sábado, julho 02, 2016

Sobre a imagem de cabeçalho

Uma daquelas viagens que nunca hei-de esquecer, onde o conto de fadas se tornou numa realidade e o sonho se concretizou... a Suíça rural, a Suíça cosmopolita, a Suíça civilizada, organizada e humana...
E o Matterhorn, esse colosso de montanha nevada que até a respiração me tirou.
Uma viagem a recordar por aqui, se inspiração não me falhar!


Genebra

Arrumar a casa


O que dá estar 3 anos sem vir aqui é que até as fotos antigas foram à vida, os gadgets já nem todos estão disponíveis, algumas coisas passaram de moda, outras com as quais já não me identifico... depois de investir algum tempo, agora o blog já parece a minha cara novamente.
Ando com algumas ideias que gostava de implementar por aqui, mas a seu tempo. Tenho vontade de voltar a escrever, às vezes sinto-me é desinspirada.
Vamos ver se este regresso é sol de pouca dura, ou se voltei para ser mais ou menos regular.

quinta-feira, junho 30, 2016

Portugal nas meias finais do Euro 2016

Grande Patrício e grande Quaresma!

Escusava era de ser sempre tudo tão sofrido como é até ao último minuto!!!

PS: Quem me conhece deve estar a pensar que estou louca. Há 3 anos que não vinha ao blog e o 1º post que faço nesses 3 anos é sobre futebol.... Não devo andar a bater bem da bola!!!!

sexta-feira, maio 03, 2013

Dia Internacional do Sol


E como hoje é dia de uma irmã minha, a estrela Sol, vamos aproveitar e desfrutar o Sol? Parece que vêm aí dias com muito SOL!!!! ;)

domingo, abril 28, 2013

domingo, abril 21, 2013

Geek mode

Sim, sou mesmo uma geek de gadgets. Mas como trabalho com informática todos os dias, como o meu curso é de informática, obviamente que teria de assim ser.

Smartphones de última geração, tablets e pcs, cá em casa há de tudo. Mas sou uma assumida “green girl”, ou seja, “Android lover”. iPhone? iPad? iPod? Apple? Só se for pelo design inovador e original, porque de resto, esqueçam. Tenho um iPod (oferecido), que andou desaparecido durante largos meses e quando o reencontrei nem lhe sabia mexer. Se é para ter um acesso amplo a apps e afins, que seja algo em “open source”, em que qualquer um possa desenvolver e disponibilizar ao público em geral.
Andava eu nas minhas pesquisas, porque quero substituir o meu velhinho (de 2 anos e tal) HTC Desire, quando percebi que vem por aí mais uma versão do Android, desta vez a versão 5.0 e que muito provavelmente terá o nome de Key Lime Pie. Adoro os nomes das versões do OS da Google, todos eles são nomes de doces típicos!!!

Andava numa de comprar o Nexus 4, mas uma vez que ainda não trás esta nova versão, pois nem se sabe sequer quando será lançada, nas pesquisas encontrei rumores sobre um possível Nexus 5. É que desde que comprei o tablet Nexus 7, não quero outra coisa. Daqui para a frente vou tentar comprar os gadgets lançados directamente pela Google. É que é uma total liberdade para estarmos sempre na “crista da onda” logo que as versões novas são lançadas. E visto estar muito feliz com o meu querido Nexus 7, vou mesmo esperar por novidades sobre esse tal de Nexus 5. Antes disso, se o Key Lime Pie for mesmo lançado, seria das 1ªs a experimentá-lo no Nexus!!! :D
Mas mesmo ainda sem o Nexus 5, já acho o Nexus 4 brilhante… mas quero-me conter!!!



Deixo um cartoon que achei fantástico sobre as versões do Android:



PS: Peço desculpa se hoje utilizei demasiados “estrangeirismos”!

sexta-feira, abril 19, 2013

Thirty Seconds To Mars – Up In The Air

Depois de ficar de molho, em casa 2 dias, por causa desta maldita gripe, no 1º dia de volta ao trabalho, tenho esta prenda para me dar as boas vindas, o novo vídeo dos Thirty Seconds To Mars, Up In The Air.
Eles já haviam lançado o single do novo álbum, a sair em Maio, Love, Lust, Faith + Dreams, para o espaço... e isto é literal, enviaram mesmo o single num vaivém espacial, e estrearam hoje o vídeo.

O meu 1º comentário ao vídeo é: Belíssimo!
Adoro particularmente as partes de fundo azul, a cena do Shannon com os bombos (a entrada dele em cena é de arrepiar!), as cenas dos animais (as zebras, adoro!!!), as partes em slow-motion estão fantásticas, a cena das cores, fez-me lembrar a Color Run... e claro, quando a palavra AMOR é dita em português!!!! =O

Sou só eu, ou eles estão todos muito bem fisicamente? Adoro o corte de cabelo do Tomo, o Shannon é um charme só e o Jared o que se pode dizer quando alguém é tão perfeito? Recuperou bem da perda de peso para um filme que andou a fazer... sim, um filme onde fez de transexual... é mesmo papel para o Jared encarnar, talvez só o que lhe faltava encarnar!!!

As opiniões do Echelon têm-se dividido muito com o lançamento de Up In the Air. É verdade que a sonoridade deles está cada vez mais electrónica, mais comercial, mas eu continuo a gostar e a ser-lhes fiel. Até porque adoro o estilo de música que eles me parece terem imprimido neste novo álbum.

Resumindo e baralhando, estou ansiosa pela edição de LLF+D!!!

terça-feira, abril 16, 2013

Gripe!


Alguém quer uma gripe? Estou a oferecer... :(

sexta-feira, abril 12, 2013

Sol, finalmente!!!!!


Parece que vêm aí dias de sol e as temperaturas são subir. Finalmente, o S. Pedro vai-nos dar uma trégua! :D
Bom fim-se-semana.

quinta-feira, abril 11, 2013

music memories: Héroes del Silencio – Entre Dos Tierras

Vamos lá retomar uma rubrica que me agrada sempre tanto, my music memories! :) 

Os Héroes del Silencio foram uma banda rock espanhola, originários de Zaragoza. Os seus elementos, o mais conhecido o Enrique Bunbury (vocalista), formaram a banda nos anos 80, convertendo-se num ícone no panorama da música rock espanhola da altura. Estiveram no activo 10 anos e em 2007 fizeram um digressão onde se reuniram para tocar em 10 cidades do mundo, para comemorar os 20 anos da banda.

Tenho pena que actualmente não haja bandas destas conhecidas deste lado da fronteira. É verdade que deixei de as procurar, mas parece-me que o rock espanhol está muito mais fechado entre fronteiras, ou simplesmente deixou de ter o sucesso de outrora.
Lembro-me de, nos anos 90, estar em casa dos meus avós, mesmo ali ao lado da fronteira e de ligar a TV, nos canais espanhóis, só para ouvir música.


Heroes Del Silencio – Entre Dos Tierras

Te puedes vender
Cualquier oferta es buena
Si quieres poder
Qué fácil es
Abrir tanto la boca para opinar
Y si te piensas echar atrás
Tienes muchas huellas que borrar
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de verte caer.

Pierdes la fe
Cualquier esperanza es vana
Y no sé qué creer
Pepepepepero olvídame que nadie te ha llamado
Y ya estás otra vez
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...

Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar

Déjalo ya
No seas membrillo y
Permite pasar
Y si no piensas echar atrás
Tienes mucho barro que tragar
Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...

Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar

Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer
Si yo no tengo la culpa de ver que...

Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar
Entre dos tierras estás
Y no dejas aire que respirar

terça-feira, abril 09, 2013

O menino do mês – Ramin Karimloo


Tenho andado numa de musicais, não tanto ao vivo, mas mais na TV… em Portugal a coisa não anda muito rica em termos de teatro musical, ou se existem, são longe. Assim, virei-me para os eternos musicais do West End, em Londres, como o Fantasma da Ópera, a sequela do mesmo, os Miseráveis e até uma versão muito moderna do Jesus Cristo Superstar.
Foi no Fantasma que descobri o menino que me vai alegrar estes dias de Abril, o Ramin Karimloo. Este rapaz que nasceu no Irão no mesmo ano que eu, que se tornou canadiano e foi parar aos musicais mais conceituados de Londres, em papéis como o Fantasma e Raoul no Fantasma da Ópera e no Love Never Dies, e Jean Valjean, Enjolras e Marius nos Miseráveis.
Tem um CD editado com músicas lindíssimas, que ouço in repeat mode.
Um rapaz que parece não fazer mal a uma mosca, mas que adora tatuar o corpo. No twitter chega a publicar as fotos de quando está a fazer uma nova tatuagem. Eu que nunca gostei de braços muito tatuados (eu, então, era incapaz de fazer uma tatuagem, sequer!), acho que as tatuagens dele lhe ficam a matar.


Para finalizar, deixo uma cover feita por ele e que faz parte do CD chamado Ramin. É a cover de uma das minhas músicas favoritas dos Muse, Guiding Light.. e a versão do Ramin ficou impecável, mesmo mesmo! :)


Mas como não me contenho, deixo o single do CD, Coming Home.
Se prestarmos atenção, percebe-se que ele tem uma voz de teatro musical, and I love it!

quinta-feira, abril 04, 2013

Ruben Varela em acústico



Quem vai, quem vai? Eu, é claro... apesar de ter o dia cheio (acontece tudo em cima umas coisas das outras!), claro que ainda consigo encaixar o concerto do Ruben... que, aliás, já tardava. 
Mal posso esperar para ouvir as músicas deste Oriente Lusitano... do que já ouvi, sei que vou adorar o concerto e as outras músicas.
Vou levantar a ponta do véu com a Noite Cai... e um cheirinho do Oriente Lusitano... adoro as músicas!!!! :D

Hurts – Miracle

De uma banda que gosto imenso, deixo o seu novo síngle...

Hurts – Miracle

domingo, março 31, 2013

Esta, sou eu hoje!

essencial nude glam
Verniz essencial nude glam

A Bíblia, a série do Canal História


Quem me conhece, sabe perfeitamente, que sou uma completa descrente, céptica a tudo o que diga respeito a Deus ou a qualquer ser superior a nós, humanos. Por isso, seria de esperar que não conhecesse grande parte das histórias da Bíblia. Até eu pensava que assim era, mas depois de ver este fim-de-semana a série baseada nas histórias bíblicas produzida pelo Canal História, chego à conclusão que até conheço grande parte dessas histórias, pelo menos as relatadas no antigo testamento.
O que me levou a ver a série, transmitida agora pela Páscoa, confesso que foi o papel que atribuíram ao nosso querido Diogo Morgado, o papel carismático de Jesus Cristo. Bem, isso e o facto de adorar séries épicas e baseadas em factos históricos.
Agora percebo porque temos um Cristo Rei à entrada da capital, afinal ele era português?!? OK, uma piadinha foleira! xD
Uma vez que a série estava a ser muito falada pelos EUA, resolvi ver. E devo dizer que gostei imenso. São histórias cruéis, cheia de sangue e violência, mas nada que não esteja já habituada a ver neste tipo de séries. Conta, quem leu a Bíblia, que muita coisa não foi contada como está relatada nas páginas do dito livro sagrado. Mas eu vejo que esta série é uma adaptação dos escritos da Bíblia e como todas as adaptações, o autor coloca sempre algum cunho sei. Acho que é um pouco como uma adaptação ao cinema de um livro, quem o lê antes de ver o filme, acha sempre que o filme não está à altura do livro.
Quanto a mim, que nunca li a Bíblia, posso avaliar pelo que vi. E digo que gostei muito do que vi. Os cenários inóspitos e áridos que sempre me assolam a imaginação quando penso nestes tempos longínquos, aquelas vestes longas de linho, os cabelos e barbas compridas e desgrenhadas e sempre as rivalidades pela conquista de terras de ninguém que cada um proclama suas e que neste caso proclamam em nome de Deus, até que aparece Jesus que prega pela fé e não pela espada.
O papel do Diogo Morgado acaba por ser dos mais importantes e o qual teve mais incidência na série. E o nosso português, que teve de sair de seu país natal para se mostrar ao mundo, não esteve nada mal. Tem obtido críticas muito positivas pelo papel que interpretou. E reconheço o seu talento como actor… que aliás já tive o prazer de o constatar em várias peças de teatro.
Foi uma maratona de 10 episódios compilados em 2 tardes de cinema de sofá que valeram bem a pena.
Eu poderia dizer que já tinha estado com Jesus himself, mas não iriam acreditar em mim, se não tivesse como o provar, por isso cá está, a prova:


A falar a verdade já estive com Jesus e com Judas, várias vezes… mas isso são outras histórias! :P

sexta-feira, março 29, 2013

quinta-feira, março 28, 2013

Safe Haven – o filme

Dia de estreia, dia da “je” ir ao cinema. A curiosidade era alguma e como amanhã é feriado, aproveitei e já fui ver o filme, Safe Haven.
Vou fazer a minha apreciação, mas desde já faço uma ressalva. Não sou isenta, adoro o autor, o Nicholas Sparks, como todos sabem, gostei do livro (sem que tenha sido um livro vertiginoso!), adoro os actores que encarnaram as 4 personagens principais, até simpatizo com o actor que faz de “vilão”, por assim dizer. Por isso, a minha avaliação poderá estar empolada, baseada em todos esses factores.
Quando leio um livro, e acho que isso acontece com toda a gente, a minha cabeça imagina mentalmente o aspecto físico das personagens. Quando li este, a minha imaginação foi toldada pelo aspecto físico dos actores que já sabia que iam interpretar as personagens. Tirando o Alex que, apesar de fisicamente ser o Josh Duhamel, eu imaginava-o com o cabelo cinzento, tal como relata o livro. O filme conseguiu ser fiel à minha imaginação… bem tirando, 2 personagens que ficaram na penumbra (uma no livro, outra no filme). Até Southport, a cidade onde se passa a acção, correspondeu ao que tinha idealizado.
Já os filmes anteriores baseados nos livros do Sparks, trazem sempre um toque diferente dos livros, algo inesperado para quem lê os livros e que tem um cunho mais próprio para um filme. Este não foi a excepção e gosto de argumentos assim, baseados em histórias que já conheço, mas que têm ainda algo de inesperado. Neste caso, foi algo subtil, mas não deixou de me intrigar, até ao desfecho.
Quanto ao filme em si, não posso dizer que me tenha deslumbrado, assim como o livro não me deslumbrou, devido à história simples e sem grandes clímax (tirando o final, mais à policial), mas mesmo assim gostei muito. As 2 personagens principais funcionaram muito bem juntas, adorei a Lexie, uma miúda com uns olhos muito expressivos, que foi um mimo ver ao lado de Katie, quase me arrisco a dizer que pareciam mãe e filha. A Katie, ou melhor a Julianne Hough, é lindíssima e conseguiu-me transmitir a mesma sensação que o livro me transmitiu. Uma mulher insegura no início, mas que começou a ganhar confiança e no final conseguiu enfrentar o seu maior temor. Ao Alex apenas me pareceu faltar um bocadinho de ligação com os filhos, bem os filhos foram retratados de uma forma um pouco diferente do livro, também pode ter sido isso, mas a ligação com Katie esteve muito bem. É interessante ver a Jo, para quem leu o livro, ao longo do filme, observei cada cena com cuidado e quem escreveu o argumento, teve esse cuidado… e mais não digo, que não quero spoilar ninguém.
Deixo a música principal da banda sonora. O vídeo baseado no filme, está muito giro.

Colbie Caillat ft. Gavin DeGraw  We Both Know

Ficha Técnica
Título em português: Um Refúgio para a Vida
Título original: Safe Haven
Realizador: Lasse Hallström
Descrição: Decidida a deixar o passado para trás, Katie (Julianne Hough) decide recomeçar uma nova vida em Southport, uma pequena cidade piscatória no estado de Carolina do Norte, EUA. Com o passar do tempo, e apesar de relutante em criar laços seja com quem for, ela acaba seduzida pela generosidade de Alex (Josh Duhamel), um jovem viúvo com dois filhos pequenos, que teima em manter-se por perto. Agora, com uma vida que parece ter tomado um novo rumo, ela sente-se feliz e cada vez mais ligada a Alex e às duas crianças. Porém, o passado obscuro que durante anos tentou esquecer parece ter voltado para a assombrar quando um homem misterioso chega à cidade, decidido a revelar segredos que vão alterar a opinião que todos têm sobre dela.
Realizado por Lasse Hallström ("Regras da Casa ", "Chocolate", "Hachiko - Amigo para Sempre"), "Um Refúgio Para a Vida" é mais uma adaptação cinematográfica da obra de Nicholas Sparks.
Actores: Cobie Smulders, Julianne Hough, Josh Duhamel
Género: Romance
Ano de Lançamento: 2013
Duração: 115 minutos
Classificação: Maiores de 12 anos
Classificação (de 0 a 10): 8

Safe Haven trailer

quarta-feira, março 27, 2013

Of Monsters and Men – Dirty Paws

Conheço muito pouco desta banda, ou pelo menos conhecia. Mas já ouvi o CD de estreia, My Head Is an Animal, e gostei bastante.
São islandeses e definem o seu estilo em algo entre o indie pop, indie folk, indie rock, folk rock e o rock alternativo. O que mais me cativou é que têm uma sonoridade algo diferente do que costumo ouvir e a voz da vocalista, Nanna Bryndís Hilmarsdóttir, soa-me muito suave ao ouvido.


segunda-feira, março 25, 2013

Moção de censura ao S. Pedro


Já que estão na moda as Moções de Censura, quero apresentar uma também... contra o S. Pedro. 
Ele sabe que a Primavera já chegou, certo? Ele sabe que as pessoas já estão fartinhas de chuva e mais chuva, certo? Então porque é que não nos manda uns diazinhos mais animados com solzinho e uma temperatura amena? Substituam lá o "santo padroeiro do tempo" por outro mais generoso para connosco! :P