por Bobby Coleman de apenas 12 anos, está muito cómico, mas nas cenas mais comoventes consegue igualmente transmitir a carga dramática exigida. Acho que ele está mesmo muito bem no papel.
Steve, o pai de Ronnie, interpretado por Greg Kinnear está igualmente exemplar. Greg é um actor que já conheço desde há alguns anos e sempre nutri uma pequena paixão platónica por ele, mesmo quando fez o papel super cómico de gay em As Good as It Gets. Aqui, a par com o filho Jonah, está cómico e realista ao mesmo tempo. A paciência e a calma descritas por Sparks no livro está bem patente aqui na personagem que Greg deu vida.
Liam Hemsworth, interpretou Will, um rapaz cobiçado por todas as raparigas e que irá fazer amansar a “fera”. Mais uma personagem bastante cómica. E envolvência com Ronnie e toda a química entre eles, tornou as suas cenas juntos momentos altos no filme.
Quando digo que o filme é cómico não estou a falar de cenas parvas, improváveis ou satíricas, mas sim, cenas engraçadas decorrentes do dia-a-dia, acções cómicas ou frases cheias de piada que tornam o filme muito agradável. Não raras vezes a sala se encheu de risos.
A banda sonora do filme é também muito adequada, chegando a ter músicas que adoro mesmo. O tema principal, interpretado pela própria Miley, é tão lindo que só a música em si me chega a emocional. A música dá pelo nome de When I Look At You.
É mais um filme que aconselho, quer se goste ou não de Nicholas Sparks.
Se eu adorei o Dear John – Juntos ao Luar, este ficou equiparado a A Walk to Remember. Para além de ter sido um dos livros que mais gostei de ler, é também o melhor filme que já se fez baseado num livro do autor, por isso conseguiu pontuação máxima! :)

Ficha Técnica
Título português: A Melodia do Adeus
Título original: The Last Song
Realizador: Julie Anne Robinson
Descrição: Veronica (Miley Cyrus) nunca conseguiu superar o divórcio dos pais nem a inesperada mudança do pai para a ilha de Tybee. Aos 17 anos, é uma rapariga rebelde e revoltada, com uma relação muito tensa com todos os que lhe estão próximos. Agora, três anos após a separação, a sua mãe resolve que chegou o momento de ambos os filhos irem passar as férias de Verão com o pai, numa tentativa de reaproximação. E, naquele lugar paradisíaco, onde a música servirá de mote à comunicação, Veronica vai aprender que o amor, independentemente da forma como é demonstrado, é muito mais complexo do que ela poderia imaginar, mesmo nas suas formas mais imprevisíveis. Realizado por Julie Anne Robinson, é a versão para cinema do romance homónimo de Nicholas Sparks, escrito já com a intenção de ser transformado em argumento e a pensar em Miley Cyrus, celebrizada como Hannah Montana, como protagonista.
Actores: Miley Cyrus, Greg Kinnear, Bobby Coleman, Liam Hemsworth, Hallock Beals, Kelly Preston, Stephanie Leigh Schlund, Nick Searcy, Adam Barnett, Carly Chaikin
Género: Drama, Romance, Comédia
Ano de Lançamento: 2010
Duração: 108 minutos
Classificação: Maiores de 12 anos
Classificação (de 0 a 10): 10


The Last Song trailer



Miley Cyrus – When I Look At You

Everybody needs inspiration
Everybody needs a song
A beautiful melody
When the nights are long

'cause there is no guarantee
That this life is easy

Yea when my world is falling apart
When there's no light
To break up the dark
That's when I
I look at you

When the waves are flooding the shore
And I can't find my way home any more
That's when I
I look at you

When I look at you
I see forgiveness
I see the truth
You love me for who I am
Like the stars hold the moon
Right there where they belong
And I know I'm not alone

Yeah when my world is falling apart
When there's no light
To break up the dark
That's when I
I look at you

When the waves are flooding the shore
And I can't find my way home any more
That's when I
I look at you

You appear just like a dream to me
Just like kaleidoscope colors that cover me
All I need
Every breath that I breathe
Don't you know you're beautiful
Yeah yeah

When the waves are flooding the shore
And I can't find my way home any more
That's when I
I look at you

I look at you
Yeah
Whoa-oh
You appear just like dream to me

domingo, abril 18, 2010

O meu novo brinquedo

Sala remodelada. Móveis novos e modernaços. Nova decoração de parede. Novos adornos. Novos motivos de decoração. O que faltava? Uma televisão nova e que fosse, não o último grito da tecnologia, mas que fosse algo próximo disso.
E saiu este exemplar lindo de morrer em termos de design e que em qualidade de imagem é mesmo "awesome". Já consigo ver os meus filmes e séries em HD, com um som espectacular e em tamanho gigante em relação ao meu anterior e ultrapassado aparelho televisivo.
Já estive a curtir os episódios desta semana das minhas séries favoritas e só tenho a dizer que fiquei de boca aberta com a nitidez da imagem. Nem quero pensar quando vir um filme em formato blue-ray...
Agora para ajudar à festa, há que aderir à TV por cabo. Se quero desfrutar das capacidades do novo brinquedo, tenho mesmo de me converter à TV do futuro (e paga!!!).

terça-feira, abril 13, 2010

Adeus, não afastes os teus olhos dos meus

Uma das minhas músicas favoritas alguma fez compostas pelo David Fonseca é precisamente esta Adeus, não afastes os teus olhos dos meus. Não sei o que tem, se é a melancolia e nostalgia que transmite, se é a música calma que vai subindo de tom, se as palavras cantadas em português pelo David... Só sei que há algo meio inexplicável que me agrada bastante.
Do concerto de 6ª-feira, só ficou mesmo a faltar esta para o ciclo se completar.
Estou completamente rendida!

A versão que aqui deixo é a que está incluída no DVD ao vivo de Dreams in Colour gravado precisamente no Coliseu de Lisboa há 2 anos atrás.



David Fonseca - Adeus, não afastes os teus olhos dos meus
Quando dormes
E te esqueces
O que vês
Tu quem és
Quando eu voltar
O que vais dizer?
Vou sentar no meu lugar

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar

Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Eu vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar

Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar

Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar
Eu vou, vou conseguir pará-lo
Vou conseguir pará-lo

Vou conseguir

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou conseguir pará-lo
Eu vou conseguir guardá-lo
Eu vou conseguir ficar

segunda-feira, abril 12, 2010

David Fonseca, o “ninja hiper-activo”, no Coliseu de Lisboa

Ano sim, ano não, David Fonseca consegue encher o Coliseu de Lisboa. Em 2006 com o projecto Humanos, em 2008 em nome próprio (concerto que deu origem ao DVD Dreams In Colour) e agora em 2010 volta a repetir a proeza.
Numa noite em que desde um grupo de Mariachis a acompanhar o músico, fogo-de-artifício, muitos efeitos visuais, uma convidada especial, até ao improvisar de uma pista de dança a meio do concerto, de tudo um pouco aconteceu.
Tudo indicava um concerto cheio de luz e cor. O palco, meio encoberto por um pano negro deixava adivinhar por trás, vários ecrãs luminosos com diversas inscrições (a lembrar Las Vegas e todos os seus placards luminosos) e ainda uma tradicional cabine telefónica inglesa. Não só o palco se enchia de ecrãs, como também do tecto, por cima da plateia pendiam ecrãs, completando-se o cenário com as famosas bolas de espelhos dos anos da disco.
A música, mesmo antes do concerto iniciar, já animava o público. A selecção musical, a antever o concerto, poderá muito bem ter partido do próprio David, já que se centrou em temas eternizados nos anos 80. E ainda não havia terminado “I Want To Break Free” dos Queens já o protagonista da noite emprestava a sua voz ao final da música, que assim deu o pontapé de saída para quase uma hora e meia de espectáculo imparável.
Todos os seus álbuns foram revisitados, chegando mesmo a fazer referências ao ano de 1998, ainda a liderar os Silence 4, quando escreveu “Angel Song” sentado na cama da avó. Relembrou, também “o Gelado do Verão” de António Variações, e que interpretou com o projecto Humanos.
As surpresas continuaram noite dentro. Um grupo de Mariachis acompanharam-no do camarote em Morning Tide. Subiu ao palco uma convidada sempre especial, Rita Redshoes, com quem fez dois duetos “Handle with Care”, dos Traveling Wilburys e Hold Still.
Presenteou ainda o público com diversas versões muito próprias de músicas mais do que consagradas, música que os anos 80 nos deixou de herança e que o David continua a eternizar, “Everybody’s Gotta Learn Sometimes” dos The Korgis, “Time After Time” e “Girls Just Wanna Have Fun” de Cyndi Lauper e “The Roof is on Fire” dos Bloodhound Gang.
Numa noite cheia de ritmo, David Fonseca nunca deixou esmorecer os ânimos. A empatia com o público desde logo se fez sentir, não só pela interacção, como pela proximidade entre ambos. Por diversas vezes foi tocar muito próximo do público, tão próximo que em “Stop 4 a Minute” irrompeu bancada acima empunhando a sua guitarra instalando-se em pleno coração da assistência que se achava ao rubro.
Para o final estavam guardados 2 encores. No primeiro, “U Know Who I Am” foi entoado pelo David e pelos seus clones projectados nos famosos ecrãs. Muito ao jeito do vídeo de Natal que havia publicado no site oficial, cada ecrã apresentava um clone a tocar um instrumento específico e onde tudo se encontra coordenado como que de várias pessoas se tratasse e que tocassem em conjunto.
No segundo e último tema da noite, David Fonseca montou literalmente uma rave em plena arena do Coliseu. Surgindo no camarote presidencial, envergando um fato de boxe, anunciou ser o DJ da noite. This Raging Light e Silent Void, que fecharam de forma estrondosa o concerto, pareciam realmente ter sido compostas para vibrar nas pistas de dança.
De facto, David Fonseca continua a primar pela criatividade e esta noite demonstrou-o mais uma vez. O público agradeceu-lhe por isso e foi presenteado com um espectáculo cheio de energia, por vezes nostálgico, mas na sua maioria vigoroso.

Alinhamento:
1. Walk Way When You’re Winning
2. Owner of her Heart
3. Everybody’s Gotta Learn Sometimes
4. A Cry 4 Love
5. Morning Tide (I Just Can’t Remember) com os Mariachis
6. Kiss me, oh Kiss me
7. Time After Time
8. Someone That Cannot Love
9. Gelado de Verão (António Variações – Humanos)
10. Our Hearts Will Beat As One
11. The Roof is on Fire
12. Stop 4 a Minute
13. There’s Nothing Wrong With Us
14. Superstars II
15. Handle with Care (com Rita Redshoes)
16. Hold Still (com Rita Redshoes)
17. Girls Just Wanna Have Fun
18. The 80’s
19. It’s Just A Dream
1º encore
20. Angel Song
21. U Know Who I Am
22. (Baby) All I Ever Wanted
23. This One’s so Different
2º encore
24. This Raging Light
25. Silent Void

Artigo publicado no site Canela e Hortelã. O meu primeiro artigo publicado num site cultural. =P
Agradeço imenso à Sara, claro!!! =)

Um dos muitos vídeos que consegui fazer, o momento rave da noite.



Mais vídeos no meu canal do YouTube.

PS: Não fosse já ter planos para 6ª-feira e o ter visto no Coliseu de Lisboa, iria ao Coliseu do Porto...