A adaptação do 2º livro da saga Twilight, New Moon, da escritora Stephenie Meyer já chegou aos ecrãs, melhor dizendo, chegará aos ecrãs dia 26 deste mês, mas antes já teve direito à 1ª antestreia e dia 25 haverá uma 2ª antestreia. Nos EUA a estreia aconteceu ontem.Depois de muita tinta rolar sobre a febre sobre vampiros, que Stephenie lançou (ainda que inesperadamente e sem intenção), já vi o resultado deste 2º filme.
Inevitavelmente o 1º sentimento é o de que falta lá muita história, muitos pormenores, muita coisa que para quem não leu o livro pode ter ficado a marinar. Alguém percebeu o sofrimento da Bella depois da partida do Edward, aquela dor intensa (o buraco no peito) e os pesadelos consequência da ausência dele? Alguém percebeu o porquê da Bella necessitar tanto da adrenalina quando foi sempre tão terra-a-terra? Já para não falar nas história secundárias tipo o amor que Mike nutre pela Bella… Até a amizade tão próxima e crescente entre a Bella e o Jake achei que foi muito pouco explorada. Ok, um filme vê-se em 2 ou 3 horas, num livro existe o factor tempo, o autor pode divagar como bem lhe apetecer e enriquecer a narrativa a seu belo prazer. Para além dos acontecimentos terem sido despejados em rajadas, este foi o livro que menos gostei de ler dos 4 (5 se considerarmos o Midnight Sun). Acho que pode ter sido, também, isso que ainda influenciou mais a minha percepção sobre o filme, o que é certo é que não me entusiasmou tanto quanto o anterior. É verdade que nenhum dos filmes é perfeito, mas ainda assim a magia emitida pelo 1º perdeu-se um pouco neste New Moon.Até o facto da família Cullen ter tido um papel muito secundário neste filme, me faz criticar o filme. Uma das coisas que mais me agrada nos livros é o envolvimento de todos os Cullen… aqui é quase nula, exceptuando-se a cena do aniversário e a da reunião para decidir o futuro da Bella.
Tenho a perfeita consciência que o efeito surpresa deixou de existir, simplesmente porque a história é conhecida e já se sabe como irá terminar.
O Twilight teve a vantagem de ser o 1º, quando muitas pessoas não conheciam os livros e acharam original a história de amor entre uma humana e um vampiro. Isto compreende-se melhor quando se fala com um leitor dos livros antes do 1º filme ter saído. Hoje, talvez nós tenhamos a mesma percepção que ele teve quando viu o Twilight, falta de originalidade, nada foi acrescentado à história que se leu e que muito pouco explorada, onde faltou um “je ne sais quoi”, uma atmosfera ou algo mágico.Até a banda sonora, que apesar de ter umas quantas músicas muito características e algumas (poucas!) bandas sonantes, ficou aquém da banda sonora de Twilight. Posso dizer que gosto realmente de apenas 2 ou 3 músicas e uma delas já me +e muito familiar.
Mas, nem tudo são espinhos, existe uma cena que achei muito bem conseguida. Foi a forma como foi representada a passagem do tempo ao longo dos vários meses em que Bella andou alheada do mundo… E, claro, as cenas onde o Carlisle entra… Sim, é verdade que sou suspeita… ele é a minha personagem favorita (e, ou muito me engano, continuará a ser), mas o facto é que continuo a achar que o Peter Facinelli consegue ser o meu Carlisle idealizado sem tirar nem pôr, aquela calma, aquela sensatez, toda a sua sabedoria… E a provar que o Peter é muito versátil, a cena de retrospectiva da altura em que ele (Carlisle) vivia com os Volturi, vê-se um Carlisle muito mais jovem e inocente, onde até a sua expressão facial transmite mais vulnerabilidade que o Carlisle do presente. Faltou a interacção com a Esme, que casalinho perfeito (ai se a Jennie me ouve!!!).
A caracterização de alguns dos vampiros está mais aprazível, acho que a Victoria está muitíssimo bem caracterizada, lindíssima. A Alice continua linda, apesar desta vez os olhos lhe sobressaírem demasiado. A Esme e o Carlisle estão deslumbrantes e até o Edward está, substancialmente, melhor embora muito aquém do meu imaginário. Só mesmo enquanto Edward acho que o Robert Pattinson é sexy!Continuo a amar a serenidade de toda a acção, este amor tão arrebatador quanto o de Bella e de Edward, mas que nunca extravasa ou se torna exagerado. A forma calma e contida de todas as palavras que são, quase, sussurradas.
Do próximo filme, espero uma grande batalha entre vampiros, com os lobos a lutarem ao lado dos seus inimigos para derrotarem o “bando” da Victoria. O Peter até disse que teve aulas de preparação para as filmagens. Previsão de estreia nos EUA, 30 de Junho de 2010. Apesar deste não me ter entusiasmado tanto quanto o anterior, as expectativas para os próximos não estão em nada defraudadas.
New Moon trailer
















Para a melhor e mais extraordinária mãe do mundo, a MINHA! :)
Para quem pensava que o Outono não queria entrar, acho que o Inverno o passou à frente e irrompeu porta adentro sem pedir licença a ninguém. Que dilúvio se abateu sobre o nosso país hoje de manhã!!! E depois a amplitude térmica que se faz sentir, só é boa para uma coisa, a propagação de vírus e constipações. Como se o fantasma da gripe não nos assolasse já!
Como ando numa de devorar filmes e séries, é normal que procure os filmes daqueles actores que sempre foram os meus favoritos. Este fim-de-semana resolvi dedicar a minha atenção ao actor Edward Norton.
Foi muito graças a esta rádio que os bons velhos anos 90 me marcaram, não só pela excelente música que sempre nos habituaram a passar, mas também pela forma inovadora como faziam rádio.

Este ano não tem sido nada famoso. O mundo artístico ficou esta noite mais pobre e deixou-me mais uma vez muito triste. Patrick Swayze morreu aos 57 anos vítima de cancro no pâncreas.
Nem com a entrada do Emanuel Santos (rapaz que sempre admirei pela simplicidade, humildade, carisma, boa disposição, talento vocal, etc, etc) me consegui entusiasmar com a série de Verão. Não é que não gostasse da sua interpretação, muito pelo contrário, parece-me que ele é dos melhores actores que por lá anda, mas ainda tinha a esperança que ele pudesse dar voz a alguma música que lá passasse (se se diz que as Just Girls e os D’ZRT cantam(vam) – não incluindo o Edmundo neste role de desafinados – muito mais poderia esperar que o Emanuel também o fizesse). Mas não, nem esse meu desejo foi atendido.
Aqui há uns anos atrás até desfiles de moda existiam em pleno parque da cidade. Agora as festas têm como atracção a música.
Yes, agora vou mesmo de férias. Depois da baixa terminada, vou sair para ares mais puros, terras mais calmas, onde nem a net chega devidamente.
Antes de ficar 







Parece impossível, mas somente ao 4º dia de hospital me deu para pegar na caneta. Talvez fosse falta de paciência, talvez fosse falta de imaginação, ou falta de tempo (tenho uma companheira de quarto que me faz imensa companhia!!!!), ou simplesmente consegui ocupar sempre de alguma forma o pensamento. Até a leitura tem sido descorada! Só hoje, 5ª-feira, peguei no MP4 e coloquei Emmanuel Moire (claro!!!!) a cantar-me ao ouvido. Que saudades!!
Continuo nos meus “vícios”, que parecendo que não, me têm ocupado os pensamentos afastando-os de algumas sombras que o possam ensombrar.
