Na sequência da morte do Heath Ledger, a RTP ontem transmitiu novamente o grande filme que é o Brokeback Mountain. Na altura que o fui ver ao cinema já aqui
tinha comentado aquilo que o filme me tinha transmitido, mas ou vê-lo novamente ontem, o turbilhão de sentimentos foi centenas de vezes mais forte do que quando o vi no cinema.Na última vez que a TV transmitiu o filme, não tive oportunidade de o rever, mas ontem não resisti. Não sei se foi por ter a morte do Heath ainda tão presente, não sei se foi por já conhecer a intensidade da história, não sei se foi por andar actualmente muito sensibilizada e frágil, não sei porquê, mas ontem emocionei-me como nunca antes me havia emocionado a ver um filme.
Pena nem o Heath nem o Jake terem ganho o Oscar pela sua prestação no filme, porque acho sinceramente que o mereciam, o Ang Lee ganhou justamente a melhor realização.
Fiquei com imensa vontade de ver/rever alguns filmes destes actores, pois confesso que conheço pouco o seu trabalho. O Heath conhecia-o de alguns filmes mais antigos e o Jake vi-o em Donnie Darko (depois de Donnie Darko pensei que ele nunca se conseguisse superar, mas enganei-me redondamente), o Dia Depois de Amanhã e Zodiac.
O Jake vou ter o prazer de continuar a acompanhar a sua carreira, quanto ao Heath, apenas falta estrear o novo filme do Batman, The Dark Knight, que se já tinha imensa curiosidade agora tenho grandes expectativas, mas ao mesmo tempo sei que vai ser estranho ver o Heath, sabendo que será o seu último filme e ir para as salas de cinema. Ele encontrava-se em filmagens para o filme The Imaginarium of Doctor Parnassus, mas ao que parece toda a equipa foi dispensada após a morte do actor.
Aqui ficam as cenas que mais me marcaram em Brokeback Mountain e aquelas que mais me abalaram pela sua intensidade.
Nos tempos que correm, a greve dos guionistas tem-me deixado sem novos episódios das séries que tanto adoro 


Os últimos dias têm sido dedicados às visitas aos bebés que têm vindo a nascer por estes dias. O que é mais cómico é que são todas meninas e estavam todas sentadas no ventre das mães. Lá nasceram de cesariana, menos doloroso, mas mais tempo de recuperação. Felizmente, as mamãs já estão em forma. :D
O dia de ontem e de hoje são mesmo para esquecer. Tem sido o stress autêntico. Não me consigo concentrar numa única coisa, estou sempre a ser interrompida, não consigo cumprir prazos, é tudo urgente e para ontem. Que irritação!!!
Lembram-se com toda a certeza do bolo 



Para abrir este espaço escolhi uma balada lindíssima dos 
Ao acordarmos na manhã do 1º dia do ano, temos a esperança de que todos os desejos que pedimos apressadamente e com grande convicção ao devoramos as 12 passas, na noite anterior, se tenham realizado. Abrimos os olhos devagarinho e percebemos que nada mudou. Continuamos os mesmos, com as mesmas coisas, os mesmos desejos, as mesmas convicções.
Este post vai ser dedicado à minha querida “Adérita” (ela vai perceber quem é). Por isso, quem não for a “Adérita”, ignore o seguinte texto.
O Natal passado no Alentejo significa um Natal mais frio, onde a família se reúne em torno da braseira, quando lá fora chove em bica ou está um frio de cortar. Este ano foi precisamente esse o meu Natal, mas foi muito mais do que, apenas, isso.
Mesmo indo passar uns dias ao Alentejo, não tenho esperança de ver por lá neve. Por isso, resta-me esperar que o frio comece a apertar por cá, e em Janeiro consiga vislumbrar uns flocos de neve a cair suavemente.



Ontem quando deixei o carro estacionado já poucos lugares estavam vazios, e nem reparei que o carro ao meu lado estava a ocupar quase 2 lugares. Sim, os lugares já são sempre escassos e depois ainda existem estes espertinhos que se julgam únicos no mundo e que nós vêem o seu umbigo. Só apetece deixar uma marca na pintura dos carros desta gente…







Durante esta semana lembro-me vagamente de ter sonhado com um rapaz que é escandalosamente sexy, que me deixa com falta de ar, cada vez que faz um papel de menino bonito. Senhoras e senhoras (sim, porque os homens aqui não entram, só os nomeados, claro) apresento-vos em pleno o melhor de Jude Law.
Tem um nome curioso, Jude e recebeu-o em homenagem aos Beatles, por causa da canção Hey, Jude. O seu nome completo é David Jude Heyworth Law.
E aquele sotaque que me fascina… tem um ar angelical, talvez por isso seja uma grande tentação.
Outro filme que espero estreie por cá rapidamente é Sleuth. É um remake em que o argumento gira em torno da relação entre um escritor veterano e um jovem actor, que rouba a mulher do seu mentor, despertando-lhe um desejo de vingança. Uma curiosidade deste filme é que Jude interpreta o papel que foi de Michael Caine no original e Michael Caine vive agora a personagem interpretada por Laurence Olivier. Esta é a 2ª vez que Jude ganha um papel que foi de Caine, depois de Alfie.