Nunca fui grande coisa em bricolages, trabalhos manuais e coisas que tais. Mas meia volta, quando me dedico, sem grandes esperanças que a coisa me saia bem, lá acontece o inesperado.
Fui comprar um banalíssimo suporte para canetas, para complementar o stock que já havia cá por casa. Grande chatice: na loja não havia o mesmo modelo e a mesma cor dos suportes que já tinha. Havia do mesmo modelo, mas em preto. Os meus são em cinza. Depois de vasculhar a loja toda, nada de suportes cinza. Convenci-me a trazer o preto, muito contra vontade. Mas pensei que ia dar outro ar à secretária com um suporte de outra cor.
Entretanto, ainda na loja, descobri que os marcadores Sharpie, que eu tanto adoro, tinham uma cor que ainda não tinha visto, cinza. E vai daí que trouxe para casa também.
Já em casa, a arrumar as compras, fez-se-me luz!!! E se eu experimentasse "pintar" o suporte preto com o marcador cinza?!?!?!? Não foi tarde nem cedo, experimentei num cantinho que não se via muito e adorei o efeito. Daí até ter o suporte completamente pintado, foram uns minutinhos.
Resultado:
Qual é o preto pintado de cinza e quais são os originalmente cinza? Não se vê praticamente a diferença!!!!
Começo-me a convencer que até tenho algum jeito.
Neste espaço, ainda irei partilhar mais uns trabalhinhos que não me têm saído tão mal quanto isso!
Costumo ser anti muita coisa, principalmente
anti épocas em particular, por exemplo o Carnaval ou o Halloween (ou Hallowe’en
como iremos ver de seguida). Isto porque são épocas, tal como muitas outras,
que chegaram à nossa era para incentivar o consumismo… que nos nossos dias já
pouco precisa de incentivo!
Mas como sou fascinada por
história, fico sempre com curiosidade em saber a origem das coisas, pelo que
fui pesquisar de onde surgiu o Halloween, essa famigerada época do ano que
atravessamos agora.
O que descobri deixou-me de boca
aberta, pois não fazia ideia que a origem do Halloween vem da cultura celta… e
eu que não gosto nada desta cultura!!! :D
O Halloween, ou Hallowe’en, tem a origem numa tradição muito mais antiga, o Samhain. O Samhain, Samain ou Samhuinn (um termo de origem gaélica que significa “o fim do verão”), marcava o início do inverno, o fim das colheitas e o início do novo ano celta que, de acordo com calendário gregoriano adotado no século XVI, se comemorava a 01 de Novembro. Era a celebração mais importante do antigo calendário celta (…)
O termo "Hallowe'en" surgiu apenas no século XVII e é uma abreviatura escocesa de "Allhallow-even", literalmente "noite de todos os santos" ("eve of all saints").
Os portugueses têm sempre de ser
inventivos. Ora se Hallowe’en quer dizer noite de todos os santos, porque é que
“descambou” em dia das bruxas?
Continuando…
Desde tempos imemoriais que o período está associado aos fantasmas, espíritos e à morte. Para os celtas, era uma altura em que o véu que separava o mundo visível do invisível — o mundo dos vivos e dos mortos — se tornava mais ténue. Acreditava-se que os mortos regressavam e que os deuses e outros seres do submundo passeavam por entre os vivos.
Durante este período, os antepassados eram honrados através de oferendas. Na Irlanda e na Escócia celta, era costume acenderem-se fogueiras no topo das colinas, os chamados “hallowe’en fires” (os “fogos de hallowe’en”). Estes fogos, em honra dos familiares já falecidos, serviam também para purificar as pessoas e a terra, de modo a afastar os demónios, que eram mais fortes nesta altura do ano. Na Escócia, serviam também para afastar e destruir as bruxas.
O Samhain era, também, uma altura para descansar e relaxar, e os jogos eram comuns. Na noite correspondente ao Halloween, e à semelhança do que acontece atualmente, eram feitos vários jogos, alegres e muito barulhentos.
(…) Era também uma altura em que eram pregadas partidas e, em algumas localidades, eram usadas máscaras feitas de crânios e peles de animais.
Foram os emigrantes irlandeses,
durante meados do século XIX, que exportaram a celebração do Halloween para os
EUA.
Apropriando-se de uma tradição originalmente britânica e irlandesa, os norte-americanos começaram a mascarar-se e a pedir dinheiro ou comida de porta em porta, uma prática que acabou por se tornar no atual “trick or treat” (“doce ou travessura”).
Com o passar dos anos, o Halloween foi-se tornando cada vez mais numa festividade secular centrado na comunidade, com paradas e festas. Porém, apesar dos esforços das escolas e comunidades locais, o vandalismo acabou por tomar conta das celebrações nas décadas de 1920 e 1930. Foi também nessa altura que a prática do “trick or treat” foi reanimada, uma tradição que provavelmente tem origem nas primeiras comemorações do Dia dos Fiéis Defuntos em Inglaterra. Nesse dia, os pobres costumavam pedir comida de porta em porta. As famílias davam-lhes pequenos bolos chamados “soul cakes” (“bolos da alma”) em troca de uma oração pelos seus familiares já falecidos.
A próxima vez que pensarem que a
tradição do Halloween vem dos EUA, pensem que os celtas são os culpados pelo
actual dia das bruxas!
Desde bem cedo que me habituei a ter as unhas impecáveis... no início da adolescência ruí as unhas e uma forma de travar esse vício foi começar a aplicar-lhes um endurecedor. A partir daí deixei o vício e comecei a preocupar-me com o "bem estar" das minhas unhas.
Durante anos a fio as arranjei e as pintei eu própria, até que descobri o gelinho e afins. Agora, para além de estarem sempre lindas e maravilhosas, o verniz dura e dura.
Está aberto este espaço para ir partilhando as obras de arte que a minha querida Lisa cria sempre que a ela recorro!
O dia 07.Outubro.2016 fica marcado pelos múltiplos lançamentos discográficos que me agradam particularmente. São tantos que ainda nem os consegui ouvir todos.
A saber:
Alter Bridge – The Last Hero
The Last Hero é o 5º álbum dos Alter Bridge, de onde já se conhecia o single Show Me a Leader e My Champion.
Green Day – Revolution Radio
Revolution Radio é o 12º álbum de estúdio dos Green Day, de onde já foram lançados 3 singles: Bang Bang, Revolution Radio e Still Breathing.
One Republic – Oh My My
Oh My My é o 4º álbum dos One Republic e a deluxe edition conta com 18 músicas novas, mais 2 em acústico. Os singles lançados até agora são Wherever I Go e Kids.
Placebo – A Place For
Us To Dream
Este álbum não é propriamente uma
novidade. É o álbum que serve de retrospectiva aos 20 anos dos Placebo, onde
está incluído o novo single Jesus’ Son. Está recheado com os sucessos de sempre da banda.
Sonata Arctica – The Ninth
Hour
Tal como o nome do álbum indica, é
o 9º álbum de originais dos finlandeses Sonata Arctica. Conta já com 2 singles
lançados: Closer to an Animal e Life.
Sum 41 – 13 Voices
Não é uma banda que me tenha
vindo a despertar muito interesse nos últimos tempos, mas o single do álbum
War é muito bom, por isso tenho curiosidade para ir ouvir o álbum completo.
Bon Jovi – Born Again
Tomorrow (single)
É o 3º single a ser lançado do
novo álbum dos Bon Jovi. O álbum chama-se This House Is Not for Sale e será
editado dia 4 de Novembro.
James Arthur – Sermon (single)
Novo single do tão querido James
Arthur, em parceria com Shotty Horroh. É um single retirado do novo álbum Back
from the Edge, a ser lançado dia 28 deste mês. A música é demasiado hip-pop
para o meu gosto, mas ainda assim tem a voz maravilhosa do James.
The Killers – Peace Mind
(single)
É o single que celebra os 10 anos
do lançamento do 2º álbum dos The Killers, Sam’s Town.
A cidade da Amadora criou um "mapa" do "graffiti" para divulgar o trabalho de arte urbana dos "graffiters" do concelho. Mapa que pode ser acedido aqui.
A última novidade é a figura de Amália Rodrigues, que se junta agora à de Carlos Paredes, nas paredes de 2 prédios junto ao metro Amadora-Este.
O artista é o Sérgio Odeith, que tem mais obras de arte espalhadas pelas ruas da cidade.
Alguns exemplos:
O rapaz tem talento, não tem?
Confesso que adoro ver as ruas da Amadora decoradas por estes artistas que são marginalizados tantas e tantas vezes!
O dia 10 de Julho de 2016 bem
pode ter marcado uma viragem no mundo do desporto neste pequeno país à beira
mar plantado.
Dia em que o desporto foi
brindado pelas finais do campeonato europeu de atletismo e com algumas medalhas
bem importantes. A saber. Na meia maratona houve 2 medalhas, Sara Moreira ficou
em 1º lugar e é a campeã europeia da meia maratona e Jéssica Augusto terminou em
3º lugar. Medalhas de ouro e bronze respectivamente. Patrícia Mamona sagrou-se
campeã europeia de triplo salto e detém a medalha de ouro. Ainda no mesmo dia
no lançamento do peso o atleta português Tsanko Arnaudov conquistou a medalha
de bronze. Mas retornando uns dias antes, no dia 8, Dulce Félix conquistou também
a medalha de prata na prova de 10.000 metros.
À noite, no campeonato europeu de
futebol, a selecção principal arrancou à anfitriã o título de campeão.
Portugal, pela 1ª vez sagra-se campeão europeu de futebol, colando todo um país
em histeria. Histeria que havia de continuar pela semana fora e que teve talvez
o momento mais alto com a chegada dos 23 que trouxeram a taça de França. Parecia
feriado em Lisboa. Ainda tive a oportunidade de ver passar o autocarro da
selecção em direcção ao centro de estágios.
Já ontem, em hóquei em patins, a
selecção portuguesa conseguiu o mesmo feito, conquistando o título de campeão
europeu de hóquei.
E hoje, Portugal voltou a
conquistar um título europeu, desta vez no surf, Teresa Bonvalot é campeã da europa
de surf em juniores.
Se isto não é uma boa onda de sorte
para Portugal, não sei o que será.
Que esta sorte acompanhe os
atletas que vão competir agora nos jogos olímpicos do Brasil e que sejam
bafejados com muitas medalhas.
No regresso ao blog, trago
algumas ideias que gostava de colocar em prática. Gostava de instituir umas
quantas rúbricas sobre temas que me são queridos ou próximos.
Sou uma viciada em séries, não é
segredo nenhum. Devoro uma atrás de outra e quando uma série me marca, fico com
vontade de explorar tudo o que vai além da própria série. Assim, surgiu a ideia
da rúbrica TV Series Star, que não será mais do que a divulgação de uma série
que me tenha marcado, ou da série que esteja a devorar no momento.
A primeira série deste espaço
chama-se Outlander, série do canal
de TV americano Starz.
A série é baseada nos livros da
Saga Outlander escritos pela autora americana Diana Gabaldon. Conta a história
de Claire, uma enfermeira inglesa durante a II Guerra Mundial, que viaja até à
Escócia com o seu marido Frank no intuito de passarem uma 2ª lua-de-mel, para tentarem
uma reaproximação após anos separados pela guerra. Estando a Escócia sempre
envolta em misticismos e crenças mágicas, a série segue esses misticismos e um
dia Claire, num círculo de pedras usado para rituais, vê-se transportada no
tempo e encontra-se na Escócia 200 anos do tempo. Na Escócia do ano 1743,
Claire encontra-se na época das rebeliões jacobitas, que lutavam para repor o
rei Jaime II no trono de Inglaterra que fora deposto. Neste ambiente ostil,
Claire, conhece o jovem guerreiro escocês Jamie Fraser e Jonathan
Randall, antepassado do seu marido Frank (que é a cara de Frank), um capitão
inglês sem escrúpulos e com um lado muito negro na sua personalidade. Claire é
apanhada nesta época e em circunstâncias que a levam a casar e a apaixonar-se
irremediavelmente por Jamie. Claire fica dividida entre a lealdade que deve a
Frank no seu tempo e ao amor que sente pelo seu mais recente marido no século
XVIII.
Esta série tem tudo que eu posso
gostar numa série. Actores carismáticos, com uma química que nos faz borboletas
no estômago, um relato muito fiel à história real na qual se baseia, tem este
lado histórico e épico que cada vez mais admiro numa série e é acima de tudo um
romance que nos comove a cada episódio.
A actriz que interpreta o papel
de Claire (Caitriona Balfe) não me conquistou de início. Por já ter lido uns capítulos
do 1º livro da saga, tinha idealizado uma Claire diferente, mas com o decorrer
dos episódios e a partir do momento que chegou ao século XVIII, a personagem
tornou-se naquela que eu tinha imaginado.
Já o papel de Jamie entregue ao
escocês Sam Heughan, caiu-lhe que nem uma luva e adorei-o desde o 1º minuto. Um
jovem ruivo, muito bem aprimorado, cuja personagem é o sonho de qualquer mulher
neste ou noutro século. O seu sotaque escocês carregado e o seu gaélico são um
mimo e adoro ouvi-lo chamar a sua Claire de “sassenach” (que quer dizer “mulher
inglesa” no dialeto escocês, derivado do gaélico).
Frank e Jonathan Randall são
interpretados por Tobias Menzies, actor que sempre o associei a vilão e em
qualquer papel que já o tenha visto, sempre fez de vilão, aqui tem um papel
duplo. É o marido compreensivo de Claire no século XX e o abominável capitão
inglês do século XVIII, que vai cruzar as vidas de Claire e de Jamie quase
nunca pelos melhores motivos.
Este é o mote desta série, que
até ao momento tem 2 temporadas praticamente transmitidas e que terá, no
mínimo, mais 2. Cada temporada espelha um livro da saga.
Comecei a ler o 1º livro (Nas
Asas do Tempo), mas a curiosidade sobre a série era tal, que não resisti e
comecei a vê-la sem terminar o livro. Deixei quase terminar a transmissão da 2ª
temporada para conseguir ter mais episódios disponíveis para ver de rajada, mas
entretanto terminei-os todos, ficando somente o último episódio da 2ª
temporada, por ainda não ter sido transmitido. Foi esta a razão que me levou a
começar a ler o 2º livro da saga desde o seu final (A Libélula Presa no Âmbar).
Nunca tinha começado um livro pelo fim, mas desta vez foi inevitável.
Entretanto, já estou avançada no 3º livro, A Viajante.
Tenho pena que esta série, por
cá, seja somente transmitida pelo canal premium
TV Séries que não está acessível a todos. Vale a pena dar uma vista de olhos,
pelas paisagens deslumbrantes da Escócia, pelo misticismo que a envolve, pelo
romance e glamour tão bem explorado,
pelo argumento em si e pela química entre a Claire e o Jamie. É certo que me
arranca muita comoção, tanto a série como os livros, mas vale cada segundo
passado na companhia destas personagens. Poucas séries guardo para um dia mais
tarde recordar se me apetecer, esta faz parte desse pequeno leque de séries.
E agora vou ali espreitar mais um
capítulo do livro, já que a série só termina dia 9 nos EUA e a 3ª temporada só
irá estrear no próximo ano. Às vezes penso que devia pegar em determinadas
séries só após terem terminado de vez. Mas esta falou mais alto.
Uma daquelas viagens que nunca hei-de esquecer, onde o conto de fadas se tornou numa realidade e o sonho se concretizou... a Suíça rural, a Suíça cosmopolita, a Suíça civilizada, organizada e humana...
E o Matterhorn, esse colosso de montanha nevada que até a respiração me tirou.
Uma viagem a recordar por aqui, se inspiração não me falhar!
O que dá estar 3 anos sem vir aqui é que até as fotos antigas foram à vida, os gadgets já nem todos estão disponíveis, algumas coisas passaram de moda, outras com as quais já não me identifico... depois de investir algum tempo, agora o blog já parece a minha cara novamente.
Ando com algumas ideias que gostava de implementar por aqui, mas a seu tempo. Tenho vontade de voltar a escrever, às vezes sinto-me é desinspirada.
Vamos ver se este regresso é sol de pouca dura, ou se voltei para ser mais ou menos regular.
Escusava era de ser sempre tudo tão sofrido como é até ao último minuto!!!
PS: Quem me conhece deve estar a pensar que estou louca. Há 3 anos que não vinha ao blog e o 1º post que faço nesses 3 anos é sobre futebol.... Não devo andar a bater bem da bola!!!!