quarta-feira, dezembro 29, 2010

Balanço do ano de 2010

O ano velho está a chegar ao fim. Altura mais do que ideal para compilar o melhor do ano. As minhas categorias são as que a seguir se reportam.

Música
Banda revelação: A Silent Film
Artista a solo revelação: Adam Lambert
Banda do ano: Thirty Seconds to Mars
Banda promissora: Livingston
Melhor regresso: Take That
Álbum do ano: For Your Entertainment do Adam Lambert
Artista a solo português: David Fonseca
Álbum português do ano: Páginas de um Dia dos Dr1ve
Concerto do ano: U2 em Coimbra
Concerto português: David Fonseca no Coliseu de Lisboa
Vídeo do ano: Kings & Queens dos Thirty Seconds to Mars

Cinema
Filme do ano: Inception
Realizador do ano: Christopher Nolan
Actor do ano: Johnny Depp
Actriz do ano: Angelina Jolie
Banda sonora do ano: Inception
Filme português do ano: Contraluz

Televisão
Série do ano: Dexter
Maior vício do ano: Entourage
Actor do ano: Michael C. Hall
Actriz do ano: Julia Stiles
Apresentador do ano: Ryan Seacrest

Teatro
Musical do ano: Fado – História de um Povo
Peça do ano: Apanhados na Rede
Actor do ano: José Raposo
Encenador: Filipe la Féria

Em termos musicais, o ano de 2010 foi riquíssimo. Espero que o próximo ano a qualidade se mantenha.
O mesmo não se pode dizer das restantes categorias. No cinema foram muito poucos os filmes que realmente me empolgaram, conto 3 ou 4 somente. Nas séries não me consegui entusiasmar com nenhuma série nova e o teatro já foi mais original e promissor.

Posto isto, quero desejar a todos um excelente ano de 2011 e que o ano traga muita felicidade a todos (sim, porque a crise só nos chateia quando precisamos reclamar, né!?!?). =p

Até para o ano.

sábado, dezembro 25, 2010

sábado, setembro 11, 2010

Teste via HTC Desire


O meu primeiro post através do meu novo brinquedo: o HTC Desire. Isto é 1 vício autêntico!!!!!!

Published with HTC Desire

terça-feira, agosto 10, 2010

Calor abrasador

Sou só eu, ou está verdadeiramente calor?!?!?
É que nem o ar condicionado no escritório consegue arrefecer o escritório. Em edifícios modernos, todos envidraçados, a levar com o sol abrasador o dia inteiro, como é que querem que com temperaturas tão elevadas se consiga um clima fresco? Desculpa da empresa de climatização: a temperatura do rio atingiu os 30º (o rio é que fornece a água para refrigeração do edifício), pelo que não se consegue conservar a água fresca para a refrigeração, nem mesmo de noite.
Sobre a zona da grande Lisboa parece pairar uma nuvem de calor, de fumo, de pó, de poluição, sei lá. O certo é que o céu há muito deixou de ser azul, para se tornar laranja acinzentado.
E dormir à noite, sem ar condicionado em casa é uma aventura. Janelas todas abertas, estores não corridos para ver se corre alguma arejem e mesmo assim se transpira por todos os poros do corpo.
Nota mental: no próximo ano se houver uma onda de calor deste calibre, comprar um ar condicionado, mesmo que nem me dê muito bem com ele!!!!

Deixo uma música a condizer com o tempo (acabei de descobrir esta versão da música Sandra que amei!!!):

segunda-feira, agosto 09, 2010

O aniversariante do dia: Eric Bana

Quem diria que este Deus Grego tem já 42 anos feitos hoje?!?!
O último filme que vi dele foi A Mulher do Viajante no Tempo e tenho a dizer que é muito muito lindo!

sábado, julho 31, 2010

Contraluz

A morte de António Feio, um dos grandes actores, encenadores e humoristas português deixou-nos a todos mais ou menos abalados. A mim, devo confessar que me deixou de coração muito apertado. Desde muito cedo que o acompanhei, na TV principalmente e mais recentemente no teatro. O facto de ter tornado pública a sua doença e de sempre a ter enfrentado de frente, foi um grande exemplo de coragem e que o aproximou do publico ainda mais.
A mim, mesmo depois da sua morte, continua a inspirar-me e levou-me inclusivamente à sala de cinema ver o filme do primeiro realizador português a filmar em Hollywood.
Aos anos que não via um filme português no cinema, devo confessar que não são muitos os filmes portugueses que me fazem ir ao cinema. Mas não tenho culpa que a grande maioria seja relacionado com temas que estão esgotados pelo nosso dia-a-dia, como a corrupção, sexo, drogas, crime, etc, etc.
Contraluz, é um filme contado nalguns flashbacks muito bem conseguidos. A mensagem que nos transmite é muito bonita. E o que me fez adorar mesmo muito o filme foi a fotografia, as paisagens, umas agrestes, outras muito harmoniosas, as cores do meio ambiente, a (contra)luz e a banda sonora (o tema final é dos Santos e Pecadores). Um argumento simplista e original, que resulta num todo fechado.
E no final, o filme é dedicado ao próprio António Feio.
May your soul rest in peace!

domingo, julho 25, 2010

Fim-de-semana cinematográfico

Este fim-de-semana foi produtivo em termos de cinema. Vi 3 filmes, acabei com uma "birrice" e meia e quase ia apanhando uma constipação... xD

6ª-feira noite de Inception. O hype que se gerou em torno do filme deixou-me deveras curiosa e ainda não sabia eu que o filme era do Christopher Nolan (o mesmo do Memento, facto que eu estava alheia). O facto do Leonardo DiCaprio ser o actor principal deixava-me de pé atrás, mesmo depois de ter adorado os seus papéis em O Aviador, O Diamante de Sangue e Body of Lies. Aquela carinha de puto nunca me deixava ver o grande actor que se escondia atrás das feições de menino. O facto é que ele cresceu, perdeu aquela expressão e agora sim, está feito um actor de verdade.
Inception, que em português recebeu mais uma tradução exemplar de A Origem, é até ao momento o meu filme eleito como Filme do Ano, quiçá dos últimos anos. O Nolan já provou diversas vezes as armas que tem e continua a fabricá-las como se não houvesse amanhã. Começo a elegê-lo o meu realizador favorito a par com o Tim Burton. Inception é mais uma obra-prima. Nem consigo decidir-me se prefiro o Memento se este Inception. De histórias originais e que aparentemente nunca antes foram contadas o Nolan percebe e bem. Sim, quando se pensava que já tudo tinha sido escrito e que pouco ou nada poderia surpreender, eis que nos chega uma história sobre sonhos. Sonhos, algo que todos nós conhecemos bem e que conseguimos identificar nas várias cenas do argumento, as sensações, a desordem e confusão dos sonhos, os pequenos factos sobre os sonhos, de como nunca sabemos como vamos parar a determinado destino no sonho, até aos pequenos actos que nos levam a acordar de um sonho… tudo está patente neste argumento genial.



Sábado, foi dia de Shrek. Parece que é a última aventura, o que acho muito bem. Não gostaria de ver gasta a “imagem” deste ogre. Já este, que apesar de divertido e claro, com mais uma história moral por trás, poderia ter sido deixado na gaveta. O filme está giro, muito engraçado, apenas não acrescentou nada de novo à história, reforçou a história de amor entre o Shrek e a Fiona, mas não vai muito além disso. Valeu pelo facto de voltarmos a revisitar todas as personagens que adoramos ver, desde o Pinóquio, ao Homem Biscoito, os 3 Porquinhos, o Burro (claro!) e o Gato das Botas, aqui com uns belos quilos a mais… e os filhos do Shrek, que são um amor! E a moral da história: nunca damos o devido valor ao que temos, até perdermos tudo.



Domingo, Shutter Island que ainda não tinha visto. Aqui a minha “birrice” ia além da que nutria pelo DiCaprio, o Sorsese é/era também um ódio predilecto. Não tenho visto muitos filmes deste realizador é bem verdade, mas os que vejo nunca me conseguiram cativar o suficiente para dizer que gosto dos seus filmes. Apenas O Aviador até à data me tinha surpreendido. O Shutter Island apesar de não me ter surpreendido a 100%, 50% do final adivinhei-o só por ver o trailer, os outros 50% agradaram-me bastante, por ter ido mais além daquilo que eu havia idealizado. Tenho pena do “meu” Mark Ruffalo não ter brilhado mais no argumento.



Ahhh, quanto à constipação… refiro-me ao ar condicionado da sala de cinema na 6ª-feira. Parecia que tão depressa estávamos no Pólo Norte como de seguinte chagávamos ao Equador. Quase mereceram uma nota minha no livro de reclamações. No dia seguinte, logo de início pedi para regularem a temperatura da sala, já a prever algum episódio idêntico.

sexta-feira, julho 16, 2010

Se pudesse...

... hoje estaria em Gaia, no Festival Marés Vivas. Sim, os meus rapazes queridos estão por lá hoje e deram um concerto fabuloso... os A Silent Film!!! A falar a verdade estaria lá muito por culpa deles, mas por arrastos estaria a ver David Fonseca e Placebo (os quais nunca vi, o que é uma grande falha!!!).
Pena foi o concerto não ter sido transmitido, estava a contar com isso, mas nada...
Depois de uma semana de fugir, stress atrás de stress, aborrecimento atrás de aborrecimento, o que eu não dava para ter ido até à Praia do Cabedelo, para ver, ouvir e estar um bocadinho com a banda.
Ontem saiu a notícia triste de que o Lewis saiu da banda, alegadamente devido a questões pessoais. Aqui há uns anos vi também o Alec John Such sair dos Bon Jovi e não foi fácil conceber a banda sem um elemento fundador. Acho que não será fácil ver os A Silent Film sem o Lewis. Espero que tudo esteja bem com ele.
Há pouco na Comercial a Arroja entrevistou a Susana e Salu, as maiores fãs da banda em Portugal. Foi muito fixe ouvi-las!!!
Desta vez quem foi a portadora da minha pequena lembrança para a banda foi a Susana. Lembrei-me de comprar um Pirilampo Mágico e oferecer aos ASF, tudo porque a minha música favorita se chama Firefly in my Window. Achei que eles iam gostar da associação e pelo feedback que recebi, parece que gostaram. =)

Se pudesse #2... estaria também no Meco, no Super Bock Super Rock, para ver os Keane e os Pet Shop Boys. Ao menos o concerto do Keane está a ser transmitido da íntegra… Gostaria que fizessem o mesmo com o dos Pet Shop Boys, mas duvido um bocado.
Os Keane estão a fazer uma setlist do best… claro que sou suspeita, adoro-os e conheço todas as músicas, mas aos primeiros acordes consigo identificar cada música. Músicas como Bend and Break, Nothing in My Way, Stop for a Minute, Spiralling, Perfect Symmetry, Somewhere Only We Know ou Crystal Ball.
A relação da banda com o público português já vem de longa data, eles adoram tocar cá e nós adoramos tê-los cá. Espero que voltem muito em breve, pois tenho uma curiosidade imensa para os ver ao vivo, coisa que ainda não aconteceu… =(

terça-feira, julho 13, 2010

Dia Mundial do Rock

Em 13 de Julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, concertos em simultâneo desde Londres e Filadélfia. O objectivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois locais), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transmitido em directo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 com uma nova edição, com uma estrutura maior e concertos num maior número de países com o objectivo de pressionar os líderes do G8 a perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.
Desde então o dia 13 de Julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Fonte: wikipedia

Para comemorar os 25 anos deste enorme acontecimento e o próprio dia do Rock, aqui deixo a actuação dos U2 no Live Aid de 1985.

₪ ø lll .o· em Portugal

Depois de um concerto fantasma, que nunca se chegou a confirmar, os Thirty Seconds to Mars (₪ ø lll .o·) que tinham já anunciado no seu site oficial que viriam actuar no Alive! 2010, agora é para valer. A 16 de Dezembro vão voltar a abrilhantar o palco do Pavilhão Atlântico.
A minha entrada já está garantida!!!
Prevê-se um final de ano em beleza. Aliás, este ano não me posso queixar de todo. Todas as bandas que mais desejava ver ao vivo, já vi ou vou ainda ver. Apenas ficam de fora os Bon Jovi, que tenho uma grande fé que venham cá no ano que vem.

domingo, julho 11, 2010

O aniversariante do dia

Mr. Richie Sambora faz hoje uns gloriosos 51 anos, carregados de sucessos musicais.
Um dos maiores guitarristas que conheço actualmente, que acumula a função de backvocals nos Bon Jovi e mais... faz até solos vocais nos seus concertos. Isto já para não falar dos 2 álbuns a solo, onde não só toca como ninguém, como canta maravilhosamente.
E parece que para o ano vamos ter mais um álbum a solo. Estou ansiosa... Bem, mais ansiosa estou para que confirmem um concerto por cá... xD

sexta-feira, julho 09, 2010

Apocalyptica here I go!!!

Eu já lá estou. Bilhetes comprados, lugar garantido e uma grande expectativa de ver os Apocalyptica.
Pouco mais de uma semana depois dos U2 em Coimbra, irei-me deslocar à Aula Magna para assistir a um espectáculo que me parece irá ser brutal!!!! =D

terça-feira, julho 06, 2010

Ainda se lembram…???

… da série Full House (série que em português recebeu o nome de Que Família), uma série muito “cute” que passou nos finais dos anos 80 na RTP e que apresentou ao mundo as gémeas Olsen?
Foi uma das séries que mais gostei de ver e que mais me marcou. Se hoje gosto imenso de sitcoms talvez o deva à família Tanner. Durante 8 temporadas seguimos os passos do pai Danny, das suas 3 filhas e do uncle Jesse e do Joey.
No outro dia, esbarrei novamente com a série e mal dei por mim, estou agarrada. Como pode? Uma série com mais de 20 anos me voltar a prender desta forma? Esta é uma daquelas séries que é completamente intemporal e que comparo em alguns parâmetros a Gilmore Girls. Uma série familiar, do mais simples possível que possa existir, muito terna, com personagens que nos cativam e com as quais nos identificamos e revemos em determinadas acções. Esta é a chave da longevidade da série.
É incrível como ainda não foi sequer editada em DVD por terras lusas. Tudo se edita hoje em dia, só o que interessa fica na gaveta… enfim, já começamos a estar a habituados…
O lado negativo de voltar a ver esta série é que me faz lembrar que passou muito tempo e que tenho mais 20 anos em cima. No outro dia, por mera curiosidade, fui ver o que andam a fazer os actores. Descobri que a DJ e a Stephanie são hoje mulheres feitas e cheias de filhos, já para não falar que o Danny e o Joey estão um bocadinho acabados. Safa-se o uncle Jesse (o “meu” John Stamos), que continua giríssimo e super recomendável. Tem tido algumas participações em séries de TV, mas actualmente tem uma carreira na Broadway como actor nalguns musicais. Cheguei a ver algumas séries por causa dele e ainda me falta, pelo menos, a última temporada do ER, que apenas vi trechos quando passou na RTP2.
Com tudo isto só tenho uma coisa a dizer: “Have mercy!!!” – words by uncle Jesse.



E assim são eles:



PS: De salientar que este post foi escrito no escritório, em offline, durante um apagão que durou perto de 2 horas. Uma manhã perdida, sem energia, internet, rede ou ligação às máquinas necessária para se trabalhar…

segunda-feira, julho 05, 2010

Sem PC...

Ora se o blog já andava meio que ao abandono, agora que o teclado do meu PC pifou, pior ainda. Um portátil com pouco mais de 6 meses e já com defeito... enfim, vou sentir saudades dele. Até voltar do arranjo, voltei ao meu antigo, que só trabalha a carvão!!! =S

segunda-feira, junho 21, 2010

Portugal 7 - 0 Coreia do Norte

Uma imagem que vale mais do que mil palavras...

quarta-feira, junho 16, 2010

O aniversariante do dia é… Emmanuel Moire

E porque se justifica, neste dia em que o Manu faz 31 anos, aqui fica a merecida homenagem.
Saudades de ouvir esta voz linda com este sotaque francês que me toca cá dentro.
Joyeux anniversaire, mon cher Manu!

domingo, junho 13, 2010

Fez ontem...

... 2 anos.
Saudades, tantas, tantas, tantas!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, junho 08, 2010

A Silent Film after show

A noite não terminou no final do concerto, não senhor, longe disso.
Fazendo um pequeno enquadramento.
Desde que descobri que a banda tem um twitter oficial, protagonizado pelo Spencer (o baterista da banda), que me tenho correspondido com ele(s) e não raras as vezes me têm respondido. Mas longe de mim pensar sequer que eles iriam fixar o meu nome!!!
Na 4ª-feira antes do concerto, tal como havia dito no post anterior, eles estiveram na rádio Comercial para o programa Night Stage. Pedi à Ana Isabel Arroja para lhes enviar um beijo meu e que os iria ver no dia seguinte na Aula Magna. Ela fez-me a vontade, referiu-se a mim dizendo que a TheStarIsMe, ou seja, a Stella (é mais fácil para eles fixarem esse nome do que o meu nome em português) uma grande admiradora deles, lhes enviava um beijo e desejos de um grande concerto. Surpresa das surpresas… eles identificaram-me automaticamente, acrescentando que adoravam conhecer-me. Eu ia morrendo, obviamente!!! É indescritível a sensação de 1º ser referida na rádio e 2º ser reconhecida por uma das minhas bandas do momento!!!
A história da “piana Ana Patrícia”, que fiz referência no post anterior, advém dessa noite. O piano que os acompanha, 2º eles, é do sexo feminino e não a tinham baptizado ainda. Ficou a chamar-se “Ana Patrícia”, por causa da Ana Isabel Arroja e da Patrícia Pereira, as animadores desta noite. Hilariante!!!
No final do concerto, quando fui para cumprimentar a banda, o meu nervoso miudinho aumentou. Estar com eles, ter de falar inglês… Mas já me haviam avisado que eles eram impecáveis.
Chegara a vez de autografarem o meu bilhete. Cumprimentei-os com um: “Hi, I’m Stella!” O Spencer reconheceu o meu nome de imediato, de tal forma que foi ele que chamou o resto da banda e me apresentou a eles. Todos me reconheciam de nome… Fiquei para morrer de alegria, confesso que não esperava de todo!!!
Muito conversadores, muito atenciosos, muito queridos. Até a foto de grupo tive direito…
Mais recentemente, enviei-lhes um cartão a felicitá-los, acompanhado da nossa foto de grupo autografada por mim. Em troca, recebi outra foto com uma mensagem deles que, mais uma vez me deixou sem respiração.


Só sei é que estes meninos de Oxford ganharam uma eterna admiradora, pelo seu talento e pelo seu carinho!!! =)

PS: Agradeço imenso à Salu. ;)

segunda-feira, junho 07, 2010

A Silent Film @ Aula Magna

É certo que o concerto já foi há quase um mês atrás mas impõe-se um relato mais ou menos elaborado. =)

Numa Quinta-feira à noite. Cidade Universitária, mais precisamente Aula Magna. 21:35 entram em cena uns portugueses desconhecidos, pelo menos para mim, os Kaviar. Num rock frenético conseguiram aquecer o público e arrancar algumas reacções ao público, apesar da noite estar reservada para os rapazes A Silent Film, vindos directamente de Oxford na sua “comitiva” via estrada, não fosse o vulcão irlandês pregar-nos a todos uma partida.
No intervalo entre as bandas, houve espaço para estar com uma pessoa que já há muito queria conhecer e se revelou ser uma querida e que no final do concerto me levaria até onde nunca sonhei ir…
Com os ânimos prontos para a banda da noite, entram uns A Silent Film logo a abrir com Feather White. O Robert (o vocalista) presenteia-nos logo de início sentado à sua “piana” Ana Patrícia, baptizada na noite anterior aquando da sua entrevista na rádio Comercial com a Ana Isabel Arroja e a Patrícia Pereira. Mas já lá vamos… No final, um “Olá” e um “Boa noite” em bom português foi por ele pronunciado.
Seguiu-se Sleeping Pills e Julie June, a balada lindíssima que o Robert, mais uma vez, tocou ao piano. Para música seguinte, que foi entoada pela banda e pelo público, estava reservada a já bem conhecida Driven By Their Beating Hearts. A primeira fila do público nunca esmoreceu e foi sempre das mais efusivas (sim as “Number Ones” estavam lá!!!!), tal como eu, que curtia um pouco mais atrás com as letras e com os aplausos sempre merecidos.
Anastasia, The Stage Is Your Life, (Y)our Potencial, foram alguns doces apresentados por eles, músicas que não estão incluídas, nem no CD de estreia, nem no EP de apresentação, e nos foram apresentadas por eles e vão sendo agora reveladas ao vivo. A Six Feet of Rope and Revenge era inevitável ser revisitada. Foi banda sonora do filme The Butterfly Tattoo, no qual os A Silent Film participaram fazendo o papel deles próprios. Depois eis chegada mais uma música muito esperada e cantada pela banda ao mesmo tempo que o público os acompanhava, You Will Leave A Mark.
Num dos momentos mais altos da noite, digo eu que adorei a actuação, vimos surgir sozinho em palco o Robert, simplesmente ao piano, para nos presentear com a inspiradíssima Aurora. A sonoridade do piano que eles tanto apreciam, dá uma valente elegância à música. Aliás, eles próprios dizem que sempre escreveram música com o piano sempre bem presente.
Sei que talvez eleger uma música favorita de entre tantas tão boas que eles têm, poderá não ser muito justo, mas é verdade que cada vez que ouço Firefly in My Windows rejubilo e sou capaz de largar tudo o que estou a fazer só para a ouvir com a devida atenção, apesar de já saber a sua letra de trás para a frente. Por isso, quando eles a tocaram no palco da Aula Magna todos os meus sentidos ficaram presos nessa actuação. O facto de estar a ficar sem bateria na máquina assustou-me, pois não queria de modo algum deixar de registar este momento em vídeo. O que vale é que a máquina aguentou até ao final e ainda consegui filmar a Thirteen Times The Strength que se seguiu à Born Slippy.
Para o encore estavam reservadas a lindíssima Lamplight e a terminar, nada mais a propósito do que a End of It All.
Confesso que achei o concerto curtinho. Quando se está a adorar vê-los em palco, ver que eles se divertem e que adoram fazer aquilo, sabe sempre a pouco.
Felizmente, a noite não terminou aqui…

Os vídeos da praxe, estão no meu canal do You Tube:



Alinhamento:
01. Feather White
02. Sleeping Pills
03. Julie June
04. Driven By Their Beating Hearts
05. Anastasia
06. The Stage Is Your Life
07. (Y)our Potencial
08. Six Feet of Rope and Revenge
09. You Will Leave A Mark
10. Aurora
11. Firefly in My Window
12. Born Slippy
13. Thirteen Times The Strength
14. Lamplight
15. End of It All

PS: I must thank to Spencer for the setlist. =)