domingo, janeiro 17, 2010

De passeio pela marginal...

As minhas experiências...




PS: E sabem quem está ali no meio daqueles surfistas, também a surfar? O deslumbrante Pedro Lima!!! :D

The Road – A Estrada

Tenho o Viggo Mortensen em alta estima, é um dos meus actores favoritos e já estou numa fase em que nem preciso ver trailers ou ler sinopses dos seus filmes. Ele é um dos actores, eu automaticamente quero ver o filme. The Road foi escolhido assim, às cegas! Não fazia a mínima ideia qual o argumento, apenas me tinham dito que o livro no qual é baseado era muito difícil. Por isso, não me preparei minimamente para o que iria ver.
O filme é verdadeiramente muito pesado, tendo como cenário um planeta Terra completamente devastado, desprovido de qualquer vida vegetal e animal, tirando alguns poucos humanos (se que é que num cenário destes se podem chamar de humanos!), estamos perante um planeta que morre aos poucos.
A história gira sempre em torno de um pai que viaja para sul com o filho, na esperança de conseguir um local mais quente para sobreviver. E pelo caminho o que fazem é precisamente isso, tentar sobreviver, sem transporte, sem água ou comida, sítio onde dormir ou se abrigar da chuva intensa, onde ainda têm de escapar a inúmeros perigos de ordem natural e não só.
O planeta tornou-se árido e inóspito. Apenas algumas (poucas) famílias e nómadas conseguem persistir e mesmo assim em condições sub-humanas. Num planeta onde há muito a paz deixou de reinar e onde cada um olha apenas por si, pois a esperança há muito que não existe, muitas vezes apenas a morte trás algum conforto.
É um filme genérico, onde nem as poucas personagens têm direito a nomes próprios. Um filme que me fez sentir muito pequenina, egoísta e me deu um nó gigante no estômago.
Nada a apontar a todos os actores que fazem deste filme um dos mais realistas que tenho visto nos últimos tempos. O Viggo Mortensen (é o pai) continua a ser um actor como muito poucos o são, uma interpretação de nos levar às lágrimas e de grande sentimento. Os seus olhos revelam muita da emoção que tem de transparecer, o seu corpo denota a fome, a sede e a privação de qualquer conforto que a sua personagem tem vivido, as mãos e o rosto enrugado fruto de noites aos relento, chuvas e tempestades… ou seja, uma caracterização exemplar.
O mesmo posso afirmar sobre o pequeno Kodi Smit-McPhee (o filho), que nos faz ficar condoídos ao ver tudo aquilo que aquela criança tem de passar para apenas conseguir sobreviver.
A Charlize Theron (a mãe), o Robbert Duval (um sobrevivente muito velho) e o Guy Pearce (outro sobrevivente) têm aparições muito fugazes, durante o filme, mas todas elas com papeis chave que nos complementam a história e a mensagem que é passada.
The Road deixou-me a pensar como somos pequenos neste mundo, como podemos ser egoístas e como sem sempre conseguimos dar o devido valor àquilo que possuímos, como somos muitas vezes fúteis por desejarmos determinado bem material e depois de o possuirmos nem lhe ligamos mais. Quando se perde tudo na vida, aí sim, se percebe o quão felizes poderíamos ter sido, aí sim tudo se daria (mesmo sem nada se ter) só por um pedaço de comida, por um par de sapatos mesmo velhos e gastos, por um colchão onde dormir, um cobertor que nos proteja do frio ou um tecto que nos abrigue da chuva.
E a esperança? Onde reside?
The Man: You have to keep carrying the fire.
The Boy: What fire?
The Man: The fire inside you.
Mais um filme que me deixou a pensar, e acho muito interessante quando um filme me deixa a pensar sobre a sua história.
Se forem ver ao cinema (o que eu recomendo) preparem-se primeiro. O filme é muito bom, mas é também muito forte do ponto de vista psicológico.

Ficha Técnica
Título português: A Estrada
Título original: The Road
Realizador: John Hillcoat
Descrição: Após uma terrível catástrofe que arrasou todo o planeta, um pai (Viggo Mortensen) e um filho (Smit-McPhee) tentam sobreviver à destruição. Eles, tal como milhares de sobreviventes, perderam tudo o que tinham, e agora, fazem um percurso sem rumo pela América, por uma estrada seca e árida onde apenas encontram miséria e sofrimento humano. Essa jornada de sobrevivência vai transformar cada um dos intervenientes e só o amor abnegado lhes poderá dar algum conforto.
Um drama realizado por John Hillcoat, adaptado do best seller A Estrada, de Cormac Mccarthy, vencedor do Prémio Pulitzer de 2007.
Actores: Viggo Mortensen, Robert Duvall, Charlize Theron, Guy Pearce, Kodi Smit-McPhee
Género: Drama, Thriller
Ano de Lançamento: 2009
Duração: 111 minutos
Classificação: Maiores de 16 anos
Classificação (de 0 a 10): 9


The Road trailer

PS: Espero que a “ameaça” de deixar a representação que o Viggo fez, seja falsa. É certo que ele está em alta e quando se faz uma saída em grande estilo, é-se lembrado pelo que de melhor se faz, mas estou convencida que ele pode continuar a actuação sem marchar a sua reputação. :)

sexta-feira, janeiro 15, 2010

4º aniversário do blog

Passaram já 4 anos desde que este blog abriu as suas portas ao mundo, tornando-se tão importante na minha vida, como nunca teria imaginado quando o criei.
O facto de ter criado uma conta no blogspot para puder comentar o blog da altura da minha querida amiga R., levou a que por brincadeira criasse também o meu próprio blog. Ao fim de 4 anos a brincadeira continua, talvez não tão activo como em tempos, mas o prazer de o actualizar continua o mesmo de sempre.

domingo, janeiro 10, 2010

Fala-se de frio...

Hoje parece que esteve frio… tão frio que nevou em diversos pontos do país. Mas, infelizmente, a neve não quis nada com a capital, o que é uma pena!
Até a terrinha que tantas vezes visito, hoje foi brindada com um nevão que deixou a cidade coberta de um manto branco. Gostava de ter lá estado. Se há coisa que adoro ver, é nevar. Ver cair aqueles pequenos flocos de neve, ver a paisagem se transformar… acho lindíssimo!
Claro que isto se aplica apenas quando não tenho de ir para a estrada conduzir sob este tempo rigoroso. Mas se temos este frio descomunal e chove como se não houvesse amanhã, porque é que ao menos não aproveita para nevar? ;)
E não me venham cá dizer que em Portugal até se está bem, em relação ao resto da Europa, pois o frio por lá é mais rigoroso ainda. Eu sei disso, mas também sei que em Portugal e mais particularmente em Lisboa, não estamos habituados a aguentar este frio. Os habitantes da Serra da Estrela estarão muito mais habituados ao frio e os da Europa do Norte ainda mais, pelo que o frio e a neve para eles não será novidade nenhuma. Mas para mim, que odeio o frio e o Inverno, é doloroso ter de enfrentar esta vaga. A neve poderia ser uma atenuante! xD

Sherlock Holmes

As personagens Sherlock Holmes e o seu companheiro inseparável John Watson nunca estiveram entre as minhas favoritas. Nunca li os livros é certo, apenas me lembro vagamente de uma série que passou nos anos 80 na televisão e que, talvez por ser ainda muito jovem, nunca gostei de ver. Achava o Holmes muito enfadonho e sem piada nenhuma.
No entanto, o novo filme do Guy Ritchie despertou-me muito interesse desde que vi o trailer. Primeiro, é um filme do Guy, depois o Robert Downey Jr. tem estado em alta e pareceu-me que o seu Holmes iria ser muito mais cómico e interessante que aquele do qual me lembro vagamente. O Jude Law é sempre uma excelente razão para o ver em ecrã gigante. Embora à partida o preferisse a ele no papel de Holmes, adorei-o como dr. Watson, está um primor, as usual! E claro, o meu bom e velho conhecido Mark Strong, que faz sempre papéis de homem com enorme carisma, quer seja como herói ou vilão, embora os papéis de vilão estejam em maioria.
O que posso destacar neste Sherlock Holmes em primeiro lugar é a fotografia. Está fantástica! Faz-nos mesmo transportar para o final do século XIX, altura em que se passam os acontecimentos, com uma atmosfera cinzenta, prédios e ruas sujas e escuras. O guarda-roupa as well, está muito adequado a todo o ambiente do filme.
No entanto, a história tem os seus altos e baixos. Existem cenas cheias de acção, alguns efeitos especiais, que resultaram muito bem, mas depois existem outras cenas mais pausadas, cuja acção decai e me, fez por várias vezes, bocejar. Obviamente que o Sherlock Holmes é um homem indutivo, precisávamos destas cenas para ele entrar nas suas considerações e nas suas deduções tão famosas, mas isso fez a acção abrandar diversas vezes.
Gostei imenso da química entre os 2 personagens principais, Holmes e Watson. Gosto muito dos 2 actores e em conjunto resultam muito bem. É hilariante assistir às suas briguinhas e desavenças, perceber o poder das 2 mentes que funcionam na perfeição conjuntamente, a forma subtil como Holmes manipula o seu companheiro a acompanhá-lo nas suas aventuras, são grandes motivos para fazer deste filme mais um bom filme realizado pelo ex-marido de Madonna. Quase está provado cientificamente que ele só consegue fazer filmes de relevo, desde que não esteja com ela. xD
Ficou a falta a famosa frase de Holmes: “Elementar, meu caro Watson.”!!!
Quanto ao argumento e à história propriamente dita, não é nada de extraordinário, parece-me que Conan Doyle escreveu enredos bem mais complexos e interessas do que este.
O vilão, mr. Mark Strong, no papel de Lord Blackwood, esteve mais uma vez à altura do seu papel, como aliás está sempre e nunca me consegue desapontar. A personagem feminina interpretada por Rachel McAdams, a Irene, também esteve muito bem, bem melhor que miss Mary Morstan, interpretada por Kelly Reilly, a qual achei que não luziu. John Watson merecia uma noiva mais carismática, porque vistosa até era, mas achei-a muito apagada do ponto de vista sentimental. Para uma mulher apaixonada, acho que deveria ter-se destacado mais do que na realidade nos demonstrou.
O final do filme foi usado para uma possível sequela, talvez a próxima aventura da dupla Holmes & Watson.
Não sei o que os fãs desta personagem poderão pensar do filme, já que este Sherlock me pareceu muito “moderno”, demasiado cómico (o que para mim foi uma bela surpresa!), onde apenas o cachimbo foi usado como adereço. Quando penso em Sherlock Holmes a imagem que me vem à memória é a de um homem de cachimbo sim, mas de chapéu “à Sherlock Holmes” e de casaco tipo capa. O Holmes do Downey Jr. não me fez lembrar o Holmes original, mas como não conheço o original devidamente, talvez possa estar a ser injusta. Mas confesso que gostei muito mais deste detective do que o original que tenho em memória. Esta aventura, agora adaptada ao cinema, serviu ainda para “limpar” a imagem soturna e desinteressante que tinha das histórias deste famoso detective.

Ficha Técnica
Título: Sherlock Holmes
Realizador: Guy Ritchie
Descrição: Sherlock Holmes, o mais brilhante investigador de todos os tempos, criado pelo médico e escritor sir Arthur Conan Doyle, ressurge numa abordagem diferente, cheia de acção, onde o intelecto e a dedução estão agora aliados às artes marciais e ao boxe.
Londres, 1890. Lord Blackwood (Mark Strong), proclamando a sua imortalidade e poderes ocultos, confunde a Scotland Yard e aterroriza toda a população com os seus crimes macabros. Sherlock Holmes e o seu fiel companheiro Dr. John Watson vão ser chamados a descobrir uma conspiração que visa a destruição do país e, juntos, tudo farão para derrubar este novo e misterioso adversário.
Com a realização de Guy Richie, o filme junta a dupla Robert Downey Jr. e Jude Law como Sherlock e Watson, respectivamente.
Actores: Robert Downey Jr., Jude Law, Rachel McAdams, Mark Strong, Kelly Reilly, Eddie Marsan
Género: Aventura, Drama, Policial, Thriller
Ano de Lançamento: 2009
Duração: 128 minutos
Classificação: Maiores de 12 anos
Classificação (de 0 a 10): 7


Sherlock Holmes trailer

sábado, janeiro 09, 2010

Mudámos de ano, mas…

Tinha esperança que com a mudança do ano as coisas melhorassem, mas a tendência é para piorar… O dia de ontem foi surreal.
Quando queremos um bocadinho de tempo para estar com as pessoas, quando temos um almoço especial marcado e nem sequer dá para ir, é sinal de que as coisas estão a descambar e não gosto do rumo que tudo está a tomar.
Levar pancada de todos os lados, tentar estar em todas as frentes ao mesmo tempo e dar vazão à quantidade de coisas urgentes que vão surgindo, é muito desgastante para uma pessoa.
A semana que passou foi só a 1ª do ano, e também uma das mais desgastantes desde há quase ano e meio. E não tinha um dia tão improvável e estranho há muitos anos.
Bem dito fim-de-semana!!!
Não quero nem pensar que 2ª-feira tudo recomeçará, para mais uma semana que não se espera melhor…
Sugestões para relaxar?

domingo, janeiro 03, 2010

Avatar em 3D

Quase a fechar o ano passado, o mundo cinematográfico voltou a imergir da apatia que vinha a sofrer há já algum tempo. Este ano apenas alguns filmes conseguiam arrancar-me alguns “awsome’s”, mas nada como este Avatar.
O James Cameron voltou com tudo e foi bom ele ter de esperar algum tempo para conseguir seguir em frente com este mega projecto.
Avatar é um filme com tudo aquilo que se deve esperar de um filme. Tem um argumento bem estruturado (poderá não ser tão original quanto se esperava, mas não deixa de ser um excelente argumento). É um argumento que nunca deixa esmorecer os ânimos e que nos deixa uma bonita mensagem ecológica e uma visão histórica muito cruel.
Depois os efeitos visuais, com o uso a última tecnologia, James Cameron finalmente conseguiu aquilo que queria. Desde o 1º minuto abstraímo-nos completamente que praticamente todos os cenários são virtuais e tudo o que se vê não existe na realidade. Claro que o efeito 3D ajuda para que tudo pareça ainda mais real. As paisagens do planeta Pandora são impressionantes de tão deslumbrantes, as montanhas voadoras, os animais e as plantas recriadas ao mais ínfimo pormenor, as cores, os sons e as sensações que nos são transmitidas, ao ponto de sentir emoção ao ver determinada cena…
As personagens, os humanos, os avatars e os nativos… todos se cruzam e se conjugam num ambiente que muitas vezes que confundem. Sim, damos por nós a sentir empatia com um avatar ou um nativo e a odiar a raça humana. Só de pensar que os europeus quase dizimaram as tribos da América, de África, os nativos da Austrália e até em partes da Ásia na altura da colonização… esta é uma faceta que está bem patente neste Avatar.
E o mais surpreendente é que a essência do filme, os pequenos pormenores, como a forma como os nativos e os avatars "comunicavam" com a natureza, a forma como os pequenos animais e as plantas se movimentavam e se comportavam (algo inspiradas na vida marinha), a ligação espiritual entre eles e a sua terra, foi aquilo que mais me tocou e me fez sair da sala de cinema deslumbrada.
Este é um daqueles filmes que é obrigatório ir à sala de cinema ver. Para bom amante de cinema ou nem tanto, são umas 3 horas muito bem passadas. Façam o favor de ir ao cinema e se possível, vejam a versão 3D. Vale bem a pena.

Ficha Técnica
Título: Avatar
Realizador: James Cameron
Descrição: Apesar de confinado a uma cadeira de rodas, Jake Sully (Sam Worthington), um ex-marine, continua a ser um combatente. Assim, é recrutado para uma missão a Pandora, um corpo celeste que orbita um enorme planeta gasoso, para explorar um mineral alternativo chamado Unobtainium, usado na Terra como recurso energético. Porém, devido ao facto de a atmosfera de Pandora ser altamente tóxica para os humanos, é usado um programa de avatares híbridos, que possibilita a transferência da mente de qualquer humano para um corpo nativo.
Como as relações entre as duas raças tem estado em crise, Jake, já no seu corpo avatar, é também incumbido de tentar infiltrar-se naquela sociedade e encontrar uma forma de a dominar. Mas após ter sido salvo por Neytiri (Zoe Saldana), uma bela nativa e perceber que afinal as ordens da Terra não vão ao encontro daquilo em que sempre acreditou, Jake questiona as razões. Ao ver-se dividido entre os pacíficos Na'vi e as forças que estão empenhadas em destruí-los, Jake toma a posição em que acredita.
Actores: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Michelle Rodriguez, Giovanni Ribisi
Género: Acção, Aventura, Ficção Científica
Ano de Lançamento: 2009
Duração: 162 minutos
Classificação: Maiores de 12 anos
Classificação (de 0 a 10): 10


Avatar trailer

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Ano novo, template novo

Calma, calma. Não se vão já embora, não se enganaram no blog… Este continua a ser o TheStarIsMe, mas… de cara lavada. Na viragem do ano e da década, resolvi mudar o visual deste espaço!
Há imenso tempo que andava a estudar um novo design e um novo template para o blog. Não é que não gostasse do anterior ou estivesse cansada dele, mas ainda continuava com o design antigo em HTML e queria mudar para usufruir das novas funcionalidades.
Espero habituar-me rapidamente ao novo visual e que ele perdure da mesma forma que o anterior.
Espero que tenham entrado em 2010 da melhor forma possível e que este ano seja no mínimo dos mínimos melhor que 2009.

quinta-feira, dezembro 31, 2009

A nova década espreita à porta


A todos os que por aqui passam, passaram e continuarão a passar, desejo que o próximo ano seja tudo aquilo que esperemos que seja.
Voltamos a encontrar-nos na próxima década. Até para o ano!!! ;)


sábado, dezembro 26, 2009

O #2 aniversariante do dia… Chris Daughtry


Acontece que o dia 26 de Dezembro é um dia rico em aniversários. Até um dos elementos mais novos da minha família nasceu neste afamado dia. :D
Mas neste post quero salientar o aniversário desse grande músico saído da escola do American Idol há uns tempos e que hoje em dia dá cartas de alto valor nos EUA, o grande Chris Daughtry. Apesar de não ter ganho o concurso, é um dos cantores saídos do programa com mais notoriedade na actualidade. E ainda bem, adoro a voz dele e adoro as suas músicas.
O 2º álbum da sua banda, os Daughtry, já saiu há algum tempo e desde o 1º minuto me conquistou, Leave This Town.
A foto que aqui publico foi retirada do twitter do próprio Chris. Ele é muito assíduo no twitter, chegando mesmo a organizar "Q&A parties", ou seja, sessões de pergunta/resposta, para passar o tempo enquanto está em viagem nas sua digressões.
No dia do seu 30º aniversário, comemoro-o com uma das músicas que mais gosto do álbum, Supernatural.

O aniversariante do dia é… Jared Leto


Tem sido o homem do momento, tem sido ao longo de vários anos um dos meus actores favoritos (hoje em dia, é definitivamente!), é talvez o meu vocalista favorito, um compositor nato, um homem cheio de talento, imaginação, que consegue reunir legiões de admiradores por esse mundo fora, um comunicador como poucos, ele é o aniversariante do dia.
Mr. Jared Leto nasceu há 38 anos no Luisiana e ficou conhecido aos 23 anos pela sua excelente interpretação na série My So-Called Life, a melhor série sobre e com adolescentes da história da televisão.
Ele é uma daquelas pessoas que parece o tempo parece não passar por ele. Desde que voltou com o novo álbum, mudou de visual e os cabelos longos e o eyeliner negro, deram lugar aos cabelos mais curtos, espetados e a uma cara lavada sem maquilhagem onde a barba por fazer lhe fica muito bem. O que faz com pareça mais jovem ainda.
Fazendo as contas já conheço o Jared há 15 anos e apesar de lhe ter perdido o rasto durante um tempinho, quando me deparei com a excelente música dos Thirty Seconds to Mars e percebi que os manos Leto eram os responsáveis pela música forte que eu tanto apreciava, voltei a acompanhar o caminho destes rapazes. Agora não só idolatro o trabalho dos manos Leto como o de Tomo, o 3º elemento da banda que é um guitarrista de excelência.
Ao Jared só posso desejar uma longa vida… e que continue a ser a pessoa linda (por fora e por dentro) que nos parece ser.


PS: O twitter hoje amanheceu com o trending topic #happybdayjared em 2º lugar. É preciso ser-se tão acarinhado pelo público para se conseguir uma faceta dastas. xD

Percebe-se bem o prazer estampado no rosto do Jared a olhar para o seu público. :)

quarta-feira, dezembro 23, 2009

sábado, dezembro 12, 2009

Showcases


Ultimamente está na moda a promoção de discos através de pequenos showcases levados a cabo pelas lojas da especialidade. Eu, não me importo nada!
Tenho visto algumas das bandas que mais gosto de ouvir na actualidade. Foi num showcase do género que conheci os Classificados e de lá para cá não mais deixei de os ouvir.
Acho que estes pequenos concertos servem não só para promoção da loja em si, como promovem a música dos músicos em causa e aproxima-os do seu público. Gosto desta interactividade.
Há coisa de 2 semanas voltei a encontrar os Classificados num showcase, que sabia servir de promoção ao lançamento do seu DVD, que não é mais do que a reedição do seu 1º trabalho com a incorporação do DVD gravado ao vivo nas Caves da Real Companhia Velha no Porto. Não sabia é que nesse dia a reedição já estaria disponível para venda.
Uma semana depois estava noutro showcase, desta vez para ouvir o David Fonseca. Ao menos desta vez ouvi-o e vi-o, não foi como da última vez no Colombo, que só o vi na sessão de autógrafos. :p
Deixo alguns vídeos destes 2 showcases que foram muito bons.


Classificados – Um Segredo Fechado @ Alfragide



David Fonseca – Just a Dream @ Alfragide

sexta-feira, dezembro 11, 2009

O fim das férias


Aqui estou eu a rabiscar no meu caderninho de apontamentos, a queimar os últimos cartuchos das férias, em frente ao mar com o sol a tocar o horizonte… É verdade que estão algumas nuvens a impedir-me de ver o sol, mas o cenário continua a ser deslumbrante. Enquanto contemplo esta bela visão, o CD dos 30STM toca em som bem alto, mais precisamente a Search & Destroy.


Desde o início da semana que estava à espera que houvesse um dia assim, com sol para poder vir até à beira mar, abrir o meu livro e desfrutar um belo momento de descontracção, ao som de uma boa música. Sim, porque como é hábito nas minhas férias em Dezembro (que gosto sempre de ter), o tempo é uma treta, é Dezembro, não é? :p
E o que se pode fazer em férias quando o tempo está ruim? Compras, claro!!! Acho que nestes férias consegui gastar boa parte do subsídio de Natal. :s
Também passei algum tempo em casa, na net, a ler e a tentar colocar as séries em dia. Consegui terminar as Donas de Casa Desesperadas, tenho o Flash Forward, o White Collar e o Supernatural em dia e continuo a avançar no Heroes. Como estamos a entrar em férias de época, os últimos episódios terminam muito bem para acamar os próximos episódios. Que raiva, terminarem de uma forma que não deviam… Acho que a melhor estratégia é nunca acompanhar as séries a par da sua transmissão original e deixar cada temporada terminar. Assim teremos sempre os próximos episódios prontos para os vermos. :p
Entretanto, a caiu e o cenário continua igualmente bonito. Avisto ainda alguns surfistas que começam agora a sair da água. É arrepiante pensar que a água deve estar gelada e eles parece não se importar com isso. Penso que a paixão pelas ondas fale mais alto.


This is War chegou agora ao fim com L490 e logo recomeça com Escape, mas desta vez troco o CD e mudo para algo bem diferente, A Beautiful Lie dos 30STM, eheheheh. É inevitável!!!

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Desafio (mais um)


Mais um desafio que aceitei. Vamos a ver como isto sai.
Este veio da Pisces Girl.

As regras são as seguintes:
1. Copiar o questionário abaixo;
2. Criar um post nos blogs respectivos respondendo ao questionário, mudando todas as respostas de forma que se apliquem somente ao gosto de cada um;
3. Encaminhar o questionário para pelo menos 5 amigos blogueiros e por fim, enviar-me um comentário a dizer que o post de resposta está concluído…

Pelo que percebi do resto das regras, este desafio tinha por objectivo ganhar qualquer coisa num passatempo, mas o prazo limite terminou ontem, pelo que farei o questionário apenas por prazer. ;)

1) Que horas são? 22:37
2) Nome? TheStar
3) Quantidade de velas no seu último bolo de aniversário? Nenhuma, não festejo os anos.
4) Furos nas orelhas? Um em cada orelha.
5) Tatuagens? Nenhuma. Nunca faria uma, definitiva pelo menos.
6) Piercings? Nem tatuagens, nem piercings. Qual é a piada de me furar toda?
7) Já foi à África? Nop, mas há um país que adorava visitar, o Egipto.
8) Já ficou bêbado? Bêbeda nunca, apenas mais alegre…
9) Já chorou por alguém? Quem nunca chorou por alguém?
10) Já esteve envolvido em algum acidente de carro? Apenas um deslize no pavimento, nada demais e espero que assim continue.
11) Peixe ou carne? Como mais carne do que peixe, mas não troco um excelente peixinho fresco grelhado na brasa, por um naco de carne.
12) Música preferida? Neste momento elejo Hurricane dos 30 Seconds to Mars, mas poderia ser uma qualquer da mesma banda.
13) Cerveja ou Champanhe? Nem uma coisa nem outra, não gosto de bebidas alcoólicas.
14) Metade cheio ou metade vazio? Sempre metade cheio!
15) Lençóis de cama lisos ou estampados? Estampados.
16) Programa de televisão? Apenas e SÓ, o Ídolos.
17) Filme preferido? Esta não consigo responder, são muitos, não é um só.
18) Está ouvindo alguma música agora? Claro que sim, nunca consigo estar sem a minha música. Neste momento passa Andy Blueman – Sea Tides (Original Mix).
19) Flor(es)? Amores perfeitos!
20) De que pessoa recebeu esse questionário? Pisces Girl.
21) Qual o amigo mais distante que você tem? Tenho amigos do outro lado do mundo, isto fisicamente falando, claro!
22) O melhor amigo? Sempre ouvi dizer que o nosso melhor amigo devemos ser nós próprios, mas acrescento que os meus pais e o meu irmão completam o role.
23) Hora de dormir? Cada vez mais tarde, qualquer não vale nem a pena deitar-me.
24) Quem acha que vai responder esse questionário mais rápido? Nem sei tão pouco se alguém o responderá!
25) Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender? Se estiver dentro da mala, muitas vezes nem o atendo, porque nem sequer o ouço.
26) Qual a figura do seu tapete do rato? Nenhuma, simplesmente azul.
27) CD preferido? This is War dos 30 Seconds to Mars.
28) Mulher bonita? A minha mãe!
29) Homem bonito? Se pensam que vou responder o meu pai, enganam-se! O meu homem perfeito (fisicamente falando) é o Jared Leto, se bem que o Matt Bomer não lhe fica nada atrás.
30) Pior sentimento do mundo? Ódio.
31) Melhor sentimento do mundo? Amor e amizade, sempre de mãos dadas.
32) O que uma pessoa não pode ter para estar com você/ter sua amizade/companhia? Arrogância.
33) O primeiro pensamento que você tem ao acordar? Penso sempre nos dias que faltam para o fim-de-semana.
34) Se pudesse ser outra pessoa, quem seria? Ninguém em particular, apenas gostaria de ter notoriedade suficiente para ser activista e elevar a minha voz mais alto, para que as pessoas me ouvissem.
35) O que é que você tem debaixo da cama? Cotão.
36) Nome da pessoa que talvez não responda ao questionário? E será que alguém vai responder?
37) Aquele que com certeza vai te responder? É uma incógnita.
38) Quem gostaria que te respondesse? Não sei, vou deixar isso ao critério de quem quiser aceitar o desafio.
39) Uma frase: "Nothing is as important as passion. No matter what you want to do with your life, be passionate." by Jon Bon Jovi

Agora desafio quem se atrever a pegar neste questionário e ser completamente honesto nas suas respostas. ;)

Notícias da treta!!!


A sério que ando mesmo irritada com a nossa imprensa. Só se ouve falar de polémicas estúpidas que não interessam a ninguém, é só escândalos que também não interessam a ninguém, politiquices da tanga que continuam a não interessar a ninguém, corrupção que toda a gente sabe que sempre existiu e vai continuar a existir… e onde ficam a boas notícias? Só as notícias sensacionalistas vendem?
Já deixei de ler ou ouvir notícias porque não se ouve nada de bom. Às vezes até me parece que são os próprios media que criam polémicas só para vender. Arghhh, não há pachorra que aguente isto!!!
Vou-me cingir às minhas séries e aos meus filmes, porque de resto não se aprende nada com a nossa TV nem com os nossos jornais. Bahhhhhh!!!

PS: O único programa que acompanho na TV actualmente é o Ídolos. Dá para acreditar que mais nada me desperta interesse? Algo está mal, muito mal mesmo nos 4 canais abertos...

quarta-feira, dezembro 09, 2009

30 Seconds to Mars – This is War


Já no post anterior tinha falado sobre o novo trabalho dos 30 Seconds to Mars, mas não tinha feito a minha review mais elaborada.
É difícil falar de um CD que nos diz tanto e que tem sido um vício difícil de controlar. Vício tal que chego a acordar de manhã a pensar que tenho de o ir ouvir rapidamente. Vou para o carro para ir trabalhar e lá está ele a tocar, chego ao trabalho ligo os fones e é a 1ª coisa que ouço (a 1ª e a última, pois consigo passar o dia a ouvi-lo sem parar), volto de carro para casa e o que toca? This is War, claro e é assim até ao final do dia… Começo a pensar que qualquer dia estou enjoada do CD, mas para já é inevitável. xD
É que é um CD que é uma novidade autêntica! A sonoridade dos 30STM foi aqui um pouco alterada, foi aperfeiçoada, melhorada (sim, eles conseguiram superar-se in so many ways!!!). Tem ritmos mais electrónicos, ritmos a puxar ao hip-hop (ritmos hip-hop dos quais não sou particularmente fã, mas que se encaixaram na perfeição), também tem riffs de guitarra que me fizeram viajar aos gloriosos anos 90 (era do hard-rock), as baladas estão melhores do que nunca e as músicas nunca foram tão dançáveis como até aqui.
Claro que adoro todas as músicas, no entanto há sempre aquelas que nos dizem mais alguma coisa que a maioria. Neste This is War, consigo eleger algumas músicas que se destacam: Night of the Hunter, This is War, 100 Suns, Hurricane, Closer to the Edge, Vox Populi e Alibi. São 7 músicas em 12. xD
Vou destacar daqui a Hurricane, já que poderá ser mesmo a minha favorita e porque tem a particularidade de ter a participação vocal do Brandon Flowers (o vocalista dos The Killers) e do Kanye West. Sim, o mesmo da música Stronger (a qual nunca consegui ouvir o original do Kanye) e que os 30STM tocaram em acústico e continua a ser a minha música favorita tocada por eles. O Kanye que me desculpe, mas só consigo gostar de algo que ele faça através da música dos 30STM. É neste Hurricane que o hip-hop surge no meio do álbum. Ouçam aqui a música que é fantástica, não tem um estilo definido, é um misto de várias influências. Essas influências são reveladas pela própria banda que diz terem tido origem na música dos U2, Tool, A Perfect Circle ou Linkin Park.
Há que mencionar toda a contribuição dos fãs. O Echelon esteve no seu melhor. A banda chamou membros do Echelon de 8 partes do mundo para participarem nas suas músicas. Os coros de vozes ficaram fenomenais e combinam da melhor forma com o resto da melodia. Já para não falar que existem coros que nos fazem lembrar batalhões a marchar ou reproduções de sons que nos lembram as próprias batalhas. This is War é mesmo isso, não é?
Toda a produção deste álbum, parece ter sido estudada ao milímetro e isso salta à vista. A promoção em torno do CD não tem tido descanso, desde apresentações na TV, entrevistas nos media, todo o empenho da banda em divulgar tudo o que se vem desenrolando acerca de This is War no Twitter (cada elemento da banda tem o seu), nos sites que eles próprios mantêm, sessões de autógrafos, chats online, o próprio Echelon que não se cansa de os promover nunca, etc, etc, tudo parece girar em torno do lançamento deste trabalho. Até a capa do CD é completamente original. Cada CD tem 2 capas, a capa com o tigre, tal como a imagem que deixo aqui e a outra capa tem uma Face of Mars, que não é mais do que a foto de um fã, ou seja, cada capa é diferente de outra. São 2000 capas diferentes. É só escolher! No Twitter e no Facebook do Faces of Mars estão a ser coleccionadas todas as capas que os fãs vão encontrando nas lojas. A minha contribuição também já lá está. xD
O desafio de hoje do This is the Hive (mais um movimento de apoio à banda) é que as pessoas fotografem qualquer vestígio que publicite o This is War pelas ruas, ou seja, cartazes espalhados nas ruas, pinturas e graffitis nas paredes, flyers a voar pelos ares e que publiquem as fotos no Twitter. Mais uma iniciativa que não lembra nem ao menino Jesus, eheheh!!!
Conseguem imaginar algo deste tamanho, o empenho por uma causa que é a divulgação da música de uma banda que parece ir muito além das fronteiras da música ou sequer de um culto (como já lhe chamaram)?
Mas o que não é novidade nenhuma é a banda não brincar em serviço e quando se lança num desafio, atira-se de cabeça. Felizmente, a crítica tem sido muito positiva, quer dos media quer dos fãs.
Foi longa a espera por este álbum, mas valeu cada segundo de ansiedade. Agora é esperar ardentemente, que eles dêem um pulinho ao nosso país para vermos como resulta o álbum ao vivo. E quanto a isso, não tenho dúvidas que resultará muito bem, já que cada música incentiva a que o público cante a plenos pulmões: This is waaaaaaaaaaaaaaar!!!!!!!!!
Em entrevista à MTV Portugal, o Jared e o Tomo, dizem que Portugal está na sua rota e que têm belas recordações do nosso país… nem que seja pelo café ou pelo peixe, eheheh!!! Cá os esperamos.
Esta guerra está ganha e não houve mortos nem feridos, muito pelo contrário.

O 1º single é este King & Queens:

domingo, dezembro 06, 2009

What's going on?


Tanta coisa, mas tanta coisa se tem vindo a passar que o tempo fica curto para ir dando uma passadinha por aqui.
Trabalho, muito trabalho acima de tudo, mas muita diversão e prazer nos tempos livres (que têm sido bem poucos) e isso é que me tem vindo a suportar ao longo da semana que passou. E ainda bem que já passou!!!
Quando se pensava se ia ser uma semana só para mim (até seriam 2 semanas à grande) de férias e de muito fazer nenhum, eis que me cai um balde de água fria pela cabeça abaixo. Não só me “estragam” as férias, como ainda somos convidados a trabalhar até cair para o lado (quase literalmente me aconteceu isso). Sempre quero ver qual a paga se leva por abrir uma excepção!!!
Mas o que me valeu durante toda a semana foi o grande e tão esperado lançamento de um álbum que me tem arrancado muitos gritos e pulos de alegria, muitas palmas e me tem feito cantar as plenos pulmões sem maiores reservas. Não imaginava que pudesse existir música que me ajudasse a levantar da cama quando o corpo só pede por mais descanso, não imaginava que pudesse existir música que me fizesse arrancar largos sorrisos quando só me apetece chorar, não imaginava que pudesse existir música que me fizesse cantar ou sequer dançar quando só me apetece esconder a um canto para não ser vista, não imaginava que alguma vez a música dos 30 Seconds to Mars pudesse ser um antibiótico para a minha apatia, dormência ou cansaço. Querem melhor medicamento? Eu não encontro! :D
O final da semana passada e o início desta, também deram uma ajuda forte ao meu ânimo. Outro showcase com os Classificados, onde tive mais uma vez a oportunidade de estar com o Serafim, sempre tão atencioso e disponível e que me surpreendeu ao revelar que a reedição do álbum (CD+DVD) já se encontrava à venda, a qual saiu de lá com um autógrafo tão querido dele. Ficam aqui, aqui e aqui os vídeos do showcase.
E para o fim-de-semana estava guardado o tão ansiado concerto dos Muse. Que mesmo ainda agora, passada uma semana, não encontro palavras para o descrever. Quem lá esteve sabe, quem lá esteve e partilhou toda a emoção, todas letras de música após música e todo aquele entusiasmo, sabe do que falo. Arrisco-me a eleger este o melhor concerto ao qual já assisti (espero pelo melhor para o ano xD).
Melhor que palavras, ficam os vídeos que ilustram tudo o que se viveu naquele pavilhão, numa noite em que o céu caía lá fora, mas que lá dentro era todo um novo mundo fantástico. Mais vídeos no meu canal do YouTube.



Muse - Opening & Uprising @ Pavilhão Atlântico 29.11.2009


Já me ia esquecendo. Este foi o 1º post escrito no meu novo brinquedo, o meu lindíssimo Sony Vaio!!! :D

sábado, novembro 28, 2009

É já amanhã... Muse


A menos de 24 horas de ver uma das bandas que mais gosto actualmente, deixo aqui o meu o meu apontamento. Vou lá estar!!!!!



PS: Ainda ontem estive no showcase de uma das minhas bandas favoritas portuguesas, os Classificados e amanhã já vou estar noutro concerto.
Bem que estou a precisar desanuviar, pois o final do ano adivinha-se muito longo...

domingo, novembro 22, 2009

Working out


É complicado fazer-se dieta nesta altura. Adoro castanhas assadas, para além de que está a chegar a altura do Natal, onde os doces e a comida calórica está presente às refeições. Mas tinha mesmo de ser, os 3 ou 4 quilinhos a mais que ganhei na altura em que estive de baixa teimavam em não ir embora, por isso é agora ou nunca.
Em 2 semanas já lá vão 2 quilos e apenas mudei um pouco os hábitos alimentares. Esta semana introduzi um pouco de exercício físico, que independentemente de se estar com uns quilos a mais, é sempre bem-vindo.
A desculpa foi o novo jogo da Wii Fit, o Wii Fit Plus. Com muitos jogos novos, muitos deles super engraçados e originais, é muito divertido queimar calorias. Sim, porque o próprio jogo no final de cada exercício mostra as calorias que se gastaram. Acho que é uma boa forma de termos consciência da dificuldade que é queimar calorias, sempre que vamos comer algum alimento. É só olhar para a embalagem e validar quantas calorias tem cada alimento e depois pensar quanto teremos de nos exercitar para as queimar. Talvez pensemos 2 vezes antes de comer um pacote de batatas fritas ou um snack qualquer. :p
Quanto ao jogo, acho que está muito bem conseguido, com muitos jogos de ioga e de musculação novos, novos jogos divertidos. É engraçado olhar para a figura de cada um de nós a tentar seguir as instruções que nos são dadas em cada jogo.
O meu jogo favorito é um em que estamos vestidos de pássaro e andamos a sobrevoar o mar e cujo objectivo é o que aterrar em cima de alvos. O facto de termos de coordenar os movimentos das pernas para direccionar o pássaro e ao mesmo tempo bater os braços para ele voar mais alto, exercita-nos tanto as pernas como os braços.
A vantagem deste jogo é que os dados da Wii Fit antiga, são migrados para a nova, sem que haja necessidade de se trocar os DVDs, a nova Wii Fit Plus trás a Wii Fit anterior integrada.
Agora não há desculpas para não me exercitar!!! :p


Wii Fit Plus

sábado, novembro 21, 2009

New Moon em antestreia (a 1ª antestreia!)


A adaptação do 2º livro da saga Twilight, New Moon, da escritora Stephenie Meyer já chegou aos ecrãs, melhor dizendo, chegará aos ecrãs dia 26 deste mês, mas antes já teve direito à 1ª antestreia e dia 25 haverá uma 2ª antestreia. Nos EUA a estreia aconteceu ontem.
Depois de muita tinta rolar sobre a febre sobre vampiros, que Stephenie lançou (ainda que inesperadamente e sem intenção), já vi o resultado deste 2º filme.
Inevitavelmente o 1º sentimento é o de que falta lá muita história, muitos pormenores, muita coisa que para quem não leu o livro pode ter ficado a marinar. Alguém percebeu o sofrimento da Bella depois da partida do Edward, aquela dor intensa (o buraco no peito) e os pesadelos consequência da ausência dele? Alguém percebeu o porquê da Bella necessitar tanto da adrenalina quando foi sempre tão terra-a-terra? Já para não falar nas história secundárias tipo o amor que Mike nutre pela Bella… Até a amizade tão próxima e crescente entre a Bella e o Jake achei que foi muito pouco explorada. Ok, um filme vê-se em 2 ou 3 horas, num livro existe o factor tempo, o autor pode divagar como bem lhe apetecer e enriquecer a narrativa a seu belo prazer. Para além dos acontecimentos terem sido despejados em rajadas, este foi o livro que menos gostei de ler dos 4 (5 se considerarmos o Midnight Sun). Acho que pode ter sido, também, isso que ainda influenciou mais a minha percepção sobre o filme, o que é certo é que não me entusiasmou tanto quanto o anterior. É verdade que nenhum dos filmes é perfeito, mas ainda assim a magia emitida pelo 1º perdeu-se um pouco neste New Moon.
Até o facto da família Cullen ter tido um papel muito secundário neste filme, me faz criticar o filme. Uma das coisas que mais me agrada nos livros é o envolvimento de todos os Cullen… aqui é quase nula, exceptuando-se a cena do aniversário e a da reunião para decidir o futuro da Bella.
Tenho a perfeita consciência que o efeito surpresa deixou de existir, simplesmente porque a história é conhecida e já se sabe como irá terminar. O Twilight teve a vantagem de ser o 1º, quando muitas pessoas não conheciam os livros e acharam original a história de amor entre uma humana e um vampiro. Isto compreende-se melhor quando se fala com um leitor dos livros antes do 1º filme ter saído. Hoje, talvez nós tenhamos a mesma percepção que ele teve quando viu o Twilight, falta de originalidade, nada foi acrescentado à história que se leu e que muito pouco explorada, onde faltou um “je ne sais quoi”, uma atmosfera ou algo mágico.
Até a banda sonora, que apesar de ter umas quantas músicas muito características e algumas (poucas!) bandas sonantes, ficou aquém da banda sonora de Twilight. Posso dizer que gosto realmente de apenas 2 ou 3 músicas e uma delas já me +e muito familiar.
Mas, nem tudo são espinhos, existe uma cena que achei muito bem conseguida. Foi a forma como foi representada a passagem do tempo ao longo dos vários meses em que Bella andou alheada do mundo… E, claro, as cenas onde o Carlisle entra… Sim, é verdade que sou suspeita… ele é a minha personagem favorita (e, ou muito me engano, continuará a ser), mas o facto é que continuo a achar que o Peter Facinelli consegue ser o meu Carlisle idealizado sem tirar nem pôr, aquela calma, aquela sensatez, toda a sua sabedoria… E a provar que o Peter é muito versátil, a cena de retrospectiva da altura em que ele (Carlisle) vivia com os Volturi, vê-se um Carlisle muito mais jovem e inocente, onde até a sua expressão facial transmite mais vulnerabilidade que o Carlisle do presente. Faltou a interacção com a Esme, que casalinho perfeito (ai se a Jennie me ouve!!!).
A caracterização de alguns dos vampiros está mais aprazível, acho que a Victoria está muitíssimo bem caracterizada, lindíssima. A Alice continua linda, apesar desta vez os olhos lhe sobressaírem demasiado. A Esme e o Carlisle estão deslumbrantes e até o Edward está, substancialmente, melhor embora muito aquém do meu imaginário. Só mesmo enquanto Edward acho que o Robert Pattinson é sexy!
Continuo a amar a serenidade de toda a acção, este amor tão arrebatador quanto o de Bella e de Edward, mas que nunca extravasa ou se torna exagerado. A forma calma e contida de todas as palavras que são, quase, sussurradas.
Do próximo filme, espero uma grande batalha entre vampiros, com os lobos a lutarem ao lado dos seus inimigos para derrotarem o “bando” da Victoria. O Peter até disse que teve aulas de preparação para as filmagens. Previsão de estreia nos EUA, 30 de Junho de 2010. Apesar deste não me ter entusiasmado tanto quanto o anterior, as expectativas para os próximos não estão em nada defraudadas.


New Moon trailer

quarta-feira, novembro 18, 2009

Portugal no Mundial de 2010


Foi com um golo de Raul Meireles que festejámos a qualificação para o Mundial de 2010 na África do Sul.
Mais do que uma vitória sobre o adversário, foi uma vitória sobre a arrogância e a falta de civismo dos Bósnios. Deviam ter vergonha de ser cidadãos deste mundo. Até o jogo ficou ensombrado por distúrbios... Só espero que sejam bem sancionados, pois parece que para eles não existem regras. Mas tudo isso não foi suficiente para fazer frente à nossa equipa.
Em 2010 voltamos a pendurar as bandeiras nas janelas! :D

segunda-feira, novembro 16, 2009

Fotografia em alta qualidade


Adoro fotografia. Não que tenha feito para a coisa ou, muito menos seja digna de ser modelo, longe disso! Gosto de apreciar uma bela foto, principalmente fotos paisagísticas.
Descobri um site que tem fotos para todos os gostos. Tem fotos mesmo brutais, de ficar de olhos esbugalhados e ficar a pensar no talento do fotógrafo. Ainda que haja ali manipulação, não deixam de ter visão para a coisa.
O site chama-se One Time Photo. Vale a pena dar uma espreitadela. ;)
Deixo aqui uma pena amostra do que por lá se encontra. Difícil foi a escolha das fotos para colocar aqui! xD






domingo, novembro 15, 2009

Vaidosa!

As minhas botas novas...

Últimos filmes


Depois de várias semanas sem ir às salas de cinema, esta semana retomei a rotina, foram logo 2, a antestreia de 2012 e Amor por Acaso (à falta de melhor alternativa).
A antestreia de 2012 foi VIP, com direito a welcome drink e a visita de muitas celebridades. Cruzei-me com o Pedro Camilo de quem já não sabia há imenso tempo. Parece que está por aí a chegar um novo álbum, o que muito me apraz. :)
Quanto ao filme propriamente dito, tenho a dizer que tinha elevadas expectativas e que saí da sala muito satisfeita com o que vi. Acho que nunca tinha ouvido a plateia bater palmas no final de cada cena crucial. Claro que o final foi ainda mais aplaudido.
História que gira em torno do fim do mundo. O que faríamos se soubéssemos que o fim está próximo. Como salvar a vida na Terra?
Acção de cortar a respiração e muitos efeitos especiais. Há cenas em que dou por mim a afundar-me na cadeira, de respiração presa e de olhos esbugalhados. A aposta nas novas tecnologias está mais do que patente em todo o filme. Apesar de ter cenas muito exageradas, realisticamente falando (esta expressão existe?), em termos de efeitos especiais parecem muito reais. O argumento quase se perde no meio da acção, apesar de existir ali uma lição de vida a retirar, mas nós vamos ao cinema ver o 2012 pelos efeitos visuais, certo?
O 2º filme da semana foi o Amor por Acaso, com o Aaron Eckhart e a Jennifer Aniston. De todos os que estavam em cartaz, era o me parecia melhor, de entre todos os que ainda não tinha visto e poderiam valer a pena.
Resumo muito resumido, é o típico filme para ver num fim-de-semana à tarde. Comédia romântica com um drama à mistura, onde o sabor da perda humana está muito patente. O filme que Robert Enke poderia ter visto antes de colocar fim à sua vida (mesmo que não valesse de nada!). Este foi o pensamento que me assolou ao longo do filme. Isto porque a sua morte tocou-me, ainda que saiba que foi decisão sua. :s
Burke (Aaron) perdeu a mulher muito recentemente e a forma que engendrou para tentar ultrapassar foi escrever um livro sobre como lidar a perda de um ente-querido, tácticas para tentar ultrapassar o luto. Numa convenção de entreajuda, por si protagonizada, conhece Eloise (Jennifer) que o fará ver que talvez não esteja ainda em paz consigo mesmo.
É um filme que não sendo nada de extraordinário, não deixa de ser interessante e é um tempinho bem passado, nem que seja por voltar a ver Jennifer (que continua muito bonita) e as gravatas do Aaron (que também continua bastante jeitoso).
Parece-me que esta semana ainda vou outra vez à sala de cinema, desta vez para ver mais um filme que anseio imenso, New Moon. Vai um mordidela? ;)

domingo, novembro 08, 2009

Recuperando o post sobre os Joker


Já é a 2ª vez que recupero este post, mas os Joker assim o merecem. O post original data de 08 de Setembro de 2006, portanto tem mais de 3 anos.
Hoje voltei a receber mais 2 comentários no post, o que me fez voltar a recordar a música destes rapazes.
Ao longo destes 3 anos tenho obtido comentários extraordinários sobre as experiências de cada um relacionadas com a música dos Joker. Cheguei a receber comentários do José Vasconcelos, o teclista da banda e do Diogo Gardner, o irmão do Tiago, o vocalista.
Desde já agradeço todos os comentários que têm deixado. É com grande satisfação que os leio todos e sinto que eles não só marcaram uma parte da minha vida como a de muitas outras pessoas. Fico convencida que a música desta banda viverá connosco e será sempre ouvida por mais anos que se passem.
Gostaria ainda de apelar a quem conhecer algum membro desta banda para lhes transmitir o meu apreço pelo seu talento e pela excelente música que produziram durante (poucos, mas bons) anos. Gostava muito de voltar a ter notícias sobre eles. Saber se ainda estão no mundo da música e se não estão a pensar retornar. Se a Super FM voltou (se bem me lembro foi uma rádio que na altura passou imenso a sua música), porque não pensar-se na ressurreição dos Joker?
Deixo-vos os links dos vídeos dos Joker, que felizmente já começaram a surgir na Web e 2 links no MySpace.







http://www.myspace.com/jokerrockpt
http://www.myspace.com/jokertributo

Dr. Carlisle Cullen de regresso em New Moon


Numa altura em que estão na moda as histórias de vampiros, achei que seria um bom pretexto para relembrar o meu vampiro favorito, o Dr. Carlisle Cullen, interpretado por Peter Facinelli.
Adoro a serenidade, a confiança e o amor que ele emana pela sua família… Muita da beleza da história da saga de Twilight se deve ao patriarca dos Cullen.
Pena mesmo que na história de New Moon, prestes a estrear no cinema, ele não obtenha o protagonismo que mereça. De qualquer forma, quero muito ver este novo filme, ainda que seja baseado no livro que menos gostei dos 4.
Aqui fica em todo o seu esplendor, Mr. Peter Facinelli.

sexta-feira, novembro 06, 2009

Planeamento a longo prazo


Ainda falta perto de um ano para os concertos dos U2 em Coimbra e já comecei a fazer planos para esse fim-de-semana. Sou doida ou quê? Sei lá eu o que vou estar a fazer daqui a 1 ano!!! O que é certo é que assim sou obrigada. O alojamento em Coimbra, para esse fim-de-semana, começa já a escassear e tive de tomar medidas, se não quero ter de voltar para Lisboa na mesma noite.
Conclusão, no Sábado vou directo à Lousã, deixar as coisas e depois vou para Coimbra. Domingo espero passar um dia muito à maneira com paisagens deslumbrantes.
Nunca estive na Lousã, pelo que vou ter a oportunidade conhecer essas paragens. Adivinha-se um fim-de-semana memorável.
Só quero que é que este ano passe rápido, porque a espera é longa e a ansiedade enorme. Sim, porque só faltam 329 dias e 19 horas para o grande evento… :p

Para acompanharem a contagem decrescente, sigam o link.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Just a dream… and the dream came true


Estamos a viver uma altura do ano muito rica em termos de novidades musicais. As grandes bandas que mais curto, têm estado muito activas. Nas últimas semanas têm saído trabalhos de louvar e que me têm viciado à grande.
Na 2ª-feira, Between Waves, o novo trabalho do David Fonseca, viu a luz do dia. E eu, como grande admiradora deste excelente músico e entertainer, tinha de ser das primeiras a ouvi-lo… só que muito além de o ouvir, fui espreitar o evento que marcou o lançamento do CD.
A Fnac do Colombo foi o local escolhido para o David mostrar em 1ª mão aquilo que andou a “cozinhar” durante os últimos meses e que eu tão prontamente assistia de camarote através das suas mensagens deixadas no twitter ou no facebook.
O lançamento do CD consistiu num showcase muito curto (para mim foi muito curto, já que adorava ter ouvido as músicas todas do álbum), seguido de uma longa sessão de autógrafos.
Mais uma vez, durante o pequeno concerto acústico não o consegui ver, apenas o ouvi. Já quando fui ver o concerto que ele deu no Casino de Lisboa, ainda no âmbito do seu anterior trabalho, Dreams in Color, passei o tempo em picos dos pés e ainda assim pouco o avistei. O recinto estava a abarrotar. Na Fnac, na 2ª-feira aconteceu a mesmíssima coisa, ver o David, apenas vi na sessão de autógrafos. Mas claro que tão depressa não terei outra oportunidade de ver o David da 1ª fila, como aconteceu, ainda nos Silence 4, num dos concertos que ele melhor recorda da sua carreira. Esse famoso concerto molhado na Amadora, que lhes proporcionou a 1ª e única figuração na 1ª página de um jornal, 2º o próprio David (é só rir com os comentários dele!).
O mais perturbador é que não fiquei nas filas para comprar os bilhetes para os U2, mas fui capaz de estar mais de 3 horas à espera para conseguir um autógrafo e uns dedinhos de conversa com o David. :p
Isso não interessa nada, pois foi muito divertido. Ele é um rapaz multifacetado, que é capaz de estar horas a fio de pé a falar sem parar, a dar atenção aos admiradores e ainda entreter as pessoas que o esperam ansiosas para conseguir estar com ele por uns minutos. Nem na sessão de autógrafos do Nicholas Sparks (um escritor mundialmente famoso) se viu uma coisa assim. Tantas pessoas ali se juntaram para felicitar o David por uma carreira tão consistente e ainda tão promissora. É divertido ver as reacções dos admiradores quando chegam à conversa com o David. Uns levam fotos de tempos passados que iluminam os olhos do David, outras que o fazem arrepiar, alguns admiradores já bem conhecidos do David contam histórias que passaram juntos, outros vestem-se a rigor (ténis, jeans, blazer e óculos de massa gigantes), outros levam a discografia completa ou as revistas onde o David tem sido alvo de reportagem aos longo destes anos… tantas e tantas histórias se viram e ouviram no pequeno auditório da Fnac.
Quanto a mim, tive direito ao meu tão ansiado autógrafo, a uns minutinhos de atenção e de muitas gargalhadas, muitos comentários ao famoso concerto, alusões às poucas horas de sono diárias e umas fotos que ficarão para a posterioridade. Ainda nos rimos com o facto de ele confundir uma amiga minha com uma rapariga que o acompanhou na maratona de divulgação do CD pelas ruas de Lisboa.
Quanto ao álbum, é bom, é realmente muito bom, talvez o que mais gostei até à data. A minha música favorita do álbum, já a tinha ouvido no MySpace do David e já me havia entrado no ouvido. Just a Dream II (daí o título do post!), o vídeo que aqui deixo, está incluído no DVD Streets of Lisbon de Between Waves (uma edição especial do álbum).
Já agora deixo também um vídeo que encontrei no You Tube, gravado no showcase que eu apenas ouvi… :p


Just a Dream II in Streets of Lisbon


David Fonseca @ Fnac 02-11-2009