Sim, sou mesmo uma geek de
gadgets. Mas como trabalho com informática todos os dias, como o meu curso é de
informática, obviamente que teria de assim ser.
Smartphones de última geração,
tablets e pcs, cá em casa há de tudo. Mas sou uma assumida “green girl”, ou
seja, “Android lover”. iPhone? iPad? iPod? Apple? Só se for pelo design
inovador e original, porque de resto, esqueçam. Tenho um iPod (oferecido), que
andou desaparecido durante largos meses e quando o reencontrei nem lhe sabia
mexer. Se é para ter um acesso amplo a apps e afins, que seja algo em “open
source”, em que qualquer um possa desenvolver e disponibilizar ao público em
geral.
Andava eu nas minhas pesquisas,
porque quero substituir o meu velhinho (de 2 anos e tal) HTC Desire, quando
percebi que vem por aí mais uma versão do Android, desta vez a versão 5.0 e que
muito provavelmente terá o nome de Key Lime Pie. Adoro os nomes das versões do
OS da Google, todos eles são nomes de doces típicos!!!
Andava numa de comprar o Nexus 4,
mas uma vez que ainda não trás esta nova versão, pois nem se sabe sequer quando
será lançada, nas pesquisas encontrei rumores sobre um possível Nexus 5. É que
desde que comprei o tablet Nexus 7, não quero outra coisa. Daqui para a frente
vou tentar comprar os gadgets lançados directamente pela Google. É que é uma
total liberdade para estarmos sempre na “crista da onda” logo que as versões
novas são lançadas. E visto estar muito feliz com o meu querido Nexus 7, vou
mesmo esperar por novidades sobre esse tal de Nexus 5. Antes disso, se o Key
Lime Pie for mesmo lançado, seria das 1ªs a experimentá-lo no Nexus!!! :D
Mas mesmo ainda sem o Nexus 5, já
acho o Nexus 4 brilhante… mas quero-me conter!!!
Deixo um cartoon que achei fantástico sobre as versões do Android:
PS: Peço desculpa se hoje utilizei
demasiados “estrangeirismos”!
Depois de ficar de molho, em casa 2 dias, por causa desta maldita gripe, no 1º dia de volta ao trabalho, tenho esta prenda para me dar as boas vindas, o novo vídeo dos Thirty Seconds To Mars, Up In The Air.
Eles já haviam lançado o single do novo álbum, a sair em Maio, Love, Lust, Faith + Dreams, para o espaço... e isto é literal, enviaram mesmo o single num vaivém espacial, e estrearam hoje o vídeo.
O meu 1º comentário ao vídeo é: Belíssimo!
Adoro particularmente as partes de fundo azul, a cena do Shannon com os bombos (a entrada dele em cena é de arrepiar!), as cenas dos animais (as zebras, adoro!!!), as partes em slow-motion estão fantásticas, a cena das cores, fez-me lembrar a Color Run... e claro, quando a palavra AMOR é dita em português!!!! =O
Sou só eu, ou eles estão todos muito bem fisicamente? Adoro o corte de cabelo do Tomo, o Shannon é um charme só e o Jared o que se pode dizer quando alguém é tão perfeito? Recuperou bem da perda de peso para um filme que andou a fazer... sim, um filme onde fez de transexual... é mesmo papel para o Jared encarnar, talvez só o que lhe faltava encarnar!!!
As opiniões do Echelon têm-se dividido muito com o lançamento de Up In the Air. É verdade que a sonoridade deles está cada vez mais electrónica, mais comercial, mas eu continuo a gostar e a ser-lhes fiel. Até porque adoro o estilo de música que eles me parece terem imprimido neste novo álbum.
Resumindo e baralhando, estou ansiosa pela edição de LLF+D!!!
Vamos lá retomar uma rubrica que me agrada sempre tanto, my music memories! :)
Os Héroes del Silencio foram uma banda rock espanhola, originários de Zaragoza. Os seus elementos, o mais conhecido o Enrique Bunbury (vocalista), formaram a banda nos anos 80, convertendo-se num ícone no panorama da música rock espanhola da altura. Estiveram no activo 10 anos e em 2007 fizeram um digressão onde se reuniram para tocar em 10 cidades do mundo, para comemorar os 20 anos da banda.
Tenho pena que actualmente não haja bandas destas conhecidas deste lado da fronteira. É verdade que deixei de as procurar, mas parece-me que o rock espanhol está muito mais fechado entre fronteiras, ou simplesmente deixou de ter o sucesso de outrora.
Lembro-me de, nos anos 90, estar em casa dos meus avós, mesmo ali ao lado da fronteira e de ligar a TV, nos canais espanhóis, só para ouvir música.
Heroes Del Silencio – Entre Dos Tierras
Te puedes vender
Cualquier oferta es buena
Si quieres poder
Qué fácil es
Abrir tanto la boca para opinar
Y si te piensas echar atrás
Tienes muchas huellas que borrar
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de verte caer.
Pierdes la fe
Cualquier esperanza es vana
Y no sé qué creer
Pepepepepero olvídame que nadie te ha llamado
Y ya estás otra vez
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Déjalo ya
No seas membrillo y
Permite pasar
Y si no piensas echar atrás
Tienes mucho barro que tragar
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Tenho andado numa de musicais,
não tanto ao vivo, mas mais na TV… em Portugal a coisa não anda muito rica em
termos de teatro musical, ou se existem, são longe. Assim, virei-me para os
eternos musicais do West End, em Londres, como o Fantasma da Ópera, a sequela
do mesmo, os Miseráveis e até uma versão muito moderna do Jesus Cristo
Superstar.
Foi no Fantasma que descobri o
menino que me vai alegrar estes dias de Abril, o Ramin Karimloo. Este rapaz que nasceu no Irão no mesmo ano que eu, que se tornou canadiano e foi parar aos
musicais mais conceituados de Londres, em papéis como o Fantasma e Raoul no
Fantasma da Ópera e no Love Never Dies, e Jean Valjean, Enjolras e Marius nos
Miseráveis.
Tem um CD editado com músicas
lindíssimas, que ouço in repeat mode.
Um rapaz que parece não fazer mal
a uma mosca, mas que adora tatuar o corpo. No twitter chega a publicar as fotos
de quando está a fazer uma nova tatuagem. Eu que nunca gostei de braços muito
tatuados (eu, então, era incapaz de fazer uma tatuagem, sequer!), acho que as
tatuagens dele lhe ficam a matar.
Para finalizar, deixo uma cover feita por ele e que faz parte do CD chamado Ramin. É a cover de uma das minhas músicas favoritas dos Muse, Guiding Light.. e a versão do Ramin ficou impecável, mesmo mesmo! :)
Mas como não me contenho, deixo o single do CD, Coming Home.
Se prestarmos atenção, percebe-se que ele tem uma voz de teatro musical, and I love it!
Quem vai, quem vai? Eu, é claro... apesar de ter o dia cheio (acontece tudo em cima umas coisas das outras!), claro que ainda consigo encaixar o concerto do Ruben... que, aliás, já tardava.
Mal posso esperar para ouvir as músicas deste Oriente Lusitano... do que já ouvi, sei que vou adorar o concerto e as outras músicas.
Vou levantar a ponta do véu com a Noite Cai... e um cheirinho do Oriente Lusitano... adoro as músicas!!!! :D
Quem me conhece, sabe
perfeitamente, que sou uma completa descrente, céptica a tudo o que diga
respeito a Deus ou a qualquer ser superior a nós, humanos. Por isso, seria de
esperar que não conhecesse grande parte das histórias da Bíblia. Até eu pensava
que assim era, mas depois de ver este fim-de-semana a série baseada nas
histórias bíblicas produzida pelo Canal História, chego à conclusão que até
conheço grande parte dessas histórias, pelo menos as relatadas no antigo
testamento.
O que me levou a ver a série,
transmitida agora pela Páscoa, confesso que foi o papel que atribuíram ao nosso
querido Diogo Morgado, o papel carismático de Jesus Cristo. Bem, isso e o facto
de adorar séries épicas e baseadas em factos históricos.
Agora percebo porque temos um
Cristo Rei à entrada da capital, afinal ele era português?!? OK, uma piadinha
foleira! xD
Uma vez que a série estava a ser
muito falada pelos EUA, resolvi ver. E devo dizer que gostei imenso. São
histórias cruéis, cheia de sangue e violência, mas nada que não esteja já
habituada a ver neste tipo de séries. Conta, quem leu a Bíblia, que muita coisa
não foi contada como está relatada nas páginas do dito livro sagrado. Mas eu
vejo que esta série é uma adaptação dos escritos da Bíblia e como todas as
adaptações, o autor coloca sempre algum cunho sei. Acho que é um pouco como uma
adaptação ao cinema de um livro, quem o lê antes de ver o filme, acha sempre
que o filme não está à altura do livro.
Quanto a mim, que nunca li a Bíblia,
posso avaliar pelo que vi. E digo que gostei muito do que vi. Os cenários
inóspitos e áridos que sempre me assolam a imaginação quando penso nestes
tempos longínquos, aquelas vestes longas de linho, os cabelos e barbas compridas
e desgrenhadas e sempre as rivalidades pela conquista de terras de ninguém que
cada um proclama suas e que neste caso proclamam em nome de Deus, até que
aparece Jesus que prega pela fé e não pela espada.
O papel do Diogo Morgado acaba
por ser dos mais importantes e o qual teve mais incidência na série. E o nosso
português, que teve de sair de seu país natal para se mostrar ao mundo, não
esteve nada mal. Tem obtido críticas muito positivas pelo papel que
interpretou. E reconheço o seu talento como actor… que aliás já tive o prazer
de o constatar em várias peças de teatro.
Foi uma maratona de 10 episódios
compilados em 2 tardes de cinema de sofá que valeram bem a pena.
Eu poderia dizer que já tinha
estado com Jesus himself, mas não iriam acreditar em mim, se não tivesse como o
provar, por isso cá está, a prova:
A falar a verdade já estive com
Jesus e com Judas, várias vezes… mas isso são outras histórias! :P
Dia de estreia, dia da “je” ir ao
cinema. A curiosidade era alguma e como amanhã é feriado, aproveitei e já fui
ver o filme, Safe Haven.
Vou fazer a minha apreciação, mas
desde já faço uma ressalva. Não sou isenta, adoro o autor, o Nicholas Sparks,
como todos sabem, gostei do livro (sem que tenha sido um livro vertiginoso!),
adoro os actores que encarnaram as 4 personagens principais, até simpatizo com
o actor que faz de “vilão”, por assim dizer. Por isso, a minha avaliação poderá
estar empolada, baseada em todos esses factores.
Quando leio um livro, e acho que
isso acontece com toda a gente, a minha cabeça imagina mentalmente o aspecto
físico das personagens. Quando li este, a minha imaginação foi toldada pelo aspecto
físico dos actores que já sabia que iam interpretar as personagens. Tirando o
Alex que, apesar de fisicamente ser o Josh Duhamel, eu imaginava-o com o cabelo
cinzento, tal como relata o livro. O filme conseguiu ser fiel à minha imaginação…
bem tirando, 2 personagens que ficaram na penumbra (uma no livro, outra no
filme). Até Southport, a cidade onde se passa a acção, correspondeu ao que
tinha idealizado.
Já os filmes anteriores baseados
nos livros do Sparks, trazem sempre um toque diferente dos livros, algo inesperado
para quem lê os livros e que tem um cunho mais próprio para um filme. Este não
foi a excepção e gosto de argumentos assim, baseados em histórias que já conheço,
mas que têm ainda algo de inesperado. Neste caso, foi algo subtil, mas não
deixou de me intrigar, até ao desfecho.
Quanto ao filme em si, não posso
dizer que me tenha deslumbrado, assim como o livro não me deslumbrou, devido à
história simples e sem grandes clímax (tirando o final, mais à policial), mas mesmo
assim gostei muito. As 2 personagens principais funcionaram muito bem juntas, adorei
a Lexie, uma miúda com uns olhos muito expressivos, que foi um mimo ver ao lado
de Katie, quase me arrisco a dizer que pareciam mãe e filha. A Katie, ou melhor
a Julianne Hough, é lindíssima e conseguiu-me transmitir a mesma sensação que o
livro me transmitiu. Uma mulher insegura no início, mas que começou a ganhar
confiança e no final conseguiu enfrentar o seu maior temor. Ao Alex apenas me
pareceu faltar um bocadinho de ligação com os filhos, bem os filhos foram
retratados de uma forma um pouco diferente do livro, também pode ter sido isso,
mas a ligação com Katie esteve muito bem. É interessante ver a Jo, para quem
leu o livro, ao longo do filme, observei cada cena com cuidado e quem escreveu
o argumento, teve esse cuidado… e mais não digo, que não quero spoilar ninguém.
Deixo a música principal da banda
sonora. O vídeo baseado no filme, está muito giro.
Colbie Caillat ft. Gavin DeGraw – We Both Know
Ficha Técnica
Título em português: Um Refúgio
para a Vida
Título original: Safe Haven
Realizador: Lasse Hallström
Descrição: Decidida a deixar o
passado para trás, Katie (Julianne Hough) decide recomeçar uma nova vida em
Southport, uma pequena cidade piscatória no estado de Carolina do Norte, EUA.
Com o passar do tempo, e apesar de relutante em criar laços seja com quem for,
ela acaba seduzida pela generosidade de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo com
dois filhos pequenos, que teima em manter-se por perto. Agora, com uma vida que
parece ter tomado um novo rumo, ela sente-se feliz e cada vez mais ligada a
Alex e às duas crianças. Porém, o passado obscuro que durante anos tentou
esquecer parece ter voltado para a assombrar quando um homem misterioso chega à
cidade, decidido a revelar segredos que vão alterar a opinião que todos têm
sobre dela.
Realizado por Lasse Hallström
("Regras da Casa ", "Chocolate", "Hachiko - Amigo para
Sempre"), "Um Refúgio Para a Vida" é mais uma adaptação
cinematográfica da obra de Nicholas Sparks.
Conheço muito pouco desta banda, ou pelo menos conhecia. Mas já ouvi o CD de estreia, My Head Is an Animal, e gostei bastante.
São islandeses e definem o seu estilo em algo entre o indie pop, indie folk, indie rock, folk rock e o rock alternativo. O que mais me cativou é que têm uma sonoridade algo diferente do que costumo ouvir e a voz da vocalista, Nanna Bryndís Hilmarsdóttir, soa-me muito suave ao ouvido.
Já que estão na moda as Moções de Censura, quero apresentar uma também... contra o S. Pedro.
Ele sabe que a Primavera já chegou, certo? Ele sabe que as pessoas já estão fartinhas de chuva e mais chuva, certo? Então porque é que não nos manda uns diazinhos mais animados com solzinho e uma temperatura amena? Substituam lá o "santo padroeiro do tempo" por outro mais generoso para connosco! :P
Nem de propósito, ontem a falar do Smash e a Karen, a personagem principal interpretada pela maravilhosa Katharine McPhee, faz hoje anos, 29 aninhos e com tanto talento.
Smash é uma série musical passada
nos bastidores da produção dos musicais da Broadway. Uma série que vai já na 2ª
temporada e que me tem prendido desde o 1º episódio, ou não fosse eu uma grande
admiradora do teatro musical. E se eu não vou à Broadway ver um dos muitos
musicais que por lá vão passando em cena, a Broadway decidiu vir até mim em
forma de série televisiva. E como lhes estou grata por isso! J
O último episódio terminou com um
nº que adorei. Todos os episódios têm pelo menos uma cena arrebatadora e esta
pertence ao episódio 7 da 2ª temporada, o último que passou nos EUA.
Só para fazer um enquadramento. Esta
é a cena que está prevista ser a abertura do musical Hit List, um musical
escrito por 2 novatos, que ambicionam ter um musical seu em cena, e que neste
momento está muito bem encaminhado… pelo menos assim se prevê com esta
introdução. Adorei a música, adorei o cenário dinâmico de fundo, adorei a letra
(que tem tudo a ver com o episódio em si) e a química dos 2 portagonistas.
Curiosidade: a protagonista, Katharine
McPhee foi finalista no 5º ano do Maerican Idol e percebo o porquê, ela é
bonita e tem uma voz de ficar sem fôlego! J
Esta semana que começa agora vai
ser marcada pela estreia de um filme que tenho curiosidade em ver. Chama-se no
original Safe Heaven (que recebeu o nome em português de Um Refúgio para a Vida)
e é o filme baseado no livro com o mesmo nome do romancista Nicholas Sparks.
Ele é o autor que mais livros me
tem levado a comprar. Tenho-os quase todos, tipo colecção, e tenho gostado da
grande maioria deles. É verdade que não é uma literatura muito elaborada, com
histórias inovadoras, mas é algo muito soft, que tem sempre passagens da vida
quotidiana e com histórias que, mais ou menos, me dizem alguma coisa ao coração.
São livros que me fazem passar bons bocadinhos.
Nicholas Sparks vê agora mais um
livro seu ser adaptado ao cinema, depois de já outros 7 livros terem saltado
para o ecrã grande do cinema. Dos outros, ainda me falta ver Message in the Bottle
(As Palavras que Nunca te Direi), porque é um dos livros que ainda não li e
espero lê-lo antes de ver o filme. E
depois confesso que os actores do filme não me suscitam muita curiosidade.
Os filmes têm sido mais ou menos homogéneos,
tirando o Nights in Rodanthe (O Sorriso das Estrela) que não me entusiasmou muito.
Mas um filme que me marcou imenso foi o A Walk to Remember (Um Momento
Inesquecível). O livro é muito comovente e o filme conseguiu captar a essência
do livro. Gostei das personagens de carne e osso, da química entre elas e até a
banda sonora ajudou a todo o argumento. E tenho a dizer que foi graças ao The
Notebook (O Diário da Nossa Paixão, o meu livro favorito de Sparks) que conheci
um grande actor, o Ryan Gosling.
O Safe Heaven é um daqueles
livros que não conta com muitos momentos altos na história, mas tem um final
digno de policial, onde a acção abunda e tenho curiosidade para o ver. Conta
nos papéis principais com actores como Josh Duhamel, Julianne Hough e a minha
querida Cobie Smulders.
Aqui há uns anos tive o
privilégio de estar uns minitinhos com o Nicholas Sparks. Adorei. Ele é muito
comunicativo e conversador. Ainda deu para tirar uma foto ao lado dele e tudo.
Recordo esse dia como se fosse hoje, o dia em que conheci um dos meus autores
favoritos! J