O aniversariante do dia é… rufam os tambores… o “rei” Viggo “Aragorn” Mortensen!!!
É verdade este senhor, muito charmoso por sinal, completa hoje mais um ano de vida, desta feita, completou meio século de vida, 50 aninhos, muito bem conservados por sinal. :D
Aqui deixo o seu percurso:
Viggo Mortensen não só é actor de cinema, como de teatro, é pintor, fotógrafo, poeta e músico de jazz.
O papel que catapultou Mortensen para a fama foi a personagem Aragorn na Trilogia do Senhor dos Anéis. Filho de um americano e de uma dinamarquesa, passou a maior partede sua infância na Argentina, na Venezuela e na Dinamarca. Por isso, sabe falar fluentemente inglês, espanhol e dinamarquês, para além de que percebe o português falado.
Além disso, Mortensen é um cavaleiro distinto, e até exigiu que o argumento do O Senhor dos Anéis fosse reescrito para aumentar suas cenas que ele montaria a cavalo. Quando não estava em gravações, fazia questão de manter o seu cavalo por perto, para aumentar os laços de confiança entre eles. Esta dedicação de corpo e alma chamou a atenção de Peter Jackson diversas vezes, houve vezes em que conversava com Mortensen chamando-o repetidamente de Aragorn, e o actor, tão imerso na personagem, nem sequer notava. Além disso, numa das cenas de batalha, Viggo Mortensen fez questão de continuar as gravações mesmo depois de ter perdido, acidentalmente, um dos dentes.
No início dos anos 80, Viggo era camionista na Dinamarca, mas retornou a Nova York, onde nasceu, para estudar interpretação.
Mortensen começou a dar cartas no cinema, em 1996, com uma participação em Retrato de uma Senhora, como um dos homens que seduziam Nicole Kidman. Dali, passou a actuar com outras grandes divas do cinema: foi comandante da soldada Demi Moore em G.I. Jane, de 1997; seduziu e quase matou Gwyneth Paltrow em Um Homicídio Perfeito, de 1998; e sobreviveu à clínica de reabilitação ao lado de Sandra Bullock na comédia romântica 28 Dias, de 2000.
Pouca gente sabe, mas para interpretar o artista de Um Homicídio Perfeito, Viggo Mortensen pintou os próprios quadros que foram usados no filme. Como fotógrafo, Mortensen também já exibiu o seu espólio em diversas exposições Além disso, já lançou três CDs de Jazz e, antes da fama, publicou o livro de poemas Ten Last Night.
Todo este esforço como artista foi recompensado. Em 1999, Mortensen foi avisado, à última hora, que o actor Stuart Townsend não poderia assumir o papel de Aragorn na trilogia do Senhor dos Anéis. E eu digo, ainda bem que o Viggo estava disponível!!!! :D
Eleito pela People uma das 50 pessoas mais bonitas em 2002, Mortensen permanece um solteiro convicto. O casamento de dez anos com Exene Cervenka terminou em 1997, deixando-lhe o filho Henry Mortensen.
Digam lá que este homem aos 50 anos não faz inveja a muitos meninos com metade da sua idade?

de sua infância na Argentina, na Venezuela e na Dinamarca. Por isso, sabe falar fluentemente inglês, espanhol e dinamarquês, para além de que percebe o português falado.
É um álbum com músicas mais alegres, muito mais animadas, do que algumas dos seus antecessores. E desde há uma semana que me faz companhia horas a fio.
Tanto é, que descobri que o próximo filme do Mark Wahlberg será mais uma adaptação de um livro que já li, Visto do Céu (The Lovely Bones, no original, livro de Alice Sebold). Confesso que fiquei curiosa quanto a esta adaptação. Vamos a ver como se safam.
Daqui deriva tudo e nada, desde o tema da educação, à saúde, os assaltos às caixas multibanco, o carjaking, passagens de obras literárias portuguesas recitadas pelos próprios, a EMEL ou a ASAE (que algum dia se arrisca a ser fechada pela própria ASAE!!!), até temos direito a um concerto em directo, entre muitas outras loucuras... tudo misturado com os seus trocadilhos linguísticos.
Quanto ao espectáculo em si, depois de ter em mente um musical de Filipe La Féria, é complicado não fazer críticas ou reparos a outros musicais. O Fame, de uma forma geral, está interessante, mas existem diversas falhas, muitas delas, falhas de infra-estrutura, incluindo, a acústica do próprio teatro e a disposição de lugares. A música, tocada ao vivo e dirigida pelo maestro Nuno Feist, estava demasiado alta em relação às vozes dos actores, que eram abafadas pela própria música. O facto de termos os diálogos em português e as músicas cantadas em inglês, faz com que se perca algo no argumento. Se as cenas de diálogo, muitas vezes, eram imperceptíveis (devido ao som), quando se passava à música era mesmo quase impossível perceber o que ali se cantava. Talvez não tenha tido sorte com o lugar onde me instalei, longe, muito acima do palco e muito próximo do topo do teatro.

Até essa data, pouco ou nada sabia sobre a consola, depois tentei-me informar e onde quer que fosse, só ouvia falar dela, era anúncios na rádio, era reportagens na TV, passatempos aqui e ali… ou seria eu que já andava obcecada pela consola?!?! >_>
Estive alguns anos de “burro” com o Brad Pitt, mas desde que o vi em Snatch, voltei a adorar os seus papéis. Depois do cigano desvairado e alucinado, temos agora um personnal trainer cabeça de vento e sem um pingo de inteligência. A sua personagem é tão estúpida, que nos coloca a rir às gargalhadas com a sua figura e com os seus diálogos sem nexo… George Clooney é um marshall mulherengo que, apesar de casado, engata tudo o que use saia (gostava de saber porque o colocaram neste papel!). Mais uma vez contracena com Tilda Swinton, com a qual tem um caso, isto enquanto personagens do filme, claro. Por sua vez John Malkvich, marido de Tilda, é um analista da CIA alcoólico que, ao ser despedido, resolve escrever as suas memórias. São precisamente estas memórias desinteressantes que dão origem a toda a confusão à volta da qual se desenrola o argumento. Temos ainda uma empregada de ginásio, interpretada por Frances McDormand, que se encontra desesperada por arranjar dinheiro para fazer umas cirurgias plásticas.



Foi com enorme satisfação que, por estes dias, ouvi a boa nova. Após 20 anos da morte de Carlos Paião, será editado um álbum com as melhores músicas alguma vez compostas / interpretadas por este grande senhor da música que desapareceu cedo demais.















Ontem, ao ouvir uma música solta do seu último álbum, Worlds Collide, fiquei tão entusiasmada que tive de ir verificar o álbum completo. No geral é bom, embora seja um pouco “duro” demais para o meu gosto mais “delicado”, mas tem músicas muito boas, umas somente instrumentais, outras com letra como este S.O.S. (Anything But Love) cantado por uma menina chamada Cristina Scabbia.
A pedido de muitas famílias (o 
Se há coisa que me arrependo de não ter conseguido fazer quando tive oportunidade, foi de não ter ido ver o Pedro Bargado na pele de Judas em Jesus Cristo Superstar.
Posso afirmar que uma das bandas mais míticas para mim, são e sempre serão, os Queen. É verdade que este ano já passam 16 anos da morte do seu vocalista, mas o Freddy Mercury ainda
hoje faz parte da minha cultura musical. Ele para mim é eterno, pois ainda hoje ouço as suas músicas com o mesmo entusiasmo que há 20 anos atrás.