Quem me conhece, sabe
perfeitamente, que sou uma completa descrente, céptica a tudo o que diga
respeito a Deus ou a qualquer ser superior a nós, humanos. Por isso, seria de
esperar que não conhecesse grande parte das histórias da Bíblia. Até eu pensava
que assim era, mas depois de ver este fim-de-semana a série baseada nas
histórias bíblicas produzida pelo Canal História, chego à conclusão que até
conheço grande parte dessas histórias, pelo menos as relatadas no antigo
testamento.
O que me levou a ver a série,
transmitida agora pela Páscoa, confesso que foi o papel que atribuíram ao nosso
querido Diogo Morgado, o papel carismático de Jesus Cristo. Bem, isso e o facto
de adorar séries épicas e baseadas em factos históricos.
Agora percebo porque temos um
Cristo Rei à entrada da capital, afinal ele era português?!? OK, uma piadinha
foleira! xD
Uma vez que a série estava a ser
muito falada pelos EUA, resolvi ver. E devo dizer que gostei imenso. São
histórias cruéis, cheia de sangue e violência, mas nada que não esteja já
habituada a ver neste tipo de séries. Conta, quem leu a Bíblia, que muita coisa
não foi contada como está relatada nas páginas do dito livro sagrado. Mas eu
vejo que esta série é uma adaptação dos escritos da Bíblia e como todas as
adaptações, o autor coloca sempre algum cunho sei. Acho que é um pouco como uma
adaptação ao cinema de um livro, quem o lê antes de ver o filme, acha sempre
que o filme não está à altura do livro.
Quanto a mim, que nunca li a Bíblia,
posso avaliar pelo que vi. E digo que gostei muito do que vi. Os cenários
inóspitos e áridos que sempre me assolam a imaginação quando penso nestes
tempos longínquos, aquelas vestes longas de linho, os cabelos e barbas compridas
e desgrenhadas e sempre as rivalidades pela conquista de terras de ninguém que
cada um proclama suas e que neste caso proclamam em nome de Deus, até que
aparece Jesus que prega pela fé e não pela espada.
O papel do Diogo Morgado acaba
por ser dos mais importantes e o qual teve mais incidência na série. E o nosso
português, que teve de sair de seu país natal para se mostrar ao mundo, não
esteve nada mal. Tem obtido críticas muito positivas pelo papel que
interpretou. E reconheço o seu talento como actor… que aliás já tive o prazer
de o constatar em várias peças de teatro.
Foi uma maratona de 10 episódios
compilados em 2 tardes de cinema de sofá que valeram bem a pena.
Eu poderia dizer que já tinha
estado com Jesus himself, mas não iriam acreditar em mim, se não tivesse como o
provar, por isso cá está, a prova:
A falar a verdade já estive com
Jesus e com Judas, várias vezes… mas isso são outras histórias! :P
Dia de estreia, dia da “je” ir ao
cinema. A curiosidade era alguma e como amanhã é feriado, aproveitei e já fui
ver o filme, Safe Haven.
Vou fazer a minha apreciação, mas
desde já faço uma ressalva. Não sou isenta, adoro o autor, o Nicholas Sparks,
como todos sabem, gostei do livro (sem que tenha sido um livro vertiginoso!),
adoro os actores que encarnaram as 4 personagens principais, até simpatizo com
o actor que faz de “vilão”, por assim dizer. Por isso, a minha avaliação poderá
estar empolada, baseada em todos esses factores.
Quando leio um livro, e acho que
isso acontece com toda a gente, a minha cabeça imagina mentalmente o aspecto
físico das personagens. Quando li este, a minha imaginação foi toldada pelo aspecto
físico dos actores que já sabia que iam interpretar as personagens. Tirando o
Alex que, apesar de fisicamente ser o Josh Duhamel, eu imaginava-o com o cabelo
cinzento, tal como relata o livro. O filme conseguiu ser fiel à minha imaginação…
bem tirando, 2 personagens que ficaram na penumbra (uma no livro, outra no
filme). Até Southport, a cidade onde se passa a acção, correspondeu ao que
tinha idealizado.
Já os filmes anteriores baseados
nos livros do Sparks, trazem sempre um toque diferente dos livros, algo inesperado
para quem lê os livros e que tem um cunho mais próprio para um filme. Este não
foi a excepção e gosto de argumentos assim, baseados em histórias que já conheço,
mas que têm ainda algo de inesperado. Neste caso, foi algo subtil, mas não
deixou de me intrigar, até ao desfecho.
Quanto ao filme em si, não posso
dizer que me tenha deslumbrado, assim como o livro não me deslumbrou, devido à
história simples e sem grandes clímax (tirando o final, mais à policial), mas mesmo
assim gostei muito. As 2 personagens principais funcionaram muito bem juntas, adorei
a Lexie, uma miúda com uns olhos muito expressivos, que foi um mimo ver ao lado
de Katie, quase me arrisco a dizer que pareciam mãe e filha. A Katie, ou melhor
a Julianne Hough, é lindíssima e conseguiu-me transmitir a mesma sensação que o
livro me transmitiu. Uma mulher insegura no início, mas que começou a ganhar
confiança e no final conseguiu enfrentar o seu maior temor. Ao Alex apenas me
pareceu faltar um bocadinho de ligação com os filhos, bem os filhos foram
retratados de uma forma um pouco diferente do livro, também pode ter sido isso,
mas a ligação com Katie esteve muito bem. É interessante ver a Jo, para quem
leu o livro, ao longo do filme, observei cada cena com cuidado e quem escreveu
o argumento, teve esse cuidado… e mais não digo, que não quero spoilar ninguém.
Deixo a música principal da banda
sonora. O vídeo baseado no filme, está muito giro.
Colbie Caillat ft. Gavin DeGraw – We Both Know
Ficha Técnica
Título em português: Um Refúgio
para a Vida
Título original: Safe Haven
Realizador: Lasse Hallström
Descrição: Decidida a deixar o
passado para trás, Katie (Julianne Hough) decide recomeçar uma nova vida em
Southport, uma pequena cidade piscatória no estado de Carolina do Norte, EUA.
Com o passar do tempo, e apesar de relutante em criar laços seja com quem for,
ela acaba seduzida pela generosidade de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo com
dois filhos pequenos, que teima em manter-se por perto. Agora, com uma vida que
parece ter tomado um novo rumo, ela sente-se feliz e cada vez mais ligada a
Alex e às duas crianças. Porém, o passado obscuro que durante anos tentou
esquecer parece ter voltado para a assombrar quando um homem misterioso chega à
cidade, decidido a revelar segredos que vão alterar a opinião que todos têm
sobre dela.
Realizado por Lasse Hallström
("Regras da Casa ", "Chocolate", "Hachiko - Amigo para
Sempre"), "Um Refúgio Para a Vida" é mais uma adaptação
cinematográfica da obra de Nicholas Sparks.
Conheço muito pouco desta banda, ou pelo menos conhecia. Mas já ouvi o CD de estreia, My Head Is an Animal, e gostei bastante.
São islandeses e definem o seu estilo em algo entre o indie pop, indie folk, indie rock, folk rock e o rock alternativo. O que mais me cativou é que têm uma sonoridade algo diferente do que costumo ouvir e a voz da vocalista, Nanna Bryndís Hilmarsdóttir, soa-me muito suave ao ouvido.
Já que estão na moda as Moções de Censura, quero apresentar uma também... contra o S. Pedro.
Ele sabe que a Primavera já chegou, certo? Ele sabe que as pessoas já estão fartinhas de chuva e mais chuva, certo? Então porque é que não nos manda uns diazinhos mais animados com solzinho e uma temperatura amena? Substituam lá o "santo padroeiro do tempo" por outro mais generoso para connosco! :P
Nem de propósito, ontem a falar do Smash e a Karen, a personagem principal interpretada pela maravilhosa Katharine McPhee, faz hoje anos, 29 aninhos e com tanto talento.
Smash é uma série musical passada
nos bastidores da produção dos musicais da Broadway. Uma série que vai já na 2ª
temporada e que me tem prendido desde o 1º episódio, ou não fosse eu uma grande
admiradora do teatro musical. E se eu não vou à Broadway ver um dos muitos
musicais que por lá vão passando em cena, a Broadway decidiu vir até mim em
forma de série televisiva. E como lhes estou grata por isso! J
O último episódio terminou com um
nº que adorei. Todos os episódios têm pelo menos uma cena arrebatadora e esta
pertence ao episódio 7 da 2ª temporada, o último que passou nos EUA.
Só para fazer um enquadramento. Esta
é a cena que está prevista ser a abertura do musical Hit List, um musical
escrito por 2 novatos, que ambicionam ter um musical seu em cena, e que neste
momento está muito bem encaminhado… pelo menos assim se prevê com esta
introdução. Adorei a música, adorei o cenário dinâmico de fundo, adorei a letra
(que tem tudo a ver com o episódio em si) e a química dos 2 portagonistas.
Curiosidade: a protagonista, Katharine
McPhee foi finalista no 5º ano do Maerican Idol e percebo o porquê, ela é
bonita e tem uma voz de ficar sem fôlego! J
Esta semana que começa agora vai
ser marcada pela estreia de um filme que tenho curiosidade em ver. Chama-se no
original Safe Heaven (que recebeu o nome em português de Um Refúgio para a Vida)
e é o filme baseado no livro com o mesmo nome do romancista Nicholas Sparks.
Ele é o autor que mais livros me
tem levado a comprar. Tenho-os quase todos, tipo colecção, e tenho gostado da
grande maioria deles. É verdade que não é uma literatura muito elaborada, com
histórias inovadoras, mas é algo muito soft, que tem sempre passagens da vida
quotidiana e com histórias que, mais ou menos, me dizem alguma coisa ao coração.
São livros que me fazem passar bons bocadinhos.
Nicholas Sparks vê agora mais um
livro seu ser adaptado ao cinema, depois de já outros 7 livros terem saltado
para o ecrã grande do cinema. Dos outros, ainda me falta ver Message in the Bottle
(As Palavras que Nunca te Direi), porque é um dos livros que ainda não li e
espero lê-lo antes de ver o filme. E
depois confesso que os actores do filme não me suscitam muita curiosidade.
Os filmes têm sido mais ou menos homogéneos,
tirando o Nights in Rodanthe (O Sorriso das Estrela) que não me entusiasmou muito.
Mas um filme que me marcou imenso foi o A Walk to Remember (Um Momento
Inesquecível). O livro é muito comovente e o filme conseguiu captar a essência
do livro. Gostei das personagens de carne e osso, da química entre elas e até a
banda sonora ajudou a todo o argumento. E tenho a dizer que foi graças ao The
Notebook (O Diário da Nossa Paixão, o meu livro favorito de Sparks) que conheci
um grande actor, o Ryan Gosling.
O Safe Heaven é um daqueles
livros que não conta com muitos momentos altos na história, mas tem um final
digno de policial, onde a acção abunda e tenho curiosidade para o ver. Conta
nos papéis principais com actores como Josh Duhamel, Julianne Hough e a minha
querida Cobie Smulders.
Aqui há uns anos tive o
privilégio de estar uns minitinhos com o Nicholas Sparks. Adorei. Ele é muito
comunicativo e conversador. Ainda deu para tirar uma foto ao lado dele e tudo.
Recordo esse dia como se fosse hoje, o dia em que conheci um dos meus autores
favoritos! J
Como boa moçoila que sou, obviamente que adoro bijutaria e desde que a Internet é um canal de divulgação de qualquer assunto, os sites e as páginas de facebook que vendem este tipo de adorno também se multiplicam. E aqui a TheStar não é imune a estes sites. Existe um que me tem levado a comprar várias (muitas) peças, entre colares, brincos, anéis...
A última encomenda chegou hoje e estou muito contente com a minha compra, são peças lindíssimas.
Mas estou é deveras apaixonada pelo colar Tim Burton, como as autoras do site lhe chamaram.
Eu que sou uma grande admiradora dos filmes do Tim Burton, não poderia deixar de adorar este colar. É uma doçura, não é???? :)
Não tenho nenhuma prima chamada Vera, mas dizem que ela chega hoje...
Nesta altura do ano, os dias já se notam maiores e até as alergias já se fazem sentir. Mas é Primavera e quem não gosta dela?
Só falta virem os dias mais amenos para a Primavera se fazer sentir de verdade!!!
O Dia Internacional da Felicidade é comemorado pela primeira vez hoje, em todo o mundo. A data de 20 de Março, estabelecida em 2012 pela ONU, pretende reconhecer a felicidade e do bem-estar como objetivos universais para a vida humanidade.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, espera que neste dia seja "reforçado o compromisso para com o desenvolvimento inclusivo e sustentável do ser humano" e que sejam "renovadas as nossas garantias para ajudar os outros".
"Quando contribuímos para um bem comum, nós próprios enriquecemos. A compaixão promove a felicidade e vai ajudar-nos a construir o futuro que desejamos", acrescentou o responsável, no site oficial da organização, numa mensagem dedicada a este dia.
Numa conferência realizada pela ONU, Ban Ki-moon defendeu que o mundo "necessita de um novo paradigma económico que reconheça a igualdade dos três pilares do desenvolvimento sustentável". O secretário-geral afirmou que as componentes social, económica e ambiental "são indivisíveis".
A sugestão para esta celebração universal chegou do Butão, um pequeno reino budista localizado nos Himalaias, que adopta como estatística oficial a "Felicidade Nacional Bruta" em vez do Produto Interno Bruto (PIB).
Desconhecia tal talk show, mas por causa do Jon Bon Jovi ter sido o convidado de dia 15, fui "obrigada" a ver os excertos que encontrei pela net. Deixo este excerto que acho espectacular.
Quero ver se arranjo o episódio inteiro, quero ver isto com toda a atenção possível! :)
Aos senhores comerciais daquela operadora que, agora tem 4 serviços todos no mesmo pacote, e cuja imagem de marco continua a ser os Gatos Fedorento, tenho a dizer que JÁ SOU CLIENTE, por isso escusam de me vir bater à porta e de me deixar, todos os dias, panfletos na porta.
Agradecida!
Tenho cá uma sorte com as nossas operadoras... Quando me mudei para minha casa, a outra operadora concorrente desta em causa, fartaram-se de me encher o juízo para aderir ao serviço deles. Encheram-me tanto que foi remédio santo para ir directo para a concorrência.
Agora, mesmo sendo cliente, continuo a ver bombardeada com publicidade.
Hoje foi um grande dia para o Echelon mundial. Finalmente, saiu o tão esperado single dos Thirty Seconds to Mars... Up In The Air... que aqui há uns dias tinha sido lançado para o espaço... sim, porque estes 3 meninos não fazem a coisa por menos... e tiveram, ou têm, sempre de ser diferentes e arrojados!
A curiosidade já era mais do que muita e hoje a espera (pelo menos do single) terminou.
Resultado? Uma música muito eléctrica, cheia de energia positiva, arrojada, forte, muito sinfónica e que faz lembrar algumas origens da banda, mas é um som mais actual, o que faz com que a música seja mais comercial (e quando digo isto é sem teor depreciativo, comercial para mim quer dizer que pode chegar a mais pessoas que normalmente até podem nem ouvir a banda, é um estilo que pode cativar mais público).
O álbum vai chamar-se Love Lust Faith + Dreams e tem data prevista de edição em Portugal 20 de Maio.
Deixo a track listing:
01. Birth
02. Conquistador
03. Up In The Air
04. City Of Angels
05. The Race
06. End Of All Days
07. Pyres Of Varanasi
08. Bright Lights
09. Do Or Die
10. Convergence
11. Northern Lights
12. Depuis Le Début
Achei piada ver o nome da 2ª música... dá uma esperança da música ser cantada em português, não é? É que se a última tem título em francês, porque não sonhar em ouvir o Jared cantar-me ao ouvido em português? :P
A capa também foi revelada hoje:
Fontes fidedignas, que já ouviram o álbum relatam que "É épico, dramático, muito cinematográfico, brutal! E termina de uma forma fofinha ♥", palavras da Arrojinha da Rádio Comercial.
E na próxima semana ela estará em Londres para os entrevistar, por isso mais novidades se adivinham. :)
O Adam Levine é mais um daqueles homens que transpira sensualidade. Sem ser um parminho de cara, tem um corpo muito bem esculpido, umas tatuagens, que à partida me poderiam incomodar, mas já me habituei e agora acho-as super-sexy, uma voz que pode não ser das melhores, mas que só pelo simples facto de cantar, aos ouvidos das mulheres isso é já motivo para nos cativar.
Hoje é o dia dele, faz uns lindos 34 anos.
E para comprovar que o rapaz emana sensualidade...
Vou retomar esta rubrica que tão bem me acompanhou durante alguns meses, aqui há uns anos atrás. Todos os meses irei destacar um menino que me possa acompanhar durante o mês corrente. Desta vez, o menino de Março será Bradley Cooper.
Bradley Charles Cooper nasceu em Filadélfia, Pensilvânia, 5 de Janeiro de 1975.
Cooper começou sua carreira profissional na série Sexo e a Cide em 1999, fez parte do elenco das 3 primeiras temporadas da série Alias. Teve participações em Lei & Ordem e em Nip/Tuck.
Mas foi no cinema que começou a dar cartas, em filmes como Os Fura Casamentos, Como Despachar um Encalhado, Sim!, Ele Não Está Assim Tão Interessado, A Ressaca (que vai já no 3º filme, em filmagens), Dia dos Namorados, Soldados da Fortuna, Sem Limites, Guia para um Final Feliz, etc.
Em 2011, Bradley Cooper foi eleito o homem do ano pela revista GQ e foi eleito o homem mais sexy do mundo pela revista People.
Comecei a achar-lhe piada no filme Sem Limites, gostei do papel dele, gostei do argumento e foi talvez o 1º filme em que o vi fazer um papel mais consistente, sem ser sempre os papéis cómicos que ele já nos tinha habituado. Quanto à Ressaca, eu confesso-me anti-hype, só vi o 1º filme e não achei piada por aí além. É só mais um filme e nem consigo perceber o porquê de tanto sucesso. Mas com o Guia para um Final Feliz, acho que a carreira do Bradley pode ter dado o pulo na direcção que ele esperava e que eu espero que ele atinja.
Não o acho somente uma cara bonita com uns olhos azuis divinos, é um bom actor, com grande sentido de humor e que consegue empatia com o público. Tem uns olhos muito expressivos, que faz com que os seus papéis possam ser muito emotivos.
Ele tem um filme chamado The
Place Beyond the Pines onde entra com o Ryan Gosling e a inexpressiva Eva
Mendes que não tem data de estreia em Portugal. No entanto, é um filme que me
desperta imensa curiosidade, pois faz-me lembrar o Blue Valentine e o Drive,
ambos filmes que adorei o Ryan. Estas personagens conturbados e fortes são as
que mais interesse me despertam no cinema e parece-me que este filme está
repleto delas.